segunda-feira, 20 de setembro de 2021

BYD lança carro elétrico "baratinho" para concorrer com Renault Zoe

A BYD segue ampliando sua linha de carros elétricos e se posiciona como um dos principais players desse mercado. A fabricante chinesa inaugurou sua nova plataforma para veículos zero emissão e lançou o Dolphin, um hatch compacto com ótima autonomia e potência, preparado para concorrer com modelos consolidados como o Renault Zoe.

Segundo a montadora, o Dolphin é um compacto que oferecerá aos seus compradores um bom pacote "verde" e um excelente powertrain para a cidade. Ele será fabricado em quatro versões, que podem ir de 301 a 405 km de autonomia, e motores sempre variando entre o de 95cv de potência e 18,3 kgf/m de toque e o de 177cv e 29,5 kgf/m, suficientes para a proposta do veículo.

Suas medidas são de 4,15m de comprimento, 1,77m de largura e 1,57m de altura, com destaque para o excelente espaço entre eixos de 2,70m, comparável com de sedãs médios. Com esses números, o hatch compacto chinês se coloca como uma boa opção no mercado, batendo de frente com o já citado Renault Zoe e o ID.3, da Volkswagen, dois dos modelos mais vendidos da Europa.

O Dolphin é o primeiro fruto da e-platform 3.0, que será exclusiva de carros elétricos e será a base para o que a empresa chama de "Ocean Family". Em outras palavras, outros modelos serão desenvolvidos sobre ela e terão inúmeros avanços tecnológicos e com foco claro em um público mais jovem. A ideia é diferenciar a proposta de outras linhas da montadora, como a "Dragon Face", que tem como objetivo conquistar um mercado mais premium e esportivo.

Essa plataforma, aliás, vai permitir que, no futuro, os carros da BYD possam alcançar números impressionantes de autonomia, extraindo o máximo de capacidade das baterias de fosfato de ferro e lítio. A expectativa é de que, futuramente, elas forneçam alcance de mil quilômetros aos automóveis da marca.

Mais detalhes sobre equipamentos e tecnologias embarcadas no automóvel serão reveladas pela BYD em breve.

Preço e disponibilidade

A BYD informa que o Dolphin pode ser adquirido na China com preços que vão de R$ 78.400 a R$ 101.000 a partir de setembro. Segundo a montadora, é possível que ele também seja vendido na Europa, onde vai concorrer com os já citados Zoe e ID.3. Não há previsão de que a empresa traga esse modelo ao Brasil, que hoje conta apenas com o furgão elétrico eT3. (yahoo)

Homem cria carro movido a óleo de fritura, que faz 10 km/l

Homem cria carro movido a óleo de fritura, que faz 10 km por litro.
Você não sabe como descartar o óleo vegetal e acaba juntando potes de óleo usados ou até mesmo jogando no ralo contaminando águas, ecossistemas aquáticos e o solo, impermeabilizando a área? Saiba que é possível que esse óleo se torne um ótimo combustível para o seu carro, barato e pouco poluente.

O ecologista Paulo Roberto Lenhardt, residente no Rio Grande do Sul, foi pioneiro na instalação de um sistema que permite ao motor a diesel funcionar à base de óleo vegetal. Ele começou a reciclar o óleo vegetal utilizado e adaptou a sua S10, motor MWM 2.8 turbo, para funcionar com esse produto que seria futuramente descartado.

Essa ideia vai além da questão ambiental e sanitária provocados pela destinação inadequada do óleo vegetal. O óleo de cozinha usado, é uma importante matéria-prima para um biocombustível de eficiência que pode ser comparada com a do diesel comum.

O inventor viajou o mundo buscando alguns exemplos de uso de óleo vegetal nos carros. Essa ideia está ligada aos princípios do Instituto Morro da Cutia de Agroecologia, em que faz parte, que é promover o desenvolvimento rural sustentável, por meio da agroecologia, e da educação ambiental, atuando regional, nacional e internacionalmente. A partir daí, teve a ideia de substituir o uso do combustível fóssil extremamente poluente por um combustível sustentável.

Entre os benefícios da utilização do combustível a base de óleo vegetal, os ambientalistas destacam a redução de até 75% de emissão de gases estufa, se comparado aos combustíveis fósseis. Além da alta disponibilidade de óleos vegetais no Brasil também, o que também torna positiva a utilização desse óleo como combustível. Outro benefício que pode ser citado é a possibilidade de autossuficiência de cada cidadão.

Outro ponto a favor desse biocombustível é que ele lubrifica o motor, tendendo a aumentar sua vida útil, inclusive dificultando que a bomba injetora acabe ficando entupida. (engenhariahoje)

Empresários criam criptomoeda para estimular geração de energia solar

Grupo de empresários cria nova criptomoeda brasileira para estimular geração de energia solar.
BTC e energia solar.

Visando a sustentabilidade, um grupo de empresários desenvolveu uma criptomoeda que conseguiu arrecadar mais de R$ 1 milhão em duas horas. Todo o valor arrecadado será voltado a uma usina de energia solar

A energia solar é uma das fontes mais limpas e sustentáveis para se transformar recursos em eletricidade, tendo em vista que o sol é uma fonte infinita e limpa. De acordo com essas e outras informações, um grupo de empresários desenvolveu a criptomoeda Light DeFi, que foi lançada recentemente no mercado com o objetivo de atrair e entusiastas da energia renovável.

Empresários falam sobre a criptomoeda brasileira que estimula a geração de energia solar

A meta é que 5% dos valores arrecadados com a venda do ativo sejam voltados à construção de uma planta de energia solar na Bahia, que é situada em local privilegiado no quesito de fortes luzes solares e também com boas chances de escoamento e viabilidade energética.

De acordo com Germano Sales, um dos empresários da Light DeFi, a empresa enxerga um grande potencial no mercado de energia solar, já que a demanda por esse serviço é enorme. Então a Light DeFi decidiu criar a criptomoeda para viabilizar investimentos e tirar projetos do papel.

Criptomoeda arrecada R$ 1 milhão em apenas 2 horas.

LIGHT DEFI já disparou mais de 14000% e pode ir além.

De acordo com o participante do grupo de empresários, em apenas duas horas após o lançamento, o ativo já tinha arrecadado mais de R$ 1 milhão e registrava valorização de 14.000% com mais de 2.600 investidores.

Vale ressaltar que a criptomoeda foi criada para ser sustentável, sendo assim o lucro que é recebido com a geração de energia solar é utilizado para comprar ainda mais criptomoedas, fazendo com que ela dependa bem menos do mercado externo.

A ideia é que, mesmo não havendo uma grande procura por parte dos investidores em determinados momentos, a moeda seja levada pelo próprio capital investido com o retorno das usinas de energia solar.

Ricardo Nogueira, um dos empresários que também participou do processo de criação da criptomoeda, o mecanismo foi planejado por muito tempo. Parte das taxas arrecadadas na negociação da Light DeFi será voltada à construção de usinas de energia solar fotovoltaica e a outra parte do lucro será investido na moeda virtual. Empresário afirma que não será nada baseado apenas em especulações.

Valor arrecadado com a venda da criptomoda já foi investido em uma usina solar na Bahia

De acordo com Sales, a Bahia é um ponto estratégico na geração de energia solar no Brasil e por isso foi a selecionada pelos empresários para a implantação da futura usina da Light.

Atualmente, a Bahia é uma das líderes nacionais na geração de energia solar, com 25% das usinas solares instaladas, de acordo com a Aneel e a SDE. De acordo, também, com a SDE, os municípios de Tabocas do Brejo Velho, Juazeiro, Bom Jesus da Lapa, Salvador, Itaguaçu da Bahia e Guanambi receberam um investimento maior que R$ 3 bilhões que gerou cerca de 18 mil vagas de emprego diretos e indiretos na fase de construção dos parques solares.

Além disso, José Bione, segundo gerente de pesquisa, desenvolvimento e inovação da Companhia Hidrelétrica do São Francisco (Chesf) está estudando a instalação de usinas de energia solar offshore nos reservatórios de hidrelétricas. Vale ressaltar também que o estado possui o maior parque de energia solar do país, no município de Bom Jesus da Lapa.

Criptomoeda SolarCoin lhe paga por se tornar sustentável.

Uma nova criptomoeda com uma torção movida a energia solar poderia ser apenas o incentivo que precisamos para fazer a mudança para a energia limpa. Enquanto a maioria dos cryptomoedas são apenas cópias temáticas de Bitcoin, como o Dogecoin, com base em um Meme famoso internet, é um exemplo notável, Solarcoins são um pouco mais difíceis de ganhar. (clickpetroleoegas)

sábado, 18 de setembro de 2021

Carro voador com sistema inovador de propulsão sem hélices

Este carro voador tem um sistema inovador de propulsão sem hélices.

Empresa desenvolve carro voador com sistema inovador de propulsão sem hélices.

Você já ouviu falar em propulsão fluídica?

Essa foi a tecnologia escolhida pela startup Jetoptera para o desenvolvimento de seu carro voador elétrico e promete ser ainda mais revolucionária do que os demais modelos que estão em testes pelo mundo, principalmente por dispensar o uso de hélices ou rotores, bem comuns nos eVTOLs (veículos elétricos com decolagem vertical).

Programado para ser lançado em dois anos, o J-2000 está em desenvolvimento para funcionar tanto com motorização elétrica quanto a combustão. Seu diferencial, porém, é que, para decolar e acelerar, o propulsor não vai demandar hélices, e sim pequenos jatos acoplados no interior da fuselagem e que serão mais silenciosos do que a solução comumente adotada por empresas como Embraer e Volocopter.

Esses jatos utilizam uma espécie de ventilador sem pás para gerar o ar que transpassará por dois orifícios e dará ao carro voador a capacidade de acelerar e decolar com mais eficiência e menor ruído. O ar é forçado para trás sobre uma superfície que possui formato de asa ao redor de um anel, onde é criada uma pressão negativa que dá ao veículo sua sustentação.
Estrutura do J-2000 é bem diferente dos demais eVTOLs do mercado.

A Jetoptera afirma que esse tipo de sistema melhora a eficiência da propulsão do carro voador em 10%, além de reduzir o consumo de combustível em 50% em comparação aos pequenos turbojatos. A tecnologia fluídica, se comparada com as variantes equipadas com hélices, é 30% mais leve e também muito menos complexa.

"[A propulsão fluídica] tem muitas vantagens em relação a outras abordagens: mais rápida, mais simples, mais silenciosa, mais compacta e com custo mais baixo. Nosso sistema de propulsão é distribuído e se adapta naturalmente à nossa missão de criar aeronaves de decolagem e pouso vertical de velocidade, alcance, carga útil e eficiência incomparáveis para o transporte de cargas e pessoas", disse a Jetoptera em comunicado publicado em seu site.

Assista ao vídeo: https://youtu.be/Z8ARFa7HE3c

Segundo a Jetoptera, o J-2000, foi batizado com esse nome devido ao seu peso máximo de decolagem, que é de 2.000 libras (907 kg). Já com relação ao desempenho, a startup afirma que a energia necessária para impulsionar o modelo de entrada da aeronave a 320 km/h por 30 minutos é de 100 kWh, podendo ser fornecida por meio de uma bateria de íon-lítio de 600 kgs ou 26kgs de querosene.

A empresa também afirma que o J-2000 não será o único modelo em desenvolvimento. Estão programadas versões mais rápidas e com mais capacidade de carga. (canaltech)

Proposta do governo Brasileiro vai incentivar energia solar

Governo Brasileiro incentiva a escolher energia solar

Uma proposta do Governo Brasileiro pode levar 3,5 milhões a escolher energia solar, mas a proposta ainda está parada na Câmara, onde aguarda votação no plenário!

O projeto lei 5829/2019 está parado no Congresso Nacional, tendo como objetivo incentivar o uso de energia solar no Brasil, que pode ir até 3,5 milhões a escolher energia solar. O que significará um aumento de 680% no uso da tecnologia solar no país até 2031!

Estes números são baseados num estudo sobre a expansão de energia no Brasil que foi concluído em julho pela Empresa de Pesquisa Energética (EPE), órgão vinculado ao Ministério de Minas e Energia.

Se a proposta for aprovada, 4,1 milhões de brasileiros irão ter energia solar na sua casa até 2031, sendo que atualmente apenas há 525 mil utilizadores da energia solar no país (dados da ANEEL – Agência Nacional de Energia Elétrica).

O projeto tem ainda capacidade para proporcionar até 2031, uma potência instalada de 35,6 GW, perante os atuais 6,2 GW!

Os investimentos serão superiores a R$ 120 bilhões!

Estudo que incentiva a escolher energia solar

O estudo realizado pela EPE faz parte do Plano Decenal de Expansão de Energia (PDE 2031), onde são traçados vários cenários sobre o uso de fontes de energia alternativas, como a energia solar para o período de 2022 a 2031.

O principal cenário é mesmo o da aprovação do projeto, em que se prevê a manutenção de incentivos e a criação de regras de transição para os consumidores que gerem a sua própria energia solar!

A proposta está parada no plenário da Câmara, tendo já sido incluída nas votações do plenário 15 vezes desde março, mas nunca chegou a ser votada! (portal-energia)