quarta-feira, 2 de dezembro de 2020

Cargill planeja levar energia eólica para os navios em alto mar

Multinacional Cargill planeja levar energia eólica para os navios em alto mar.
Modelo de navio da Cargill.

A multinacional Cargill pretende adicionar velas gigantes de energia eólica em navios de carga para reduzir as emissões de carbono

A Cargill, maior negociante de commodities agrícolas do mundo, planeja aproveitar a energia eólica fixando enormes velas em parte de sua frota de navios de carga para reduzir o uso de combustível e as emissões de gases de efeito estufa. O transporte marítimo é responsável por cerca de 90% do comércio mundial e também por quase 3% das emissões de dióxido de carbono antropogênicas.

Cargill promete reduzir as emissões de carbono usando energia eólica nos navios.

Navio movido a energia eólica poderá transportar até 7 mil carros.

A indústria prometeu cortar as emissões de gases de efeito estufa em 50% até 2050, em relação aos níveis de 2008. Como ela chega lá e quais novas tecnologias de combustível ela usará para substituir as tradicionais baseadas no petróleo dos navios ainda está em jogo.

A Cargill quer adicionar – em uma ideia ainda não testada – velas de asa sólida para coletar energia eólica, de até 45 metros (148 pés), presas aos conveses de navios de carga com cascos especialmente projetados que o comerciante e seus parceiros dizem que podem reduzir o uso de combustível em até 30%. A Cargill, sediada em Minnesota, tem cerca de 600 navios afretados a qualquer momento.

Até 90% mais limpo que navios comuns.

Custos de Carbono

Alguns dos principais fretadores e proprietários de navios, incluindo o gigante do comércio de petróleo e metais Trafigura Group, propuseram um imposto sobre as emissões de dióxido de carbono para reduzir a pegada da indústria e cumprir as metas climáticas.

O novo empreendimento de vela de energia eólica, que poderia ter navios-tanque MR2 cada um equipado com três asas na água até 2022, está sendo concluído em parceria com a BAR Technologies, uma empresa britânica derivada da Ben Ainslie Racing (BAR) – a homônima britânica equipe de vela do medalhista olímpico e vencedor da Copa América. Nenhum detalhe financeiro específico foi divulgado. (/clickpetroleoegas)

TR indica necessidade de mitigar impacto visual

Eólica offshore: TR indica necessidade de mitigar impacto visual.

Documento que ainda não foi oficialmente lançado aponta necessidade de afastamento de até 20 km de áreas com pesca artesanal.
O IBAMA já tem protocolado nove pedidos de licenciamento ambiental de projetos eólicos offshore. E apesar de ainda não estar oficializado, já circula no mercado o termo de referência (TR) que estabelece as diretrizes e critérios técnicos gerais que deverão fundamentar a elaboração do Estudo de Impacto Ambiental (EIA) e o respectivo Relatório de Impacto Ambiental (Rima), a fim de subsidiar o processo.

De acordo com o documento que a Agência CanalEnergia teve acesso, o conjunto de regras para a elaboração dos documentos é aplicável a processos classificados como de “significativo impacto ambiental, sendo adaptado a particularidades do projeto e da região onde se insere”. Já projetos experimentais, com até duas turbinas, ou que serão instalados sobre plataformas já existentes, poderão demandar estudo ambiental simplificado.

No documento elaborado pelo instituto com base na consulta pública realizada, o TR inclui em seu escopo os aerogeradores, a rede conectora submarina e sua subestação marítima, a rede de transmissão de energia, incluindo seu trecho submarino e seu trecho terrestre subterrâneo, assim como o segmento aéreo até a conexão com o Sistema Interligado Nacional. E ainda, a subestação terrestre e as áreas de apoio exclusivas para a obra. E ressalva que caso a linha de transmissão proposta não se enquadre no procedimento simplificado, conforme os termos do Argo 5º da Portaria MMA nº 421 de outubro de 2011, seu diagnóstico deverá atender às exigências do TR básico para linhas de transmissão.

Acerca das unidades de geração, aponta o documento, o interessado deverá apontar a localização das turbinas, a localização e tipo de estruturas para medições meteo-oceanográficas, o tipo e especificação técnica dos aerogeradores, a produção de energia, a descrição da proposta de transmissão e sistema de cabos, a iluminação de navegação.

E detalhar ainda a potência prevista em MW, área total e percentual de área com intervenção durante todas as fases do empreendimento: Planejamento, Implantação, Operação e Descomissionamento. Fazem parte da descrição ainda as técnicas de construção, a localização de cabos submarinos e suas características técnicas, assim como das linhas de transmissão. Entre outros itens.

O documento ao qual a reportagem teve acesso possui 26 páginas e há indicações de que é necessário utilizar a experiência internacional para as alternativas de localização, uma vez que ainda não há Planejamento Espacial Marinho no Brasil. Da costa, não ficou recomendada uma distância mínima, houve a sugestão de estar a pelo menos 25 km de distância. Houve quem indicasse a necessidade obrigar parques a serem instalados a pelo menos o dobro dessa distância. A sugestão inicial, apontou o Ibama, teve sua origem na distância média dos empreendimentos eólicos offshore em instalação na Europa, entre outros pontos, incluindo o impacto visual.

Em locais onde há pesca artesanal, a recomendação é de distanciamento que pode variar de 18,5 km a 20 km desses locais.

O TR indica que a determinação do distanciamento mínimo da costa deverá considerar os impactos previstos na região de inserção do empreendimento. E que para justificar o distanciamento mínimo da costa é necessário que o EIA avalie quais impactos o empreendimento irá causar e qual o distanciamento recomendado para mitigá-los. O Ibama recomenda a apresentação em formato de tabela para demonstrar didaticamente os impactos identificados na região, os distanciamentos relacionados a cada impacto e o estudo ou estudos que embasaram o distanciamento proposto.

No local planejado para o empreendimento devem ser apresentadas informações sobre a frequência de evento meteorológico ou oceanográfico, frequência, Intensidade mínima e máxima, e ainda, as possíveis consequências adversas dos eventos para o projeto.

Devem ser alvo do documento estudo sobre diversas formas de vida marinha, dinâmica das correntes marítimas e transporte de sedimentos. E ainda, temas já presentes nas discussões dos parques onshore como aves migratórias.

E ainda é exigido um plano de gestão ambiental onde os proponentes deverão apresentar, de forma conceitual, os planos, programas e medidas a serem adotados em todas as fases do empreendimento para evitar, atenuar ou compensar os impactos adversos e potencializar os impactos benéficos, indicando os fatores e parâmetros a serem considerados.

O tema foi colocado em consulta pública durante o período de janeiro a abril de 2020. O Ibama lembrou que o prazo de contribuições foi prorrogado devido à pandemia de covid-19. Ao total, o instituto contabilizou o recebimento de contribuições de 26 empresas, associações, órgãos públicos, universidades e especialistas.
Nova fronteira

A modalidade offshore da geração eólica foi apontada durante o 11º Brazil Windpower, como o próximo passo da fonte por aqui. Tanto que a estimativa é de que essa tecnologia já dá sinais de que em três a quatro anos poderá ser competitiva ante as demais fontes. Isso porque o preço dos equipamentos estão em uma curva descendente. (canalenergia)

Eficiência energética para hospital em São Paulo

Enel aplica R$ 1,3 mi em eficiência energética para hospital em São Paulo.
Projeto contou com a substituição do chiller da central de ar-condicionado e de mais de 4 mil lâmpadas fluorescentes por LED.

A Enel Distribuição São Paulo entregou as obras do projeto de eficiência energética no Hospital Geral do Grajaú, na Zona Sul de São Paulo. Com investimento de R$ 1,3 milhão, a iniciativa contou com a substituição do chiller da central de ar-condicionado e a troca de 4.556 lâmpadas fluorescentes pelo modelo LED, mais eficientes e com maior durabilidade ao longo do tempo, informa a companhia.

A previsão do projeto é que o hospital tenha uma redução de 1.418 MWh/ano no seu consumo energético, o equivalente à demanda de 590 residências ao mês, além de uma economia de R$ 646 mil ao ano na conta de luz do hospital.

Além dos ganhos energéticos, a instalação de lâmpadas LED melhora a luminosidade dos corredores, consultórios e salas de cirurgia do hospital e, consequentemente, a visibilidade dos pacientes, funcionários, enfermeiros e médicos. Já a substituição do chiller da central de ar-condicionado consegue proporcionar melhor resfriamento e conforto térmico no local com um menor consumo energético. (canalenergia)

Inaugurada em Montenegro/RS usina de energia solar com 3.528 placas fotovoltaicas

Usina de energia solar com 3.528 placas fotovoltaicas é inaugurada no interior de Montenegro – RS.
Usina de energia solar em Montenegro - RS.

Panvel, Grupo SKA e ERB inauguram usina de energia solar em Montenegro/RS.

A usina de energia solar com, mas de 3.000 placas fotovoltaicas do Grupo Dimed/Panvel Farmácias e Grupo SKA fica no Morro Fortaleza, no interior de Montenegro. A usina de energia solar, instalada e operada pela ERB, apresenta capacidade de 1.127 KWP, com 3.528 placas solares, capacidade anual de geração de energia limpa de 1.680.000 KWH e abastecerá  25 lojas da Panvel Farmácias.

Terceira usina de energia solar no RS

É a terceira usina de energia solar da Panvel no Estado, sendo que as outras duas foram instaladas em Vacaria e Rosário do Sul. O local, na localidade de Fortaleza, foi escolhido devido ao relevo do terreno e facilidade logística para sua implantação.

O investimento é de cerca de R$ 4 milhões, podendo gerar energia para o equivalente a 842 residências e reduzir a emissão de 196 mil quilos de gás carbônico na atmosfera.

Investimento foi feito numa parceria entre a Rede de Farmácias Panvel, Grupo SKA e ERB Energia Regenerativa Brasil.

Empresa de energia solar almeja reduzir o nível de carbono na atmosfera coma a sua nova usina em RS

“A usina de energia solar Arno II faz parte do plano de geração de energia fotovoltaica para melhorar a eficiência energética da Panvel e se integra às estratégias da empresa focadas em iniciativas sustentáveis”, afirma Antonio Napp, diretor Financeiro e de Relações com os Investidores da Panvel.

O diretor-presidente da empresa afirma que um dos seus principais objetivos ao criar essa usina de energia solar fotovoltaica no interior do RS é não apenas reduzir o nível acentuado de emissão de carbono, mas também melhorar a qualidade de vida dos moradores da região.

Fazenda Solar conta com 3.528 placas. A partir delas, será gerada energia para 44 farmácias Panvel.

“É sem sombra de dúvidas surpreendente fazer parte de um projeto dessa dimensão como seria o caso da usina de energia solar Arno II, trabalhando não somente pela energia renovável, mas também para gerar empregos, destacada Alexandre Kranz, diretor comercial da ERB Energia Regenerativa Brasil’’. (clickpetroleoegas)

Conheça 11 tipos de combustíveis e suas principais diferenças

Sabe aquele parente que, nas reuniões em família, sempre diz que “no meu tempo tudo era mais simples”? Bom, quando estamos falando de tipos de combustíveis, ele pode ter razão. Antigamente, era comum encontrar apenas 3 variedades nas bombas. Hoje, a história é bem diferente.

Com o avanço tecnológico, muita coisa mudou, especialmente no setor automotivo. Os carros recebem cada dia mais tecnologia e apresentam propostas bastante inovadoras quando se trata de consumir combustível. Com a necessidade de tornar os motores mais econômicos e menos poluentes, os combustíveis também foram evoluindo e hoje existem diversas opções no mercado para abastecer o carro.

Mas será que você conhece todos os tipos e sabe a função e a indicação de uso de cada um? No post de hoje, abordaremos 11 tipos de combustíveis e mostraremos suas principais diferenças para que você não cometa nenhum equívoco na hora de abastecer. Vamos lá?

1. Gasolina comum

Mais fácil de ser encontrada nas bombas e também a mais conhecida do consumidor, a gasolina comum (oficialmente conhecida como Tipo C) contém enxofre na composição, o que a deixa mais poluente e também ocasiona o acúmulo de detritos no sistema de combustão ao longo dos anos.

De coloração amarelada, ela ainda pode conter de 25% a 27% de etanol anidro na composição, o que é regulamentado por lei.

2. Gasolina aditivada

A gasolina aditivada é a mesma Tipo C, porém a com a adição de agentes detergentes em sua composição, o que a deixa com uma coloração esverdeada. Diferente da comum, os detergentes da aditivada impedem o acúmulo de detritos e promovem uma limpeza interna do motor.

Vale ressaltar que, apesar de muita gente acreditar que esse tipo de gasolina aumenta a potência do motor, ela não tem nenhum impacto na performance do carro.

3. Gasolina premium

Bem mais cara e também mais difícil de ser encontrada, a gasolina premium tem uma composição bastante diferente da Tipo C. Com uma octanagem maior, ela é capaz de produzir uma queima muito eficiente, trazendo mais potência.

Essa eficiência também ajuda a prolongar a vida útil dos componentes do motor que estão ligados ao sistema de combustível e combustão, poluindo menos e durando mais.

4. Etanol

O etanol, popularmente conhecido como álcool veicular, é um dos combustíveis mais conhecidos no país. Aqui no Brasil, maior produtor e consumidor desse tipo de combustível, ele é produzido principalmente a partir da cana-de-açúcar e é categorizado como renovável, diferente da gasolina e do diesel.

Ele tem uma octanagem maior do que a da gasolina, o que gera mais potência ao motor, mas também acaba tendo um consumo maior. Além disso, por conter 4% de água, o carro precisa ser preparado e certificado para utilizar esse combustível sem danificar o motor.

5. Etanol aditivado

Além de ser mais caro que o etanol comum, o aditivado tem um rendimento em média 3% maior do que o comum. Isso traz um pouquinho de potência a mais e ainda ajuda o carro a consumir menos.

Assim como acontece com a gasolina aditivada, o etanol aditivado contém agentes detergentes que limpam o motor e ajudam a prevenir problemas recorrentes em carros flex como o entupimento dos bicos, por exemplo.
6. Diesel comum

O diesel comum é um dos combustíveis mais utilizados pela frota de veículos pesados do país e do mundo. Devido a seu alto rendimento e aos motores diesel desenvolverem muito torque, ônibus, caminhões e máquinas pesadas utilizam esse tipo de combustível.

Seu preço é competitivo, mas sua principal desvantagem está na poluição. O derivado do petróleo tem uma queima diferente dos outros combustíveis, o que acaba gerando níveis de poluição muito maiores do que a gasolina e, principalmente, o etanol.

7. Diesel S-10

O S-10 é um diesel menos poluente, desenvolvido para atender às determinações de consumo e poluição dos motores modernos e também de entidades reguladoras como o PROCONVE (Programa de Controle à Poluição do Ar por Veículos).

Alguns veículos novos só podem ser abastecidos com diesel S-10, pois o diesel comum, além de poluir mais, pode danificar componentes do motor preparados para receber apenas a versão mais moderna do combustível.

8. Diesel aditivado

O diesel aditivado (tanto S-10, como o comum), como acontece com outros combustíveis de nossa lista, também possui agentes detergentes para eliminar resíduos, corrosão e até bolhas que se formam no armazenamento do combustível.

A diferença nesse caso é que esses agentes começam a agir já durante o abastecimento. Em muitos casos, a limpeza no tanque é tão grande que é possível ganhar uns litros a mais.

9. Diesel premium

O diesel premium (tanto S-10, como o comum) conta com uma composição especial. Ele contém uma maior quantidade de catano e hidrocarboneto, que aumentam a qualidade da ignição do combustível. Isso traz mais desempenho ao motor, melhorando a queima e a emissão de gases.

A principal diferença que o motorista deve notar é nas retomadas, que são o calcanhar de Aquiles dos motores diesel há muitos anos.

10. GNV

Muito popular entre os taxistas de diversas capitais e grandes cidades do país, o Gás Natural Veicular (GNV) ocupa o segundo lugar do combustível menos poluente de nossa lista. Ele também é o que apresenta o melhor consumo e o menor preço, chegando a ser 60% mais barato que a gasolina.

A desvantagem está no espaço que os cilindros ocupam no porta-malas e a qualidade das preparações para GNV. Geralmente, os carros que já possuem a opção de GNV de fábrica duram muito mais tempo do que os convertidos posteriormente.

11. Eletricidade

O mais novo ocupante na lista de combustíveis é a eletricidade. Os carros elétricos estão lentamente se tornando realidade, pelo menos no Brasil. Aqui, o principal veículo a utilizar esse tipo de combustível é o BMW i3, mas modelos híbridos como o Prius e o Fusion já começaram a deslanchar.

A eletricidade é mais barata que qualquer combustível de nossa lista. Ela também emite zero poluentes e é de longe o combustível mais ecológico. A grande desvantagem é o tempo de recarga, mas que vem sendo superado com a utilização de postos de recarga super-rápidos.

E aí, conhecia todos os tipos de combustíveis à sua disposição? São muitas variações e, muitas vezes, não sabemos qual vale a pena utilizar. Por isso, aproveita para dar uma lida em nosso artigo: Vale a pena usar gasolina aditivada? Entenda! (portalautoshopping)