A solução pode ser integrada aos sistemas utilizados atualmente pelos operadores, sem a necessidade de migração. Para fabricantes de carregadores, a integração é feita por meio de um protocolo proprietário incorporado ao equipamento.
O entendimento vem com o nível cultural e intelectual de cada pessoa!!! Aprendizagem, conhecimento e sabedoria surgem da necessidade, da vontade e da perseverança em agregar novos valores aos já existentes.
quinta-feira, 10 de setembro de 2026
Nayax lança terminal de pagamento direto em carregadores de veículos elétricos no Brasil
Mundo supera 3 TW de capacidade solar
A Velocidade da Expansão
O crescimento da energia solar
superou todas as projeções históricas, reduzindo drasticamente o tempo
necessário para atingir novos patamares:
• Primeiro Terawatt: A
humanidade levou cerca de uma década para sair dos 100 GW (em 2012) e alcançar
o primeiro 1 TW.
• Segundo Terawatt: Adicionado
em menos de 3 anos após o primeiro marco.
• Terceiro Terawatt: Atingido
em menos de 2 anos após o segundo benchmark.
Liderança e Mudança
geográfica
• Protagonismo da China:
Enquanto os países desenvolvidos impulsionaram o primeiro terawatts, a China
tornou-se o principal motor do segundo e do terceiro terawatts, combinando
forte instalação interna com produção de equipamentos em larga escala.
• Mercados Emergentes: Países
como Paquistão, Nigéria e Filipinas começaram a registar um forte crescimento
em sistemas de telhado. Em 2025, o número de nações com pelo menos 1 GW
instalado subiu para 74 (contra 42 em 2020).
• Projeção Futura: Relatórios
da Bloomberg NEF (BNEF) apontam que o mundo deve ultrapassar os 9 TW de
capacidade solar até 2036, com os países em desenvolvimento detendo mais de um
quarto desse total.
O Novo Desafio: Armazenamento
e Rede
Com o volume massivo de
geração solar atingido, o foco do setor global está mudando da fabricação e
instalação de painéis para os desafios de infraestrutura:
• Integração: Dificuldades de
absorção pelas redes elétricas tradicionais nos períodos de pico de produção
diurna.
• Armazenamento: Crescente
necessidade de baterias de íons de lítio para guardar o excedente de energia e
utilizá-lo durante a noite.
Capacidade fotovoltaica global levou 10 anos para atingir 1 TW, menos de 3 anos para adicionar o segundo terawatts e menos de 2 para chegar a 3 TW; Bloomberg NEF prevê mais de 9 TW até 2036.
O mundo ultrapassou 3 TW de capacidade solar instalada em 2026, em mais um marco da rápida expansão da energia fotovoltaica. Segundo a Bloomberg, o planeta levou cerca de dez anos para passar da marca de 100 GW, alcançada em 2012, para 1 TW. O segundo terawatts foi adicionado em menos de 3 anos e, menos de 2 anos depois, o mundo atingiu 3 TW. A data exata do terceiro marco, contudo, varia conforme a metodologia e a base de dados utilizada pelos analistas.
A velocidade da expansão deve
continuar nos próximos anos. A Bloomberg NEF (BNEF) projeta que a capacidade
solar mundial ultrapassará 9 TW até 2036, fazendo com que o marco
recém-alcançado pareça relativamente pequeno diante do crescimento esperado
para a próxima década.
China mantém o protagonismo
A geografia da expansão solar
também mudou ao longo desse processo. De acordo com a Bloomberg, o 1º terawatts
foi construído principalmente por países desenvolvidos, que utilizaram
políticas de incentivo para acelerar a adoção da tecnologia.
A partir do segundo e do
terceiro terawatts, porém, a China passou a ser o principal motor da expansão
global. O país combinou forte crescimento da capacidade instalada com a
produção em larga escala de equipamentos, contribuindo para a redução dos
custos da tecnologia e para sua disseminação em outros mercados.
Ao mesmo tempo, a expansão
começa a se espalhar para países que até poucos anos atrás tinham participação
pequena no mercado solar. Paquistão, Nigéria e Filipinas registraram forte
crescimento, principalmente em sistemas instalados em telhados. Mercados
menores, como Cuba e Líbano, também apresentaram rápida expansão.
Esse movimento ampliou o número de países com mercados solares relevantes. Segundo a BNEF, 74 países tinham pelo menos 1 GW de capacidade solar instalada em 2025, contra 42 em 2020.
Expansão ainda concentrada
Apesar da maior disseminação
da tecnologia, a expansão continua concentrada. A participação dos países mais
pobres nas novas instalações solares ficou praticamente estagnada desde 2020,
enquanto a China se consolidou como o principal vetor do crescimento.
A BNEF espera, porém, uma mudança desse quadro nos próximos anos. A projeção é que a participação dos países em desenvolvimento nas novas instalações volte a crescer a partir de 2026. Até 2036, mais de um quarto da capacidade solar instalada deverá estar em países em desenvolvimento, enquanto a participação dos países ricos deverá cair para cerca de 20%.
Rede e armazenamento entram no centro da discussão
O
avanço da capacidade instalada também começa a criar novos desafios para os
sistemas elétricos. Na China, a expansão da geração solar ocorreu mais
rapidamente do que a implantação da infraestrutura necessária para transmitir e
armazenar essa eletricidade.
Como consequência, o país
enfrenta aumento do curtailment, com parte da geração solar sendo reduzida
durante períodos de elevada produção. A expectativa é de desaceleração das
novas instalações chinesas à medida que o país passe a priorizar a capacidade de
consumir e integrar as renováveis, e não apenas a expansão da geração.
Nesse cenário, o
armazenamento passa a desempenhar papel cada vez mais importante. As baterias
de íons de lítio podem absorver o excedente de geração durante as horas de
maior produção solar e disponibilizar a energia posteriormente, principalmente
no período noturno.
Para a BloombergNEF, a
capacidade de armazenar energia será determinante para a próxima fase da
expansão fotovoltaica. Sem armazenamento suficiente, a capacidade adicional de
solar terá dificuldade para ser plenamente aproveitada.
O marco de 3 TW mostra que a solar já deixou de ser uma tecnologia de nicho e passou a ocupar uma posição central na expansão da capacidade elétrica mundial. O desafio da próxima etapa, entretanto, será diferente.
Com a rápida expansão da geração fotovoltaica, transmissão, armazenamento e flexibilidade da demanda passam a ser tão importantes quanto a própria instalação de novos módulos. A capacidade de utilizar a energia produzida no momento e no local adequados será determinante para transformar o crescimento da capacidade instalada em geração efetivamente aproveitada. (pv-magazine-brasil)
terça-feira, 8 de setembro de 2026
Carrefour investe R$ 100 milhões em energia solar com GreenYellow
Detalhes do Projeto
• Investimento: Mais de R$
100 milhões aportados pela GreenYellow.
• Capacidade: Cerca de 38
megawatts-pico (MWp).
• Geração anual: Estimada em
56 gigawatts-hora (GWh).
• Lojas atendidas: 54
unidades das redes Atacadão, Carrefour e Sam's Club.
Funcionamento e
Sustentabilidade
• Modelo Grid Zero: Toda a
energia gerada pelos painéis solares é consumida diretamente na própria loja, sem
injetar excedentes na rede de distribuição.
• Suprimento elétrico: A
energia solar vai cobrir em média 30% do consumo total de eletricidade das
unidades participantes.
• Impacto ambiental: A
iniciativa evita a emissão de aproximadamente 2 mil toneladas de dióxido de
carbono (CO2) por ano.
• Transferência de ativos:
Após dez anos de contrato, os equipamentos instalados passam a integrar o
patrimônio do Grupo Carrefour Brasil.
GreenYellow investe R$ 100 mi
em energia solar para 54 lojas do Carrefour.
Sistemas serão instalados em unidades do Atacadão, Carrefour e Sam's Club no modelo “grid zero”, sem injeção na rede elétrica, com geração suficiente para atender cerca de 30% do consumo das lojas.
GreenYellou fechou um contrato com o grupo Carrefour Brasil para instalar sistemas de geração de energia solar em 54 lojas da rede varejista nas bandeiras Atacadão, Carrefour e Sam's Club.
O projeto prevê investimento
de R$ 100 milhões por parte da GreenYellow e terá capacidade instalada de
aproximadamente 38 megawatts-pico (MWp), com produção anual estimada em 56
gigawatts-hora (GWh).
O diferencial da iniciativa é
o modelo conhecido como “grid zero”, no qual toda a energia gerada pelos
sistemas fotovoltaicos é consumida no próprio local, sem injeção de excedentes
na rede elétrica. Nos períodos sem geração solar, como durante a noite ou em
dias de baixa insolação, as unidades serão abastecidas pela distribuidora de
energia local.
A implantação dos sistemas
começou em junho e deve ser finalizado entre 12 e 14 meses em um contrato de
duração de 10 anos. Ao final desse período, os equipamentos passarão a ser
propriedade do Carrefour Brasil.
À CNN, o CEO da GreenYellow Brasil, Marcelo Xavier, disse que o projeto foi estruturado dentro do modelo de energia como serviço (Energy as a Service, na tradução para o inglês), no qual a empresa desenvolve, financia e executa toda a solução com capital próprio, sem necessidade de investimento inicial por parte do cliente.
“A gente desenha, contrata e entrega o projeto com capital próprio e o Carrefour tem a economia de energia. A diferença de outros projetos de geração distribuída é que este não tem injeção na rede”, afirmou.
Nesse formato, a GreenYellow
assume todas as etapas do empreendimento, incluindo projeto, aquisição de
equipamentos, instalação e operação. Em contrapartida, o Carrefour passa a
pagar pelo serviço e ganha com eletricidade mais barata, sem necessidade de
investir na infraestrutura.
A escolha pelo modelo “grid
zero” ocorre em meio às discussões entre distribuidoras de energia e empresas
de geração distribuída sobre os impactos da injeção de energia excedente na
rede elétrica. Atualmente, consumidores com sistemas solares convencionais
podem injetar na rede a energia não utilizada durante o dia e receber créditos
para compensar o consumo em outros horários.
Segundo Xavier, esse mecanismo tem gerado desafios operacionais para as concessionárias, especialmente em regiões com elevada concentração de geração distribuída.
“Por conta da dificuldade do relacionamento com as concessionárias, já que em geração distribuída tem inversão de fluxo e excesso de energia desbalanceado em alguns momentos do dia. Neste formato ‘grid zero’, a geração ocorre junto com a demanda”, disse.
De acordo com Rodrigo
Monteiro, gerente de compras de energia do grupo Carrefour Brasil, os novos
sistemas deverão atender, em média, cerca de 30% do consumo de eletricidade das
lojas contempladas pelo projeto.
Além da economia de energia,
a companhia destaca que o modelo reduz custos relacionados ao uso da rede
elétrica. Segundo Monteiro, a solução também permite aproveitar áreas limitadas
de telhado para a geração local de energia.
A expectativa é que os
sistemas evitem a emissão de cerca de 2 mil toneladas de dióxido de carbono (CO2)
por ano, volume equivalente ao plantio de aproximadamente 10 mil árvores.
O Carrefour já opera 19 lojas abastecidas por sistemas solares no modelo “grid zero”. Hoje o grupo tem cerca de mil lojas das bandeiras Carrefour, Atacadão e Sam’s Club no país.
O Carrefour terá sistemas solares em unidades das bandeiras Atacadão, Carrefour e Sam’s Club, com investimento de R$ 100 milhões bancado pela GreenYellow, geração anual estimada em 56 GWh, atendimento médio de 30% do consumo elétrico e redução de 2 mil toneladas de CO2 por ano no mercado varejista brasileiro. O Carrefour fechou um contrato com GreenYellow.
(cnn)
Décadas de pesquisas levam a energia solar como principal fonte mundial
5 décadas de pesquisas levam à ascensão solar como principal fonte de energia mundial.
Os Pilares da Liderança
Fotovoltaica
A ascensão meteórica da
energia solar decorre de uma evolução científica, técnica e econômica
estruturada em pilares fundamentais:
• Precisão de Modelagem:
Estudos modernos utilizam simulações de resolução horária. Eles abandonaram
curvas de custos antigas e pessimistas que historicamente subestimavam a fonte.
• Diversidade Tecnológica: A
análise contemporânea engloba um ecossistema variado de aplicações. Isso inclui
rastreamento de eixo único, módulos bifaciais, sistemas flutuantes,
agrivoltaica e presumidores de telhado.
• Surgimento do Power-to-X: A
integração com rotas Power-to-X e opções de flexibilidade otimiza o uso do
excedente de geração. O processo viabiliza o atendimento confiável de setores
complexos como a indústria e o transporte.
Dados Atuais do Mercado
Global
A realidade comercial da
transição energética confirma as projeções acadêmicas mais otimistas:
• Predomínio nas Instalações:
A energia solar fotovoltaica representou cerca de 70% de toda a nova capacidade
elétrica instalada globalmente.
• Geração Histórica: O volume
absoluto de expansão superou marcos significativos na história das matrizes
elétricas mundiais. A fonte já avança para superar barreiras tradicionais,
deixando para trás tecnologias como a eólica, nuclear e hidrelétrica.
• Crescimento Consistente: O
ritmo acelerado é impulsionado por lideranças globais de mercado, com destaque
para a massiva expansão na China, seguida por Estados Unidos, Índia e o próprio
Brasil.
Àmedida que o mundo busca
limitar o aquecimento global bem abaixo de 2°C, a desfossilização dos sistemas
energéticos depende de duas tecnologias acima de todas as outras: energia solar
fotovoltaica e energia eólica. A energia solar fotovoltaica entrou no sistema
energético mais rápido do que qualquer fonte de eletricidade na história da
humanidade, impulsionada pela queda despencada dos custos, disponibilidade
quase universal e aplicações diversificadas de sistemas. Ainda assim, uma
pergunta persiste na literatura de modelagem: quão dominante a energia solar
fotovoltaica se tornará e por que os estudos discordam tão fortemente da
resposta?
Um novo estudo de
pesquisadores da Universidade Leibniz de Hannover e da Universidade LUT,
“Prospects for solar photovoltaics in highly renewable energy transition
scenarios towards a dominant future energy source“, busca resolver essa
questão. A revisão sistemática abrange 60 estudos de transição energética
revisados por pares, cada um abrangendo pelo menos os setores de energia,
aquecimento e transporte, alcançando pelo menos 95% do fornecimento de energia
renovável até 2050. Além das conclusões tiradas pelos estudos revisados, a
ênfase está nas suposições que orientam seus resultados.
Segundo estudo realizado por pesquisadores da Universidade LUT, Universidade Leibniz de Hannover, Centro Conjunto de Pesquisa da Comissão Europeia e Universidade Técnica da Dinamarca, “Review of the progressing role of solar photovoltaics in energy transition scenarios over five decades of 100% renewable energy systems research“, os autores investigaram a questão central de quais marcos importantes nos estudos de sistemas de energia 100% renováveis permitiram a ascensão da energia solar fotovoltaica a partir de um nicho de aplicação à fonte dominante de energia para a humanidade ao longo das cinco décadas deste campo de pesquisa.
Principais fatores que influenciam a participação do fornecimento de energia solar fotovoltaica
A constatação central combina
concordância ampla com variância marcante. A maioria dos estudos estima a
participação combinada da energia solar fotovoltaica e eólica na geração de
eletricidade entre 80% e 99% até 2050. Tal achado também é conhecido a partir
estudos sobre a transição energética global. Mas a participação da energia
solar fotovoltaica sozinha abrange uma ampla faixa de 5% a 98%. De acordo com o
estudo, essa dispersão é regida pelas horas de carga solar disponíveis em um
país, pelas suposições tecnoeconômicas embutidas em cada modelo e pela
complexidade da modelagem.
Suposições de custo
frequentemente estão desatualizadas. Nos estudos revisados, os números de
gastos de capital (capex) para energia solar fotovoltaica em escala de
utilidade em 2050 variam de €151 ($174,1) a €720 /kW. Cerca de 18% dos estudos
ainda assumem mais de €500/kW, um nível que a energia solar fotovoltaica já
superou no mundo real hoje. Como os custos da energia solar fotovoltaica caíram
mais rápido do que quase qualquer cenário esperado, modelos que carregam esses
números legados subestimam sistematicamente o papel futuro da energia solar
fotovoltaica.
A representação tecnológica
importa tanto quanto o custo. Cerca de um terço dos estudos modela uma única
tecnologia genérica de energia solar fotovoltaica, ignorando a caixa de
ferramentas crescente das aplicações de sistemas fotovoltaicos: rastreamento de
eixo único, módulos bifaciais, fotovoltaicos flutuantes, agrivoltaicos e
presumidores de telhados, para citar alguns.
As escolhas de modelagem
agravam o efeito: resolução temporal grosseira, como fatias de tempo
representativas em vez de simulação horária, pode distorcer significativamente
os resultados para um recurso tão variável quanto a energia solar fotovoltaica,
enquanto 80% de todos os estudos em campo são realizados em resolução horária.
O estudo mostra que modelos que combinam um conjunto rico de tecnologias
solares fotovoltaicas com acoplamento setorial completo relatam
consistentemente as maiores e, possivelmente, mais realistas participações de
energia solar fotovoltaica.
Com o acoplamento setorial, o alcance da energia solar fotovoltaica vai muito além da rede elétrica. Rotas power-to-X convertem eletricidade solar barata em hidrogênio, combustíveis eletrônicos, e-químicos, e-materiais, e-alimentos, água potável e e-florestas, atendendo os segmentos difíceis de eletrificar de transporte e indústria, que de outra forma dependeriam de biocombustíveis ou importações de fósseis. Normalmente, a remoção de dióxido de carbono dominada pela bioenergia apresenta oportunidades sem precedentes para a restauração do clima. Pouco mais da metade dos estudos revisados inclui pelo menos uma rota de e-combustível, e onde quer que essas rotas apareçam, o valor da energia solar fotovoltaica para o sistema aumenta. O efeito é tão pronunciado que os sistemas energéticos podem ser descritos como uma Economia Potência a X emergente, em essência frequentemente uma Economia Solar para-X.
A participação da energia solar fotovoltaica em 2050 foi representada em relação às horas de carga total nos estudos revisados; o ajuste empírico fundamenta a projeção global.
Participação da energia solar
fotovoltaica no fornecimento global de energia
O estudo estabelece uma
relação empírica entre as horas de carga solar total de um país e sua
participação esperada na energia solar fotovoltaica. Aplicada em todo o mundo e
ponderada pela população, essa relação resulta em uma estimativa cruzada de que
a energia solar fotovoltaica fornecerá cerca de 61% da eletricidade mundial até
2050. Crucialmente, esse número não é o resultado de um modelo único, mas uma
síntese de dezenas de equipes e metodologias independentes. Estudos individuais
podem alcançar 70% em escala global ou até mais, o que foi adotado pela
comunidade global de PV para uma meta de 75 TW até meados do século.
O resultado ecoa uma mudança
mais ampla. Projeções econômicas independentes sugerem que um “ponto de
inflexão” solar global pode já ter passado, com a energia solar gradualmente
dominando os mercados de eletricidade mesmo na ausência de mais políticas
climáticas. Com cerca de 3 TW de PV instalados mundialmente até 2025 e quase
700 GW adicionados nesse único ano, a trajetória já está bem encaminhada. Em
2025, cerca de 70% de toda a capacidade de energia recém-instalada globalmente
era energia solar fotovoltaica, finalmente o Amanhecer da Era Solar.
O papel futuro da energia solar fotovoltaica é rotineiramente subestimado, como segundo a Agência Internacional de Energia e os estudos usados para o Painel Intergovernamental sobre Mudanças Climáticas, e corrigir custos desatualizados e modelagens simplificadas revela que a energia solar fotovoltaica é a principal fonte de energia das próximas décadas. Para os modeladores, a mensagem é abandonar curvas de custo pessimistas e representar toda a amplitude das tecnologias fotovoltaicas disponíveis. Para os formuladores de políticas, é um lembrete de que planejar com base nas suposições de ontem corre o risco de construir o sistema energético do passado, e não aquele que já está chegando.
Marcos em pesquisas de sistemas de energia 100% renováveis revelam o papel da energia solar fotovoltaica
Desde meados da década de
1970, estudos para sistemas 100% de energia renovável têm sido investigados,
com uma participação tipicamente negligenciável na energia solar fotovoltaica
nas pesquisas iniciais, enquanto em estudos recentes pode ser encontrada uma
faixa de 60-80% na oferta global de energia solar fotovoltaica. Baseado em um banco
de dados com mais de 1000 artigos sobre análises de sistemas de energia 100%
renovável, um novo estudo investigou quais marcos importantes levaram ao
desenvolvimento de uma tecnologia de nicho para dominar os mercados globais de
energia.
Artigos importantes ampliaram a visão para participações muito altas de energia solar fotovoltaica, no final dos anos 1970 em base conceitual e em meados dos anos 1990 em uma análise quantitativa. O avanço rumo à resolução horária marca a possibilidade de análises técnicas detalhadas de viabilidade. O valor do PV distribuído em telhados foi identificado cedo e pôde finalmente ser quantificado como parte de uma solução de sistema energético de menor custo, apesar de os sistemas fotovoltaicos em escala de concessionária alcançarem custos de geração de eletricidade mais baixos. A implementação de uma ampla diversidade de rotas power-to-X e opções de flexibilidade, em combinação com modelos de otimização que visam minimizar custos para determinadas restrições técnicas e sociais, revelou o potencial de contribuição da energia solar fotovoltaica entre 60-80% para toda a demanda energética da humanidade.
As últimas 5 décadas de pesquisa 100% em sistemas de energia renovável lançaram as bases para os marcos para análises abrangentes com uma projeção de participação fotovoltaica de 61% ou mais, e para investigar o papel da energia solar fotovoltaica no estabelecimento de uma civilização sustentável, a ascensão da Era Solar. (pv-magazine-brasil)
domingo, 6 de setembro de 2026
Porsche prevê 104 carregadores ultrarrápidos em estradas brasileiras até 2028
Detalhes do Projeto
• Investimento: R$ 70 milhões nesta fase (somando R$ 167 milhões
no total de ciclos da marca).
• Potência: Carregadores DC de 150 kW com dois plugues.
• Primeira unidade: Ativa no km 57 da Rodovia Presidente Castello
Branco (São Roque, SP), no restaurante A Quinta do Marquês.
• Cronograma: Previsão de 25 carregadores até meio de 2026, mais
25 até 2027 e 16 até 2028.
Empresa inaugurou, em parceria com a GreenV, novo hub de carregamento em Joinville (SC). Instalação é parte do projeto Highway Charging 3.0, que prevê a instalação de 66 carregadores DC ultrarrápidos e investimentos de R$ 70 milhões.
Porsche Brasil e a GreenV inauguram um novo hub de carregamento no Posto Buffon 15, em Joinville, Santa Catarina, localizado na Rodovia BR-101, Km 33, no bairro Pirabeiraba. Motoristas de veículos elétricos que percorrem a BR-101 passam a contar com mais uma opção de recarga rápida em um dos principais corredores rodoviários do Sul do Brasil.
A nova estação integra o projeto Highway Charging 3.0, iniciativa
que amplia a rede de carregadores ultrarrápidos da Porsche em rodovias
brasileiras e reforça a infraestrutura necessária para tornar as viagens de longa
distância cada vez mais práticas, seguras e convenientes para os usuários de
veículos eletrificados.
O projeto Highway Charging 3.0 prevê a instalação de 66
carregadores DC ultrarrápidos, com potência de até 150 kW, em pontos
estratégicos das rodovias brasileiras. A conclusão está prevista para 2028, com
investimento total de R$ 70 milhões. Ao final do projeto, considerando também
os investimentos realizados anteriormente, a Porsche alcançará 104 carregadores
ultrarrápidos em rodovias por todo o Brasil.
Instalado em um ponto estratégico da BR-101, o novo hub conecta
Curitiba aos principais destinos de Santa Catarina, como Joinville, Blumenau,
Balneário Camboriú e Florianópolis.
A ampliação da cobertura da infraestrutura de recarga contribui para reduzir uma das principais preocupações dos consumidores que utilizam veículos elétricos: a disponibilidade de carregadores rápidos durante viagens intermunicipais e interestaduais.
Tecnologia, infraestrutura completa e alta potência
O hub do Posto Buffon 15, conta com duas vagas de recarga para
veículos elétricos, sendo uma exclusiva para veículos Porsche e outra aberta a
veículos de todas as marcas, ambas com recarga DC de até 150 kW. A rede de
postos Buffon conta com fonte de energia limpa, gerada pela empresa de solar
fotovoltaico MGF.
A exclusividade de uma das vagas para veículos Porsche tem como
objetivo ampliar a disponibilidade de recarga para os clientes da marca,
oferecendo potência superior aos carregadores convencionais e 10% de desconto
permanente em relação ao valor praticado para veículos de outras marcas.
Ao mesmo tempo, ao disponibilizar um segundo ponto de recarga
aberto a veículos de outros fabricantes, a Porsche contribui de forma concreta
para o avanço da eletromobilidade no Brasil. (pv-magazine-brasil)
Vendas de elétricos mais que triplicam em um ano e superam carros a diesel
Pela primeira vez na história do Brasil, a venda de carros
elétricos ultrapassou a de modelos a diesel. Em julho de 2026, 25.787 modelos
movidos somente a bateria foram emplacados no mercado. Em comparação, foram
23.809 veículos a diesel comercializados no mesmo período. Ou seja, uma
diferença de 1.978 unidades.
Com isso, só no sétimo mês do ano, os carros elétricos tiveram
9,7% de participação no total de vendas do Brasil, contra 9% dos diesel. Os
dados são da Associação Nacional dos Fabricantes de Veículos Automotores
(Anfavea).
No acumulado do ano, porém, os elétricos ainda ficam abaixo nessa comparação. Entre janeiro e julho, foram 116.517 modelos BEV emplacados. No mesmo período, foram 152.101 vendas de carros a diesel — 35.584 exemplares a mais.
De qualquer forma, se a categoria de elétricos manter o mesmo ritmo de crescimento, é possível que a diferença seja bem menor no final de 2026. Afinal, o aumento foi de impressionantes 268% só no último ano. Em julho/2025 apenas 7.007 registros haviam sido feitos. Ou seja, os emplacamentos praticamente quadriplicaram: estão 3,7 vezes maiores.
Entre os elétricos mais vendidos, o BYD Dolphin Mini se destaca ocupando a 1ª colocação da tabela com 42.945 comercializações. O irmão maior, o BYD Dolphin, surge em seguida com 24.546 emplacamentos. O Geely EX2 é o 3º com 20.678 registros em 2026.
Do outro lado da história, a Fiat Toro, com algumas versões a diesel, é que lidera a categoria com 31.696 exemplares vendidos entre janeiro e julho/2026. A Toyota Hilux, que tem motor 2.8 turbodiesel em todas as configurações, soma 26.732 unidades. A Ford Ranger, com poucas opções a gasolina, está em 3º com 20.370 emplacamentos. (biodieselbr)
sexta-feira, 4 de setembro de 2026
Estudantes levam carros solares à vitória no American Solar Challenge
Equipes de estudantes da Appalachian State University e da KU Leuven (Innoptus Solar Team) conquistaram o primeiro lugar no American Solar Challenge (ASC) de 2026. A prova exigiu que os protótipos cruzassem os Estados Unidos de Minneapolis até Amarillo, enfrentando condições climáticas extremas ao longo de milhares de quilômetros.
Detalhes da Competição
• Rota de aproximadamente 1.500 milhas entre Minneapolis
(Minnesota) e Amarillo (Texas).
• Duração de oito dias de percurso em estradas abertas.
• Participação de dezenas de equipes universitárias focadas em
eficiência energética.
• Vitória histórica da equipe europeia Innoptus Solar Team (KU Leuven)
em sua respectiva categoria.
Após meses de trabalho no desenvolvimento de seus veículos solares, as equipes vencedoras do Electrek American Solar Challenge 2026 foram homenageadas em uma cerimônia especial de premiação realizada em Amarillo, no Texas. A Tesla é patrocinadora de longa data da competição, aberta a estudantes de engenharia de todo o mundo.
Appalachian State University’s winning solar car crosses the finish line.
Aequipe da Appalachian State University e a equipe da KU Leuven
conquistaram o 1º lugar no American Solar Challenge (ASC) deste ano, encerrado
em 05/08/2026 com uma corrida de longa distância até a linha de chegada em
Amarillo, Texas.
Realizado anualmente, o ASC destaca as competências de engenharia,
projeto e desenvolvimento de produtos de diferentes equipes de estudantes de
diversas partes do mundo.
Os participantes passam cerca de dois anos construindo seus carros movidos a energia solar antes de colocá-los à prova em uma corrida de aproximadamente 1.500 a 2.000 milhas, ou entre 2.400 e 3.200 quilômetros, através dos Estados Unidos.
A equipe belga da KU Leuven venceu na categoria Single-Occupant Vehicle (SOV), para veículos de um ocupante, enquanto a Appalachian State University conquistou o título na categoria Multi-Occupant Vehicle (MOV), para veículos com mais de um ocupante. Ao todo, sete equipes completaram a rota-base de 1.547 milhas, cerca de 2.490 quilômetros, nesta edição.
Os organizadores relataram uma chegada bastante disputada na
categoria SOV, na qual a KU Leuven superou a TU Delft com 2.671,2 milhas
oficiais e tempo de 62 horas, 7 minutos e 2 segundos, com velocidade média de
43,4 milhas por hora, ou aproximadamente 70 km/h. A École de technologie
supérieure (ÉTS), de Montreal, ficou em terceiro lugar.
Na categoria MOV, as equipes norte-americanas dominaram a competição. A Appalachian State marcou 92,7 pontos, com 1.829,6 milhas percorridas, seguida pela Polytechnique Montréal, com 88,8 pontos e 1.983,6 milhas, e pela Georgia Tech, com 87,2 pontos e 1.622,4 milhas.
As equipes percorreram trechos da famosa Route 66, passando pelos estados de Oklahoma e Texas. Antes da corrida final, elas tiveram de se classificar em uma prova realizada em circuito fechado, chamada Electrek Formula Sun Grand Prix.
Durante a corrida final, os participantes levaram seus carros
solares ao limite, enfrentando os concorrentes e, ao mesmo tempo, as restrições
impostas pela capacidade das baterias e pelas condições meteorológicas para
completar o percurso.
O ASC é organizado anualmente pela Innovators Educational
Foundation (IEF), uma organização sem fins lucrativos administrada por
entusiastas de veículos solares e voluntários. A entidade funciona como uma
rede de apoio para engenheiros em início de carreira nas áreas de energia limpa
e aeroespacial.
“Enfrentando montanhas, nuvens e calor extremo em 8 estados ao longo de 8 dias, as equipes passaram de 39 participantes na largada, em Minneapolis, para 18, e chegaram a 14 carros solares na linha de chegada em Amarillo — um ano recorde”, disse Gail Lueck, diretora do evento e diretora de operações da IEF.
Além da Electrek, outros patrocinadores do ASC incluem Blue Origin, Tesla, SpaceX, SunCat Solar e SolCast. A Siemens também participou como parceira principal e concedeu US$ 10 mil à equipe de melhor desempenho em um desafio de engenharia realizado no circuito. (pv-magazine-brasil)
quarta-feira, 2 de setembro de 2026
Novo boletim do Inmet indica El Niño “muito forte” e eventos extremos no Brasil
Impactos por Região
• Região Sul: Alto risco de
grandes inundações e cheias, pois a região já inicia o ciclo com solos e
índices de umidade elevados.
• Região Nordeste:
Preocupação com o avanço e agravamento da seca moderada e severa, que afeta a
segurança hídrica e a umidade do solo.
• Região Norte: Redução das
chuvas na Amazônia, temperaturas acima da média, risco elevado de incêndios
florestais e queda nos níveis dos rios.
• Centro-Oeste: Calor intenso, baixa umidade e maior propensão a ondas de calor e queimadas devido ao prolongamento do período seco.
O fenômeno El Niño deve se intensificar ao longo do segundo semestre de 2026 e alcançar intensidade “muito forte” entre a primavera e o início do verão, aumentando a probabilidade de ocorrência de eventos extremos no Brasil, sobretudo nas regiões Sul e Norte.
A análise está no Boletim nº2
do Painel El Niño 2026-2027, divulgado pelo Instituto Nacional de Meteorologia
(Inmet).
O El Niño é um fenômeno
climático natural que ocorre quando as águas do Oceano Pacífico ficam mais
quentes – o que altera a circulação atmosférica em escala global, impactando o
regime de ventos, chuvas e temperaturas.
Segundo o boletim, a probabilidade de o El Niño se manter ativo pelo menos até o início de 2027 é de 100%. A possibilidade de alcançar a categoria “muito forte”, quando o aquecimento das águas do Oceano Pacífico supera 2°C, é elevada.
Historicamente, no Brasil, a região Sul é a que mais sente os efeitos do El Niño. A previsão indica maior frequência de chuvas acima da média, temporais, cheias de rios, enchentes, alagamentos e deslizamentos de terra.
As chuvas registradas no Rio Grande do Sul durante julho, que provocaram enchentes em diferentes municípios, já representam os primeiros impactos do fenômeno.
Segundo o boletim, “a situação exige atenção especial” porque a região não apresenta déficit hídrico. Isso significa que o solo já tem bastante água, favorecendo a rapidez no transbordamento dos rios diante de episódios de chuvas intensas.
Na região Norte do país,
especialmente na Amazônia, o cenário é de redução das chuvas, temperaturas
acima da média e atraso do início da estação chuvosa.
O boletim destaca que esse
padrão favorece a persistência da estiagem, reduz a disponibilidade hídrica,
aumenta o ressecamento da vegetação e amplia significativamente o risco de
incêndios florestais.
Outro efeito esperado é a redução gradual dos níveis dos rios. Embora boa parte das bacias ainda apresente condições próximas da normalidade, os indicadores mostram avanço da estiagem em diferentes sub-bacias da Amazônia.
Segundo os órgãos responsáveis pelo monitoramento, caso não haja reposição significativa das chuvas nas próximas semanas, a resposta hidrológica tende a se intensificar, afetando a navegação, o abastecimento de água e atividades econômicas dependentes dos rios. (biodieselbr)
domingo, 30 de agosto de 2026
O carro elétrico vai pressionar a demanda por combustíveis?
A conclusão é que o impacto “já é real e crescente” apesar de
ainda modesto. No longo prazo, porém, o tema deveria acender “uma luz amarela”
para empresas como Vibra e Ultrapar, além de grupos de etanol como São
Martinho, Jalles e Adecoagro.
“Em 2025, estimamos que os veículos elétricos (EVs) substituíram
cerca de 0,7 bilhão de litros (em uso de etanol e gasolina), só 1% da demanda doméstica”,
escreve a equipe liderada por Gabriel Barra. “Mas a dinâmica sugere que isso
deve acelerar, e o mercado pode estar subestimando o quão rápido um ponto de
inflexão está se aproximando”.
O Citi projeta que o deslocamento de demanda poderia atingir 5
bilhões de litros em 2030, ou 8% do consumo de gasolina e etanol em seu
cenário-base, saltando para 9 bilhões de litros em 2040, ou 14% do total.
Isso poderia fazer a demanda por esses combustíveis ter seu pico
em 2026, iniciando uma ligeira retração que levaria os volumes em 2040 para 8%
abaixo do nível atual. Em um cenário mais agressivo, de penetração mais forte
dos EVs, o uso de gasolina e etanol poderia cair em 2040 para 27% abaixo do
pico.
A aceleração do movimento, principalmente após 2030, chama a atenção mais do que os números em si, disseram os analistas do Citi, sugerindo que o impacto sobre o setor de combustíveis será gradual, mas “se tornará estrutural ao longo do tempo”.
As projeções levam em conta uma penetração dos carros elétricos no país chegando a 47% das novas vendas em 2035, em linha com a média global. Um cenário de adoção mais rápida, usando a China como referência, poderia levar essa participação a 68% no período.
A
demanda brasileira por gasolina e etanol só seguiria crescendo em um cenário
mais conservador, em que a adoção dos elétricos estagnaria em 10% das novas
vendas a partir de 2030.
O efeito sobre o uso dos combustíveis é gradual porque as vendas
de novos EVs demoram para se refletir na frota total, um fenômeno visto em
todos os países, até na China. Lá, 55% dos carros que saem das lojas são EVs,
porém a penetração na frota é de 13% – um nível que o Brasil deve alcançar só
em 2040.
Além disso, o mix de vendas no Brasil é principalmente de híbridos
plug-in, o que significa que o deslocamento da demanda de combustíveis é menor
que em outros países em que a adoção dos 100% elétricos é maior.
O Citi ainda incluiu em suas contas o recente aumento da tarifa de
importação de elétricos para 35%, embora avaliando que a estratégia de players
como a BYD, que investiu em uma fábrica local, pode compensar a maior parte do
impacto da taxação.
A tendência, assim, é que o crescimento dos elétricos mude a
relação entre o consumo de gasolina e etanol e o PIB no país, com a demanda pelos
combustíveis passando a cair mesmo com a economia crescendo.
Isso inclusive já começa a ser visível em algumas cidades – em Brasília, por exemplo, a segunda capital com maior participação de elétricos nas vendas, a demanda por etanol e gasolina recuou em 2025. Em São Paulo, a líder em EVs, e no Rio de Janeiro ela tem ficado estável e abaixo dos picos já registrados.
“No longo prazo, uma mudança estrutural está a caminho”, escreveram os analistas. “O cenário não é bom para a demanda”. (biodieselbr)






























