sábado, 28 de março de 2026

Energia solar no Brasil supera projeção internacional com 2 anos de antecedência

Energia solar no Brasil supera projeção internacional com quase dois anos de antecedência.

Estimativa da IEA era que o país superasse 66 GW ao fim de 2027, mas meta foi atingida quase dois anos antes.
O Brasil poderá triplicar sua atual capacidade operacional em energia solar (22,9 GW) e ultrapassar a marca de 66 GW de potência instalada até o fim de 2027. Essa era a projeção feita em dezembro/2022 pela IEA (Agência Internacional de Energia, na sigla em inglês) para o mercado brasileiro.

No entanto, essa estimativa já foi superada com mais de um ano e meio de antecedência. Dados atualizados nesta semana pela ANEEL (Agência Nacional de Energia Elétrica) mostram que o país já atingiu cerca de 67 GW de capacidade instalada em energia solar.

O número considera a soma da potência instalada em usinas de grande porte (geração centralizada) e em pequenos sistemas de geração própria instalados em residências, comércios e indústrias (geração distribuída).

Quando divulgou a projeção, a IEA estimava que entre 40 GW e 44 GW seriam adicionados pela geração distribuída até o fim de 2027 – patamar que já foi ultrapassado. Atualmente, a modalidade se aproxima dos 46 GW instalados no Brasil.

No caso da geração centralizada, a expectativa da agência internacional era que o país alcançasse entre 22 GW e 26 GW até o fim de 2027. Esse deverá ser atingido sem muitas dificuldades, uma vez que hoje o Brasil possui cerca de 21,5 GW no segmento.

Segundo profissionais do setor, os números poderiam ser ainda mais expressivos se não fossem alguns desafios regulatórios e operacionais enfrentados pela fonte, como questões relacionadas à inversão de fluxo nas redes de distribuição e os cortes forçados de geração nas grandes usinas, prática conhecida no setor como curtailment.

Esses cortes já resultaram na perda de energia equivalente ao consumo anual de cerca de 26 milhões de residências brasileiras.

O presidente do Conselho de Administração da ABSOLAR (Associação Brasileira de Energia Solar Fotovoltaica), Ronaldo Koloszuk, avalia que, sem esses entraves, a expansão da fonte solar no país poderia estar ainda mais avançada.

“Trata-se da fonte mais competitiva, rápida de implantar e que também está alinhada às metas de descarbonização. O Brasil, por sua abundância de recursos solares, tem uma oportunidade estratégica de liderar esse movimento”, destaca.
Ronaldo Koloszuk, presidente do Conselho de Administração da ABSOLAR.

Já o CEO da ABSOLAR, Rodrigo Sauaia, afirma que o potencial solar brasileiro pode ser ainda melhor explorado com avanços regulatórios e novos investimentos em infraestrutura.

“Os cortes e a dificuldade de conexão de pequenos sistemas acendem um alerta para a necessidade de modernizar o planejamento e acelerar os investimentos na infraestrutura do setor elétrico, sobretudo em linhas de transmissão e novas formas de armazenar a energia limpa e renovável gerada em abundância no país”, afirma.

Nesse contexto, Sauaia ressalta que a integração entre geração solar e sistemas de armazenamento em baterias pode desempenhar um papel estratégico para aumentar a flexibilidade do sistema elétrico brasileiro.

“Neste sentido, a combinação da geração solar com sistemas de armazenamento em baterias representa uma oportunidade estratégica para ampliar o suprimento, aumentar a segurança da operação do sistema elétrico, reduzir custos aos consumidores e contribuir de forma ainda mais consistente para o desenvolvimento do Brasil”, conclui.

Rodrigo Sauaia, CEO da ABSOLAR. (canalsolar)

quinta-feira, 26 de março de 2026

Pesquisas mostram que painéis solares convencionais podem sustentar o pastoreio de gado

Parques solares convencionais podem sustentar o pastoreio de ovelhas e gado, pois a vegetação sob e entre os módulos fotovoltaicos fornece alimento de qualidade adequada, de acordo com um novo relatório de pesquisa que analisa cinco instalações na Alemanha.
Segundo um estudo da Associação Federal para a Indústria de Novas Energias, as pastagens em parques solares convencionais podem ser utilizadas para a criação de ovelhas e gado. A pesquisa constatou que a vegetação dentro das instalações solares fornece alimento de qualidade suficiente, sugerindo que o uso agrícola é possível sem sistemas agrivoltaicos dedicados.

O estudo baseia-se em pesquisas realizadas por cientistas da Universidade de Göttingen e da Universidade de Colônia, que analisaram a vegetação, a biomassa e o comportamento animal em cinco parques solares em Schleswig-Holstein, Brandemburgo, Hesse e Baixa Saxônia, ao longo de um período de 18 meses.

Pesquisadores compararam as condições de pastagens sob, entre e fora das fileiras de módulos solares, incluindo locais com solos ricos em carbono e condições secas. Eles também avaliaram como os módulos fotovoltaicos influenciam fatores microclimáticos, como umidade do solo, temperatura do solo e condições de luminosidade, e como esses fatores afetam o desenvolvimento da vegetação e os serviços ecossistêmicos.
Ovelhas entre os painéis solares da Azure Sky, no Texas

Energia solar e animais no mesmo local: o novo jeito dos fazendeiros americanos de ganhar dinheiro.

Sistemas agrovoltaicos ganham espaço nos EUA e ajudam a derrubar barreiras em regiões mais conservadoras, geralmente hostis às energias renováveis.

Utilizando scanners lidar montados em plataformas móveis e drones, a equipe mapeou a estrutura da vegetação em três dimensões nos parques solares, incluindo áreas sob os módulos. O estudo constatou maior diversidade de espécies e maior teor de proteína em plantas que cresciam sob os módulos, enquanto a biomassa era tipicamente maior entre as fileiras de módulos.

Observações de animais em pastoreio mostraram que as ovelhas tendiam a permanecer sob os módulos em temperaturas mais altas, onde as estruturas ofereciam proteção contra a luz solar direta e as intempéries.

A associação afirmou que as conclusões indicam que os parques solares devem ser cada vez mais considerados terrenos agrícolas. Segundo a BNE, as instalações fotovoltaicas em solo podem gerar eletricidade e, ao mesmo tempo, permitir o uso agrícola.
Pastoreio solar, um aliado natural da energia renovável

O grupo recomendou que esse tipo de gestão de terras seja reconhecido como agricultura, juntamente com os sistemas agrivoltaicos. (pv-magazine-brasil)

A transição energética europeia entre sol, previsão e economia

Pela primeira vez na história, a combinação das fontes eólica e solar gerou 30% da eletricidade total da União Europeia (UE), superando a participação até de combustíveis fósseis (29%). Nesse cenário, a meteorologia deixa de ser apenas uma ciência de observação do tempo e se torna um instrumento estratégico: antecipar frentes frias, plumas de poeira ou padrões de nuvens permite planejar picos de geração, ajustar contratos de energia e evitar desperdício, garantindo que o sistema seja mais eficiente e econômico.
A energia solar na Europa não é apenas uma questão de tecnologia, é também uma dança complexa entre sol, tempo e economia. O ano de 2025 consolidou um marco para a transição energética europeia. Pela primeira vez na história, a combinação das fontes eólica e solar gerou 30% da eletricidade total da União Europeia (UE), superando a participação até de combustíveis fósseis (29%), segundo o relatório European Electricity Review 2026, da EMBER. Mas esse avanço impressionante veio acompanhado de desafios que mostram que a geração renovável depende tanto do sol quanto do conhecimento meteorológico.

A sazonalidade é um fator determinante na geração solar no Hemisfério Norte, onde a produção é regida pela grande variação climática da irradiância. Durante a primavera e o verão, a menor distância zenital do sol e o aumento do foto período garantem o pico de disponibilidade energética. Em contrapartida, no outono e inverno, a geração é reduzida por fatores como o ângulo de incidência solar mais baixo, a persistência de nebulosidade, dias mais curtos e até o acúmulo de neve sobre os painéis. Adicionalmente, fenômenos regionais também podem atuar como atenuadores críticos, como as plumas de poeira do Saara que, ao cruzarem a Europa Central, elevam a concentração de aerossóis e reduzem drasticamente a transparência atmosférica.

O contraste geográfico também é marcante. No sul da Europa (Espanha, Portugal, Grécia), a irradiação é comparável a partes do Brasil, enquanto no Norte (Alemanha, Polônia), pode ser 40% a 60% menor (Figura 1). Por outro lado, temperaturas mais amenas no centro-norte europeu ajudam a manter a eficiência das células fotovoltaicas, compensando parcialmente a menor radiação, já que o calor não sobrecarrega as placas geradoras.
Comparativo de Geração de Energia Brasil/Europa

O Brasil apresenta um nível de irradiação bem superior quando comparado a Europa, outro fator relevante é o custo da energia fotovoltaica, ela vem diminuindo gradativamente ano após ano e a tendência é que esses custos diminuam mais ainda.

No ano passado, a geração solar atingiu recorde de 369 TWh, com expansão superior a 20% pelo quarto ano consecutivo, representando 13% da matriz elétrica da UE, superando carvão e hidrelétrica. Mais da metade da eletricidade produzida no segundo trimestre veio de fontes renováveis, com a solar liderando momentos-chave, como junho, quando forneceu 22% da eletricidade. O aumento da capacidade foi uniforme: em 14 das 27 nações da UE, eólica e solar já superam os combustíveis fósseis. Países como Hungria, Chipre, Grécia, Espanha e Países Baixos já veem a solar responder por mais de 20% da eletricidade consumida.

O avanço acelerado da geração solar trouxe impactos econômicos diretos. Preços negativos passaram a ocorrer em momentos de pico, principalmente ao meio-dia, quando a radiação solar está no ápice e a demanda não acompanha a oferta. Nesses casos, o custo atacadista cai abaixo de zero, e os geradores chegam a pagar para que a energia seja consumida.

A Espanha se destacou, com mais de 500 horas de preços zerados ou negativos, devido ao salto da capacidade instalada impulsionada por mais de €1,2 bilhão em subsídios, agilidade nos licenciamentos e expansão de projetos de grande escala. A Alemanha também registrou forte impacto da geração solar. Em outubro, a energia solar no país recebeu cerca de €71,55/MWh, valor abaixo dos €84,40/MWh do mercado.

Mais do que excesso de oferta, o desafio reflete a necessidade de investir em armazenamento por bateria para absorver o excedente e garantir maior flexibilidade da rede elétrica. Nesse cenário, a meteorologia deixa de ser apenas uma ciência de observação do tempo e se torna um instrumento estratégico: antecipar frentes frias, plumas de poeira ou padrões de nuvens permite planejar picos de geração, ajustar contratos de energia e evitar desperdício, garantindo que o sistema seja mais eficiente e econômico.

O marco de 2025 evidencia que a transição energética europeia atingiu maturidade, onde eficiência, segurança e valor econômico estão diretamente ligados às condições climáticas. Em uma matriz elétrica dominada por fontes variáveis, previsões meteorológicas precisas são agora fundamentais para decisões de operação, planejamento e investimento, consolidando a meteorologia como pilar estratégico da gestão e energética. (pv-magazine-brasil)

terça-feira, 24 de março de 2026

Longi lança módulo solar resistente ao fogo para telhados

A LONGi lançou uma versão resistente ao fogo do módulo Hi-MO X10 (tecnologia HPBC 2.0) voltada para telhados, com até 24,8% de eficiência. Projetado para segurança máxima, o painel reduz em mais de 28% a temperatura local em casos de sombreamento, diminuindo riscos de incêndios e pontos quentes.

Tecnologia de Segurança: Utiliza contatos traseiros (HPBC 2.0) que evitam sobreaquecimento localizado e aumentam a vida útil do sistema.

Estética e Instalação: Módulo preto com visual moderno e discreto, pesando cerca de 25,8 kg, facilitando a instalação em telhados residenciais.

Durabilidade: Testado para alta resistência a condições extremas de calor e umidade, garantindo desempenho prolongado.

Eficiência e Potência: Alcança alta eficiência com design sem barramentos frontais (back contact), aumentando a geração de energia.

O novo módulo faz parte da estratégia da empresa de oferecer soluções mais seguras e eficientes para o mercado de geração distribuída.

A fabricante chinesa lançou uma versão resistente ao fogo de seu módulo Hi-MO X10 para aplicações fotovoltaicas distribuídas, com tecnologia de retrocontacto e até 24,8% de eficiência. A empresa afirma que o módulo adiciona um design aprimorado de segurança contra incêndio para lidar com riscos fotovoltaicos nos telhados, como pontos quentes e arcos DC.
A fabricante chinesa de módulos solares Longi lançou uma versão resistente ao fogo de seu módulo Hi-MO X10 em 9 de março na 19ª Conferência e Exposição Internacional de Utilização Solar da China (SUCE).

Segundo a empresa, o módulo é baseado na plataforma Hi-MO X10 da LONGi, que utiliza sua tecnologia de célula híbrida passivada de segunda geração (HPBC 2.0).

O portfólio Hi-MO X10 apresenta uma eficiência máxima de módulo de 24,8%, um coeficiente de temperatura de potência de -0,26%/C e uma garantia de produto e potência de 30 anos. A série é comercializada principalmente para aplicações fotovoltaicas distribuídas.

A nova versão resistente ao fogo foi projetada para responder a uma preocupação que se tornou cada vez mais evidente no segmento de fotovoltaicos em telhados da China: risco de incêndio acionado por módulos ligado a pontos quentes e arco contínuo (DC).

Segundo a Longi, o produto tem a intenção não apenas de reduzir a probabilidade de ignição, mas também de desacelerar ou prevenir a propagação da chama em caso de incêndio externo.

A empresa afirma que o módulo mantém o posicionamento “três defesas” da família Hi-MO X10 — anti-ignição, anti-sombreamento e antipoeira — além de adicionar um pacote dedicado de resistência ao fogo. Anteriormente, havia anunciado que a série Hi-MO X10 recebeu certificação Classe A para resistência a sombras da TÜV Rheinland, destacando seu foco no controle de superaquecimento localizado sob sombreamento parcial.

A versão resistente ao fogo utiliza 108 meias-células, suporta arquitetura de sistema de 1.500 V DC e é oferecida em uma faixa de potência de 580 W a 630 W. Longi afirma que o módulo alcança uma eficiência máxima de conversão de 24,8%, com eficiência média de produção em massa acima de 24,5%. A faixa de temperatura de operação é listada de -40°C a +85°C.

Longi descreve a arquitetura de segurança como combinando proteção em nível de célula, stringa e módulo. As características incluem uma estrutura de desvio de corrente no estilo favo de mel destinada a limitar a formação de pontos quentes, um design reforçado de vedação e soldagem em caixas de junção voltado para reduzir o risco de arcos, e o uso de materiais retardadores de chama em componentes de encapsulamento e caixas de junção. A empresa também afirma que o módulo incorpora um vidro frontal resistente a altas temperaturas, projetado para suportar exposição prolongada à chama por mais tempo do que o vidro PV convencional.

O produto obteve certificação de incêndio Classe A da TÜV Rheinland no nível de produção em massa de módulo completo. A empresa afirma também ter passado por verificações de desempenho e segurança pelo Centro Nacional de Supervisão e Inspeção da Qualidade de Produtos Fotovoltaicos Solares da China (CPVT), além de testes internacionais sob as normas IEC 61215 e IEC 61730.

O lançamento reflete uma mudança mais ampla no mercado de PV distribuído da China, onde a diferenciação de produtos está cada vez mais além da eficiência dos módulos em direção ao design específico para aplicações. Os fabricantes estão focando mais em recursos como desempenho antipoeira, estruturas leves, tolerância à sombra e configurações resistentes ao fogo.

Placas solares resistente ao fogo. Conformidade com o escudo de incêndio externo e interno à construção. (pv-magazine-brasil)

domingo, 22 de março de 2026

Persianas deslizantes integram painéis fotovoltaicos em fachadas de edifícios

Uma persiana capaz de captar energia solar e transformá-la em luz

Persianas deslizantes com painéis fotovoltaicos integrados, como o SolarSlide e soluções da SolarGaps, transformam fachadas em geradores de energia solar de até 100 W/m². Eles funcionam como brises funcionais, oferecendo conforto térmico, sombreamento, controle de luz natural e alta durabilidade. Esses sistemas dinâmicos se movem conforme a incidência solar, sendo ideais para edifícios residenciais e comerciais, com controle via aplicativo e compatibilidade com automação.

Benefícios e Funcionalidades Principais:

Geração de Energia: Captam energia solar durante o dia, transformando-a em eletricidade.

Sustentabilidade e Economia: Reduzem o uso de ar-condicionado e a dependência da rede elétrica.

Controle Solar: Funcionam como brises, melhorando o conforto visual e térmico.

Design e Versatilidade: Podem ser personalizados, conferindo um aspecto moderno e elegante.

Smart Home: Compatíveis com assistentes virtuais como Alexa.

Essa tecnologia é considerada o futuro da arquitetura, permitindo que as paredes externas dos edifícios se tornem ativas.

A fabricante alemã Ehret lançou o SolarSlide, uma persiana deslizante com módulos fotovoltaicos integrados, desenvolvida em parceria com o Instituto Fraunhofer de Sistemas de Energia Solar (Fraunhofer ISE). Ela proporciona sombreamento solar e, ao mesmo tempo, gera eletricidade para fachadas residenciais e comerciais.
Persianas geram energia usando a luz do sol

A fabricante alemã de sistemas de fachada Ehret lançou o SolarSlide, uma persiana deslizante com módulos fotovoltaicos integrados, projetada para fachadas de edifícios. O sistema foi desenvolvido em parceria com o Fraunhofer ISE e está disponível na França desde janeiro.

O dispositivo combina sombreamento solar com geração de energia no local. Cada módulo de vidro sobre vidro mede 1.000 mm por 1.000 mm e contém 25 células monocristalinas com uma potência de aproximadamente 141,7 W. Instalado como um painel deslizante em frente às janelas, o dispositivo filtra a luz solar direta para reduzir o ganho de calor no verão, mantendo a iluminação natural no interior.

A Ehret oferece duas configurações. A versão SolarSlide foi projetada para instalações de médio porte e se conecta a inversores externos e sistemas de armazenamento de energia. O SolarSlide Pro inclui um microinversor integrado e pode ser conectado diretamente a uma tomada padrão de 230 V, sendo ideal para projetos residenciais menores ou reformas.

Os módulos apresentam uma construção em vidro colorido sobre vidro, sem estruturas de células visíveis, permitindo que os arquitetos os integrem em fachadas novas ou renovadas. O sistema deslizante montado sobre trilhos é baseado nos projetos de esquadrias de alumínio de Ehret e suporta grandes vãos de janelas.

O produto tem como alvo o mercado de sistemas fotovoltaicos integrados a edifícios (BIPV), onde elementos de fachada, como dispositivos de sombreamento, são cada vez mais utilizados para gerar eletricidade e, ao mesmo tempo, melhorar o desempenho energético dos edifícios.

As persianas solares aproveitam a energia solar para alimentar equipamentos e assim reduzir a dependência e consumo da rede elétrica.  (pv-magazine-brasil)