domingo, 2 de junho de 2013

Nissan entra no segmento dos carros elétricos

Nissan entra no segmento dos carros elétricos com o Leaf
Após suas concorrentes Honda e Toyota já terem integrado o segmento dos “veículos verdes” e estarem lucrando com isso, é a vez da Nissan ingressar no mundo dos carros com baixas emissões de poluentes atmosféricos. Mas no caso do Nissan Leaf, a emissão é realmente zero. Isto porque o modelo é totalmente elétrico, ao contrário dos já populares veículos híbridos, que unem motores de combustão com elétricos.
O Leaf, que na simples tradução significa “folha”, é um hatch com porte médio, como o Ford Focus e VW Golf, com capacidade para cinco passageiros e que pode percorrer até 160 km com somente uma carga. Segundo a Nissan, tal autonomia é suficiente para suprir as necessidades diárias de mais de 70% dos motoristas do mundo. Para os outros 30% dos motoristas, a boa notícia é que o Leaf pode ter suas baterias de íons de lítio recarregadas com até 80% de sua capacidade em até meia hora, com o auxílio de um carregador rápido. Em casa, a carga total leva cerca de 8 horas na tomada 220V.
Esteticamente, o Leaf é totalmente diferente de outros modelos Nissan. Apesar de lembrar um pouco o modelo Tiida, as linhas do veículo elétrico foram desenvolvidas para criar o menor arraste aerodinâmico possível, contribuindo assim para a economizar energia.
Os grandes faróis, além de chamar a atenção, são compostos de LEDs, consumindo apenas 10% de energia em comparação com uma lâmpada convencional. A recarga das baterias é feita através do logotipo da Nissan, que se abre e revela as tomadas.
Mecanicamente, o sistema do Leaf é composto pelo motor elétrico que rende 80 KW (cerca de 110 cv) e um torque de 28,55 kgfm e pelas baterias, capazes de gerar 90 KW de potência. O modelo é equipado ainda com um sistema de recarga regenerativa através do uso dos freios.
A previsão da Nissan é que o Leaf esteja disponível nos mercados japonês, norte-americano e europeu até o final de 2010.
A montadora tem a expectativa de que o preço final do modelo elétrico o faça ser bem acessível e competitivo no mercado. Por isso, a Nissan espera também que incentivos fiscais e investimentos sejam feitos. (pitstopbrasil)

Primeiras impressões: Nissan Leaf

Modelo elétrico tem comandos divertidos e é extremamente confortável. No entanto, se viável no Brasil, carro não custará menos de R$ 80 mil.
Trazer um carro elétrico para o Brasil de forma viável, para a Nissan, significa comercializar o Leaf (folha, em inglês) por preços entre R$ 80 mil e R$ 110 mil. Por esse motivo, o presidente da companhia no Brasil, Christian Meunier, desconsidera as vendas do modelo tão cedo por aqui. Apesar da falta de competitividade no preço, o modelo virou arma de marketing da companhia japonesa, que promove diversas ações com o elétrico para fortalecer a imagem da marca no mercado brasileiro. Entre elas, está a disponibilidade de qualquer consumidor dirigir a novidade.
A Nissan trouxe uma frota de dez unidades do Leaf – e também do compacto March - para ser mostrada ao público no chamado Nissan Inova Show (evento que promete levar a “experiência da marca” para mais de 100 mil pessoas, em 30 cidades brasileiras), mas também para provar ao governo brasileiro a viabilidade da tecnologia. Juntando esses dois “públicos”, o objetivo da montadora é um só: fazer com que a opinião pública ajude a convencer o governo de proporcionar incentivos para a comercialização de veículos elétricos no país.
Nissan Leaf ajuda a reforçar a imagem da marca no Brasil
“Os consumidores vão ver o carro e convidamos o governo para conhecê-lo também. Queremos que os impostos sejam reduzidos, para que o preço do carro seja viável”, reforça Meunier. Além da alíquota de importação sobre o valor final de qualquer modelo importado fora do Mercosul, o preço dos carros que chegam ao Brasil inclui a cobrança de IPI e ICMS.
“O carro elétrico não é concorrente do flex, o governo brasileiro precisa entender isso. Uma solução para ter o incentivo, seria limitar o volume de carros elétricos que entrariam no país”, propõe.
Com a inviabilidade de vender o Nissan Leaf no país, a empresa pretende, pelo menos, fechar acordo para frotas locais. O prefeito Gilberto Kassab disse que gostaria de ver carros elétricos integrados à frota da Companhia de Engenharia de Tráfego (CET) até o fim do seu mandato, em 2012. Assim, negocia com a Nissan a compra de unidades do Leaf.
De acordo com o presidente da Nissan no Brasil, a Secretaria Municipal dos Transportes finaliza uma licitação que prevê a aquisição de carros elétricos. A montadora japonesa também participa desse processo.
“Em 2020, cerca de 10% da frota global será de veículos elétricos”, prevê o executivo.
No circuito fechado do evento da montadora, em São Paulo, o G1 pôde avaliar o desempenho do Leaf. Os carros elétricos despertam curiosidade e parecem de brinquedo, por não emitir nenhum barulho, por isso o passeio dá a sensação de se tratar de uma atração de um parque de diversões.
Antes de qualquer observação mais técnica, o carro é bem divertido. A começar pela ignição. Basta apertar o botão de “start” para um som simpático avisar que o carro está ligado e o painel acender. Os instrumentos de navegação informam, à direita do painel, a autonomia das baterias e, à esquerda, a temperatura. Acima, fica uma escala que mostra se a condução do motorista está econômica ou não.
Nissan Leaf é confortável e tem bom acabamento
No painel aparece também um balanço de como foi a condução, que utiliza uma sequência de árvores. Se o condutor conseguir completar, cabo e folhas desta série, ele “ganha o jogo”. Uma espécie de “score” para o carro interagir com o condutor ou mesmo para gerar a competição de “quem dirige de forma mais econômica”.
Mitsubishi i-Miev (acima) e Chevrolet Volt são os principais concorrentes do Leaf
No lugar da manopla do câmbio está uma alavanca que mais parece um joystick de videogame. As trocas de marchas são feitas em curtos e leves movimentos. Basta jogar o câmbio para esquerda e abaixo para o modo “dirigir” (D) ser acionado.
Se o motorista optar por uma direção mais econômica, é só repetir tal movimento duas vezes. No chamado modo ECO, o carro calcula melhor o uso energético das baterias.
Para o modo neutro (N), basta segurar à esquerda a alavanca. No caso da marcha à ré, é preciso jogar a manopla para a esquerda e movimentá-la para cima. Automaticamente, a câmera instalada na parte traseira do carro é acionada e a imagem aparece em uma tela localizada no console central do Leaf. Para desengatar, basta apertar o botão “P” localizado no centro da manopla. O freio de mão também é acionado por meio de um botão.
Motor
A potência e a força do motor elétrico não puderam ser testadas suficientemente porque o percurso não permitia ultrapassar os 20 km/h. Mas já deu para sentir que o carro é bem confortável para dirigir e tem boa visibilidade, assim como permite fazer manobras sem sufoco.
De acordo com a Nissan, a bateria de íon-lítio com 48 módulos compactos que equipa o carro tem capacidade para rodar até 160 quilômetros. Ela gera 107 cavalos de potência e 28,5 kgfm de torque. A velocidade máxima é de 150 km/h.
Nissan Leaf foi apresentado ao público brasileiro no Salão de São Paulo
O carro pode ser recarregado em tomadas comuns de 110 V e 220 V ou em postos de carga rápida de 440 V. A energia liberada nas frenagens também é revertida para a bateria, é o chamado sistema kers.
Carro não é de luxo, mas o acabamento é impecável.
Apesar da novidade ser um veículo elétrico, o Leaf não é considerado uma opção de luxo. No entanto, como ele tem que convencer exigentes consumidores americanos e japoneses - o Leaf concorre com o Chevrolet Volt e o Mitsubishi i-Miev -, o acabamento é impecável. Todo revestido em couro claro, o modelo tem linhas internas harmoniosas, que são reforçadas pelas luzes dos comandos que tendem para o azul.
Os bancos são confortáveis e há espaço suficiente para motorista e passageiros se acomodarem bem no habitáculo.
Embora o modelo tenha muitas qualidades, ele foi concebido para ser restritamente urbano, a começar pela autonomia. Mesmo assim, para quem já tem um ou dois carros com motor a combustão, investir em um modelo elétrico como o Leaf não seria dinheiro jogado fora. (g1)

Carro 100% elétrico produzido em larga escala

Nissan Leaf o primeiro carro 100% elétrico produzido em larga escala
Engajada em construir um futuro ambientalmente mais justo, a Nissan lidera mundialmente as discussões sobre as vantagens dos veículos elétricos, que estão revolucionando o modelo de mobilidade. A empresa tem um histórico de pesquisas sobre o tema e, em 2010, lançou o Nissan LEAF, primeiro veículo 100% elétrico a ser produzido em larga escala no mundo. Marco para a indústria automotiva, hoje o Nissan LEAF é comercializado no Japão, EUA e alguns países da Europa.
Comprometida em promover a criação de um ecossistema para o carro elétrico, a Nissan firmou mais de 90 parcerias em todo o mundo, inclusive com a cidade de São Paulo e com a AES Eletropaulo. O objetivo, no Brasil, é levantar as necessidades e soluções para a viabilização do carro elétrico na maior cidade brasileira.
O Nissan LEAF chegou pela primeira vez ao Brasil em maio de 2011, para ser o carro oficial da C40 SP – a conferência dos prefeitos das maiores cidades do mundo que discute soluções para enfrentar as mudanças climáticas do planeta. (nissan)

Alemanha quer mais carros elétricos até 2020

Alemanha quer 1 milhão de carros elétricos até 2020, mas enfrenta entraves
Resistência de montadoras e consumidores, altos custos e falta de infraestrutura para recarga de automóveis ameaçam meta alemã de popularizar automóveis elétricos, que governo Angela Merkel garante que será cumprida.
Dos 43 milhões de carros que circulam hoje na Alemanha, apenas 7 mil são elétricos. Mas o governo garante que, até 2020, eles serão um milhão – um objetivo, segundo especialistas, difícil de ser alcançado, mas que a chanceler federal Angela Merkel reiterou em 27/05/13 ser possível.
Merkel participou em Berlim, de uma conferência sobre o futuro dos automóveis elétricos na Alemanha, que contou com a participação de alguns de seus ministros e de parte da indústria automobilística. Nela, reafirmou que o país “tem boas chances” de alcançar a meta, mas disse ser necessária uma “cooperação abrangente” entre governo e montadoras.
Para os consumidores convencionais na Alemanha, os carros elétricos ainda trazem muitas desvantagens: a autonomia é limitada, existem apenas cerca de 2 mil estações de recarga públicas no país, e nem todo mundo pode recarregar o veículo na garagem de casa. Além disso, o preço é alto. Um carro elétrico custa aproximadamente 50% mais que um veículo com motor de combustão, como explica Stefan Bratzel, diretor do instituto alemão Centro de Gestão Automotiva.
“Quase ninguém quer pagar essa diferença de preço. Ela precisa acabar nos próximos anos”, afirma Bratzel. “Hoje, carros elétricos na Alemanha são parte de frota de companhias ou projetos de compartilhamento de carros, também chamado de carsharing. Apenas uma pequena parte dos elétricos que rodam na Alemanha está nas mãos de motoristas privados.”
Para o diretor da Associação da Indústria Automotiva Alemã (VDA), Ulrich Eichhorn, o fato de os carros serem menos vendidos hoje em dia tem a ver com a falta de uma oferta ampla e mais convincente.
“Mas isso vai mudar drasticamente nos próximos anos”, afirma. “Até o final de 2014, haverá uma oferta de 16 fabricantes de veículos alemães, além de vários carros elétricos de fabricação estrangeira.”
Japão lidera
Do ponto de vista tecnológico, o Japão ainda sai na frente como principal fabricante, seguido pela Coreia do Sul. Os dados são de um novo estudo realizado pela consultoria Roland Berger e Sociedade de Pesquisa de Engenharia Automotiva. Consequentemente, o desenvolvimento de tecnologia de baterias partirá quase que exclusivamente desses dois países. A Alemanha assumiria apenas um pequeno papel, diz o estudo.
“Eu tenho uma opinião similar”, diz Bratzel. “Japão e Coreia têm anos de experiência no setor de baterias em função dos bens de consumo locais e das indústrias de eletrônicos.”
Até que as baterias se tornem mais baratas e mais potentes, os carros elétricos continuarão tendo o posto de segundo veículo para os consumidores, analisa Bratzel. Por outro lado, a VDA tenta mostrar, com um novo estudo, que os carros elétricos são economicamente viáveis não só para os serviços de entrega e frotas corporativas, mas também para quem costuma percorrer longos trajetos com frequência.
Mas a venda tímida de carros elétricos, afirma Eichhorn, não significa que a tecnologia não tenha futuro. “Se alguém se concentrasse na quantidade de celulares que existiam no início dos anos de 1980, não conseguiria imaginar que, hoje em dia, qualquer um teria um telefone móvel.”
700 milhões em incentivo
A Alemanha vai conceder cerca de 700 milhões de euros em incentivos fiscais para a promoção da mobilidade elétrica até 2015. Os maiores investimentos estão concentrados nas áreas de pesquisas e em projetos regionais. Além disso, está previsto abatimento de imposto para carros elétricos.
Por causa do alto índice de endividamento, afirma Bratzel, o conceito de incentivos fiscais de compras se torna questionável. “O método não tem feito com que a mobilidade elétrica aumente na maioria dos países”, opina.
A indústria automobilística alemã também não vê grandes progressos no sistema de compras – e o motivo, segundo especialistas, seria que fabricantes alemães oferecem menos modelos elétricos do que países estrangeiros. “Empresas precisam convencer os compradores de que o produto é atraente. Assim, ele seria vendido até mesmo sem incentivo fiscal”, disse Eichhorn.
No ano passado, o Japão levou cerca de 24 mil carros elétricos às ruas, enquanto a Alemanha ficou na casa dos 7.000. O objetivo de ter um milhão de veículos elétricos nas estradas alemãs dentro de sete anos enfrenta uma série de obstáculos – e a própria associação automotiva VDA espera, num cenário otimista, a comercialização de apenas 600 mil até lá. (EcoDebate)

quinta-feira, 30 de maio de 2013

Sem Obsolescência Programada

Sem Obsolescência Programada: espanhol é ameaçado de morte por criar lâmpada que não queima.
Benito Muros. Foto em Perspectiva Ciudadana
A bateria de um celular morre em dois anos, um computador em quatro, a geladeira está tendo problemas em oito anos e de repente, em um belo dia, a televisão lhe diz adeus.
“Não há nada para se fazer além de comprar outra”. É possível fazer produtos que durem mais do que isso? Quem sabe a vida toda? Benito Muros da SOP (Sem Obsolescência Programada), diz que é possível. Por isso está ameaçado de morte.
O conceito de obsolescência programada surgiu entre 1920 e 1930 com a intenção de criar um novo modelo de mercado, que visava a fabricação de produtos com curta durabilidade de maneira premeditada obrigando os consumidores a adquirir novos produtos de forma acelerada e sem uma necessidade real.
As lâmpadas e a luta de Benito Muros respondem a um novo conceito empresarial, baseado em desenvolver produtos que não caduquem, como aquelas geladeiras Frigidaire ou máquinas de lavar Westinghouse que duravam a vida toda.
Uma filosofia empresarial mais conforme com nossos tempos, graças à comercialização de produtos que não estejam programados para ter uma vida curta, senão que respeitem o meio ambiente e que não gerem resíduos que, por vezes, acabam desembocando em containers de lixo no terceiro mundo.
Veja a entrevista onde ele fala sobre seu projeto:
Trata-se de um movimento que denuncia a Obsolescência Programada. Lutamos para que as coisas durem o que tenham que durar, porém os fabricantes de produtos eletrônicos os programam para que durem um tempo determinado e obrigam os usuários a comprar outros novos. A lei permite!
O consumo de nossa sociedade está baseado em produtos com data de validade. Mudar isso suporia mudar nosso modelo de produção e optar por um sistema mais sustentável. Os fabricantes devem ser conscientes de que as crises de endividamento como a que vivemos são inevitáveis e que podemos deter o crime ecológico.
(Repórter: A lavadora de minha mãe durou 35 anos)
E agora aos seis já dá problemas. Também, antes havia umas meias de náilon irrompíveis.
Deixaram de fabricar, por isso, porque duravam demais.
Mas hoje, por exemplo temos uma lâmpada que está acesa a 111 anos em um parque de bombeiros de Livermore (Califórnia). Foi então que surgiu a ideia de criar, junto com outros engenheiros, uma linha de iluminação que dure toda a vida.
(Repórter: Não queima nunca?)
Nunca! Dura mais de cem anos, porém como não veremos, oferecemos uma garantia de 25 anos.
(Repórter: Não se vê isto nos grandes armazéns.)
Não, porque as distribuidoras nos dizem que vivem das que se queimam. Inclusive recebemos ofertas de milhares de dólares para tira-la do mercado.
(Repórter: E quanto custa sua lâmpada?)
Pode ser comprada online por uns 37 euros. Aos fabricantes não lhes interessa.
(Repórter: Um gênio ou um louco?)
Nem um nem outro. Somente buscamos uma sociedade mais justa. Ainda que isto signifique estar ameaçado de morte. A lâmpada criada pela OEP Electrics responde à necessidade atual de um compromisso com o meio ambiente. Ao durar tanto tempo, não gera resíduos ao mesmo tempo em que permite uma poupança energética de até 92% e emite até 70% a menos de CO2.
Mas, ao que parece, a indústria de produtos elétricos não está muito contente com a descoberta. Benito Muros diz que está sendo ameaçado devido a seu invento e inclusive afirma ter recebido ofertas milionárias para retirar seu produto do mercado.
- “Senhor Muros, você não pode colocar seus sistemas de iluminação no mercado. Você e sua família serão aniquilados”, reza a denúncia que Muros apresentou à Polícia, que apesar do medo não se acovardou.
Para realizar sua pesquisa, Muros viajou até o parque de bombeiros de Livermore (Califórnia), lugar no qual há uma lâmpada que permanece acesa de forma ininterrupta há mais de 111 anos. Ali contatou com descendentes e conhecidos dos criadores da lâmpada, já que não existia documentação a respeito.
Com esta informação conseguiu as bases para começar sua pesquisa, cujo achado supõe um novo conceito de modelo empresarial baseado na não Obsolescência Programada.
Uma pequena lista das vantagens prometidas por Benito Muros e OEP Electrics:
- Gasta 92% menos eletricidade que uma lâmpada incandescente, 85% em relação às alógenas e 70% em relação às fluorescentes.
- Garante 25 anos funcionando 24 horas por dia, 365 dias por ano.
- Não se queima no caso de acender e pagar varias vezes. A empresa OEP Electrics garante 10.000 (Dez mil) comutações (acender e apagar) diárias.
- Ela acende na hora. Não precisa esperar ela esquentar.
- Não emite ultra violeta e nem ultra vermelho (Evitando problemas de pele e nos olhos)
- Não faz zumbido.
- Consegue iluminar em temperaturas de até 45 graus abaixo de zero.
- Não contém tungstênio e nem mercúrio. Não possui metais pesados que demoram para desintegrar. São recicláveis e seguem todas as normas ambientais.
- Emite 70% a menos de CO2.
- Por ter mais tempo de vida, produz menos resíduos para a natureza.
- Praticamente não esquenta utilizando somente aquela energia que será necessária para iluminar, ao contrário das lâmpadas convencionais que gastam 95% da energia para produzir calor e 5% para iluminar.
- Por não esquentar e não produzir radiação evita deteriorar os materiais que estão perto.
- Evitam risco de incêndio.
- Não prejudicam o frio dentro de câmaras frigorificas. (EcoDebate)