Energia injetada pela geração
distribuída cresceu 41,8% em 2025
A energia injetada por mini e
microgeração distribuída (MMGD) na rede deve alcançar 21,2% do consumo cativo
no Brasil em 2026.
O Cenário da MMGD em 2026
• Crescimento projetado: O
montante injetado pelas unidades geradoras vai subir 3,3 pontos percentuais em
relação a 2025, quando representou 17,8% do mercado cativo.
• Volume esperado: As
distribuidoras estimam uma expansão de 18,1% na energia injetada, atingindo
cerca de 65 TWh no ano.
• Fonte dos dados: As
informações constam na edição de 2026 do painel Mercado de Distribuição, da
Empresa de Pesquisa Energética (EPE).
Impactos no Setor Elétrico
• Regra de transição (Lei
14.300): O encargo referente ao componente Fio B sobre a energia compensada
sobe para 60% em 2026 para os sistemas sob a regra de transição.
• Desafios operacionais:
Associações do setor apontam que a alta injeção de energia afeta a operação do
Sistema Interligado Nacional (SIN), elevando as discussões sobre cortes de
geração (curtailment) e a necessidade de ajustes regulatórios.
Em 2025, a modalidade injetou 55 TWh na rede, o correspondente a 17,8% do consumo de clientes cativos, aqueles abastecidos obrigatoriamente pelas distribuidoras. Os dados fazem parte da edição 2026 do painel Mercado de Distribuição, da EPE.
A energia injetada de micro e minigeração distribuída (MMGD) na rede atingiu 55 TWh em 2025, crescimento de 41,8% em comparação com 2024. Para 2026, é esperada pelas distribuidoras uma expansão de 18,1% (+10,0 TWh) em 2026, chegando a 65 TWh.
Em 2025, o montante de energia injetada de MMGD respondeu por 17,8% do consumo cativo. Em 2026, as distribuidoras esperam que a energia injetada de MMGD responda por 21,2% do mercado cativo (aumento de 3,3 pontos percentuais).
Os dados fazem parte da edição 2026 do painel Mercado de Distribuição, da Empresa de Pesquisa Energética (EPE), que reúne informações inéditas de energia injetada de mini e microgeração distribuída (MMGD) e perda na distribuição. Esse trabalho é produto da cooperação dos agentes de distribuição de energia elétrica, realizado no âmbito da Comissão Permanente de Análise e Acompanhamento do Mercado de Energia Elétrica (COPAM).
Quanto ao modelo de contratação, a participação do consumo livre no mercado de distribuição avançará de 39,9%, em 2025, para 41,2%, em 2026, ainda segundo as distribuidoras, o que representa aumento de 1,2 pontos percentuais.
Painel Mercado de Distribuição 2026 aponta alta de 20% na injeção de MMGD e avanço do mercado livre.
Publicação da COPAM revela que a micro e minigeração distribuída alcançará 21,2% do consumo cativo em 2026, enquanto a participação do ambiente livre nas redes de distribuição avança para 41,2%. (pv-magazine-brasil)




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