De acordo com a empresa, a geração anual estimada do complexo alcançará 236 A energia será comercializada por meio da trading da própria Equinor no Brasil, a Danske Commodities.
Segundo representantes da Equinor, a combinação de fontes solar e eólica aproveita a complementaridade entre os recursos: quando não há vento, pode haver sol; quando o céu está nublado, o vento pode soprar — o que reduz a intermitência típica das renováveis e promove maior estabilidade na oferta de energia. Além disso, a infraestrutura solar usa a estrutura já existente do parque eólico, o que gera economia de escala, redução de custos de operação e manutenção e maior eficiência em comparação a projetos isolados.
Rio Energy, da Equinor, inicia operação comercial de sua 1ª usina híbrida eólica-solar no Brasil
Com o Serra da Babilônia
Solar, a Equinor consolida sua transição para uma matriz energética mais
diversificada no Brasil. O portfólio nacional da empresa já ultrapassa 600 MW
de capacidade — somando os parques eólicos e solares operados pela Rio Energy,
além de participação em outros ativos em estados como Ceará e Rio Grande do
Norte. A decisão reforça a aposta da companhia no país, visto como peça-chave
para seu crescimento de longo prazo no setor de energia renovável.
“Projetos híbridos que integram de forma eficiente as tecnologias solar e eólica contribuem para um fornecimento de energia estável e confiável, ao mesmo tempo em que aumentam a criação de valor, em linha com a estratégia da Equinor. Esses projetos, assim como a integração de tecnologias, serão fundamentais para o desenvolvimento de um negócio de energia competitivo”, afirmou o vice-presidente executivo da área de Power da Equinor, Helge Haugane.
Equinor e Rio Energy iniciam operação de seu primeiro complexo híbrido solar-eólico: Serra da Babilônia entrega 363 MW e reforça energia renovável no Nordeste.
A Equinor e a Rio Energy
ampliam a geração de energia renovável no Nordeste com a operação do Serra da
Babilônia, seu primeiro complexo híbrido solar-eólico no Brasil, que adiciona
363 MW ao sistema elétrico nacional. (pv-magazine-brasil)



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