terça-feira, 24 de novembro de 2020

Jovens de SP alavancam empresa e colocando-a entre as maiores em energia solar

Jovens de SP alavancam empresa e colocando-a no patamar das maiores empresas de energia solar.

Entenda como 03 jovens do interior de SP conseguiram alavancar a sua empresa e coloca-la no patamar das maiores empresas de energia solar do Brasil.
Painéis de energia solar.
Não é todo dia que podemos observar jovens do interior de SP fazendo sucesso, ainda mais quando se trata da energia solar, que é um mercado relativamente novo em solo brasileiro.

Tudo começou no ano de 2015, onde um único jovem do interior de SP teve a inciativa de criar uma empresa com foco voltado para engenharia, projetos e manutenção e em seguida após conhecer dois jovens engenheiros a SIMEPE energia solar ganhou vida, mas como esses três jovens conseguiram alavancar a sua empresa e coloca-la no patamar das maiores empresas de energia solar do Brasil?

Uma oportunidade de empreender no mercado de energia solar – foi o que esses jovens do interior de SP conseguiram enxergar.

Esses trens jovens do interior de SP conseguiram enxergar uma oportunidade no mercado de energia solar e a exploraram com todos os seus esforços, e graças a dedicação desses três jovens a empresa já conta com mais de 350 projetos entregues e mais de 10 mil kWp instalados, a empresa viu seu faturamento disparar, fechando o ano de 2019 com 20 milhões de reais faturados.

Empresas que usam energia solar contribuem para um ambiente sustentável.

Em 2020, mesmo em meio à crise econômica, apresentou crescimento de 30%, comparando com o mesmo período do ano anterior.

Sobre a Siemepe energia

A Simepe atua no segmento de energia solar, sendo considerada a maior empresa do Vale do Paraíba em sistemas fotovoltaicos instalados. Ela oferece ao cliente a solução completa na geração de energia solar, desde os serviços de instalação, engenharia e equipamentos, até o suporte técnico e comercial não apenas em SP, mas em todo território nacional.

O objetivo principal da empresa de energia solar é atuar como agente transformador ao incentivar a sustentabilidade dentro das organizações comerciais, industriais e residências com o propósito de preservar o meio ambiente e, assim, tornar o mundo melhor para a atual e futuras gerações.  (clickpetroleoegas)

Consumimos mais energia do que nos 12 mil anos anteriores

Em 70 anos, consumimos mais energia do que nos 12 mil anos anteriores.
Os seres humanos consumiram, de 1950 até o presente (70 anos), uma quantidade de recursos energéticos (principalmente energias fósseis como o carvão e os hidrocarbonetos) superior ao que consumiram nossos antepassados no Holoceno, uma época geológica que se estende por aproximadamente 11.700 anos até a atualidade.

O grande consumo de energia pelo homem está causando um impacto ambiental, em especial no clima, sem precedentes em nosso planeta, pelo menos em termos da velocidade dessa mudança traumática.

A comparação entre o consumo de energia durante o Holoceno e o Antropoceno (denominação proposta para a época em que vivemos, há aproximadamente 70 anos), bem como seus efeitos no meio ambiente do planeta são os elementos essenciais de um estudo assinado por 18 especialistas, de 8 países, cujos resultados foram apresentados em artigo científico publicado no primeiro número da revista Communications Earth and Environment, do grupo editorial Nature Research (Springer Nature).

Os autores do estudo fazem parte do Grupo de Trabalho Antropoceno, da União Internacional de Ciências Geológicas (Anthropocene Working Group #AWG). Entre os signatários deste artigo científico está o pesquisador Alejandro Cearreta, professor de micropaleontologia da Universidade do País Basco (UPV/EHU).

O estudo do consumo de recursos energéticos se apresenta nesta pesquisa como um elemento essencial para a aceitação da denominação Antropoceno como uma nova época geológica, posterior ao Holoceno.

De fato, indicam os autores deste estudo, no futuro – a muito longo prazo – os estudos que forem realizados sobre as camadas geológicas da superfície do nosso planeta irão mostrar uma alteração importante nas correspondentes ao tempo em que vivemos atualmente. Nesta camada correspondente ao Antropoceno, indicam os autores, será observado que nossa sociedade é caracterizada pelo consumo e pela geração de resíduos como plásticos e cinzas e partículas geradas pela combustão de hidrocarbonetos.

Uma mudança radical

Os especialistas observam, com os dados quantificados neste estudo, uma “mudança radical”, a partir dos anos 1950, com “o crescimento exponencial do consumo de energia, o desenvolvimento da produtividade econômica e o vertiginoso aumento da população”, que deixam conjuntamente “muitas pegadas geológicas”, segundo aponta a Efe, a partir do resumo informativo deste estudo divulgado pela Universidade Livre de Berlim (FUFreie Universität Berlin), a qual pertence um dos autores, o professor Reinhold Leinfelder.

Em números, os responsáveis por esta pesquisa científica estimam que o consumo de energia da humanidade, nos últimos 70 anos, aumentou aproximadamente 22 zetajoules, em comparação com apenas aproximadamente 14,6 zetajoules, no período entre o final da última Era do Gelo (11.700 anos atrás) e 1950.

O crescimento considerável no consumo de recursos, nas últimas décadas, tem sido impulsionado principalmente pelo uso de combustíveis fósseis, destacam os autores em várias seções de seu estudo.

Consumo de energia na Terra desde 1950 foi superior aos 12 mil anos anteriores.

A humanidade gastou mais energia desde 1950 do que nos últimos 12.000 anos, avança um estudo científico da Universidade Livre de Berlim, que também diz que o ser humano deixa "pegadas geológicas".

Atividade humana e mudanças climáticas

Os especialistas que participam desta pesquisa destacam que o consumo de recursos energéticos como carvão e petróleo é a principal causa das atuais mudanças climáticas.

As mudanças observadas têm um ponto de decolagem que se situa nos anos 1950, mas os resultados das análises também mostram que o ser humano exerce uma influência cada vez maior sobre o planeta. “Temos que ter esperança de que a humanidade aprenda a se considerar uma parte do sistema terrestre, que deve seguir operativo e vital como um todo. Nós, os seres humanos, como um coletivo, entramos nesse imbróglio. Devemos cooperar para sair dele novamente”, adverte o professor Reinhold Leinfelder.

Para Colin Summerhayes, geólogo da Universidade de Cambridge e coautor do novo estudo, os resultados que agora se apresentam “tornam extremamente difícil para quem quer levantar dúvidas minar os dados científicos que apontam para o aquecimento global e outros problemas derivados da imensa influência da atividade humana”, segundo declarações difundidas pela FU.

Este pesquisador do Scott Polar Research, da Universidade de Cambridge (Reino Unido), explica que, neste caso, “a ciência é unívoca”, porque “não é mais possível explicar de maneira inteligente que o ser humano não é responsável pelo aquecimento global observado nas últimas décadas”.

Os “modelos do sistema terrestre apontam que retardamos a próxima era glacial em pelo menos 50.000 anos e que estamos no melhor caminho para pôr fim ao ciclo glacial-interglacial do Quaternário tardio”, recorda Will Steffen, da Universidade Nacional da Austrália.

Caminho da sexta extinção

“Mesmo se amanhã todos os seres humanos fossem para outro planeta, nossa influência antrópica das últimas gerações permanecerá por milênios na crosta terrestre, nos fósseis e no clima do planeta”, destacou John McNeill, da Universidade de Georgetown/USA.

O cientista John Day, da Universidade do Estado da Luisiana (Estados Unidos), lembra que com as mudanças climáticas e a destruição do meio ambiente, a humanidade caminha para a sexta grande extinção em massa, na qual “partes significativas da Terra se tornam inóspitas para o Homo sapiens por causa de incêndios florestaisfuracões e chuvas intensas”.

A geóloga da Universidade do Colorado, em Boulder, e principal autora do estudo, Jaia Syvitski, quem se encarregou de reunir em um artigo para a Springer Nature os comentários de seus colegas, destacou que para o ser humano pode parecer impossível à primeira vista ter transformado de maneira completa e “inconscientemente” o planeta.
Consumiu-se mais energia em todo o planeta Terra desde 1950 do que nos 12 milênios anteriores.

“Quando avaliamos nossos dados, senti-me como uma repórter de guerra”, acrescentou, referindo-se ao trabalho de documentar a pegada ecológica da humanidade em nível planetário. (ecodebate)

Painéis solares mais eficientes apresentados por cientistas

Novo desenho de painéis solares mais eficientes garante aumento de 125% na absorção da luz solar.

Nova configuração de painéis solares mais eficientes permite aplicação de células solares ainda mais finas, leves, flexíveis e versáteis.

Painéis solares fotovoltaicos mais eficientes

Esta proposta está a ser trabalhada e desenvolvida por investigadores de Portugal e do Reino Unido, sendo que este desenho de painéis solares pode dar energia a mais casas e a outras superfícies, como barcos ou mesmo tendas!

O desenho proposto para estes painéis solares mais eficientes é aplicar um padrão em xadrez, o que lhe dará mais do dobro da capacidade de aproveitamento da luz solar. Pelo menos é o que os investigadores da Universidade Nova de Lisboa e da Universidade britânica de York acreditam e foi essa uma das primeiras conclusões obtidas.

Assim a nova configuração permite o uso de células solares mais finas, leves, flexíveis e versáteis, logo podem ser adaptadas a outras estruturas e assim dar energia em mais locais. Desde barcos, casas, tendas…

Ao optarem por um padrão em xadrez aumenta-se a probabilidade da luz ser absorvida e assim gerar mais eletricidade. Este tipo de células solares pode ser aplicado a materiais leves que serão por sua vez mais fáceis de manusear, mais baratos e ainda serão produzidos de forma mais sustentável, pois atualmente o silício usado para criar as atuais células requer processos de fabrico de elevado consumo energético!

O refinamento do silício é um processo moroso e intensivo do ponto de vista energético, assim, o uso de células de silício 10 vezes mais finas vão permitir reduzir a necessidade de refinarias, além de que ficariam mais baratas, levando à transição da economia para uma economia mais verde e amiga do ambiente, diz Christian Schuster da Universidade de York!

Diz ele que “Encontrámos um truque simples para fortalecer a absorção de células solares finas”, truque que veio permitir um aumento de 125% na absorção da luz solar, tornando os painéis solares mais eficientes. Esse aumento na absorção solar é mais no interior que na superfície das células!

Painéis solares na Serra do Caldeirão.

Painéis solares mais eficientes propostos por cientistas de Portugal e Reino Unido, fazem a absorção da luz aumentar 125% com os novos painéis, segundo os resultados da equipe de cientistas.

Este método além de poder ser usado em células solares, pode ainda ser aplicado em barreiras acústicas, painéis quebra-vento, superfícies antiderrapantes, biosensores e arrefecimento, e isso devido a ser mais leve e maleável! (portal-energia)

Brasil precisará de energia renovável para evitar um futuro apagão

Brasil precisará de energia renovável para evitar apagão em um futuro não tão distante.
Energias renováveis.
Não pense que apagão só acontece em filme, o nosso país precisa ampliar os esforços em energia renovável o quanto antes, em um futuro não tão distante o Brasil pode escurecer por sobrecarga nas matrizes energética.

Em 2019 um apagão tirou a energia de toda Argentina e do Uruguai, afetando dezenas de milhões de pessoas em uma falha elétrica que as autoridades consideram sem precedentes em seu alcance e que poderia ser evitado com investimento em energia renovável.

A causa do apagão na Argentina permaneceu sob investigação, quando a energia foi restaurada em grande parte para ambos os países. Grande parte da Argentina foi atingida por fortes chuvas no fim de semana, e a concessionária estatal do Uruguai, UTE, disse que alguns sistemas foram danificados pelas chuvas recentes e ainda precisam ser consertados.

PDE – Plano Decenal de Expansão de Energia para evitar apagão

A principal indicação para evitar apagão no Brasil é o PDE 2023, destacando o fato de que Brasil será grande produtor de petróleo mantendo a matriz energética limpa.

O petróleo do Pré-Sal tornará o país grande produtor e exportador mundial em 2023, respondendo por 2/3 da produção nacional. Outro importante destaque é a significativa participação da energia renovável na geração elétrica nos próximos 10 anos.

Destaca-se, no horizonte decenal, o expressivo crescimento da participação do parque eólico que deverá responder por mais de 10% da capacidade instalada em 2023, refletindo a competitividade desta fonte no horizonte decenal.

Precisamos aperfeiçoar a recuperação energética do Brasil

Para que isso se torne real, o Brasil precisa eliminar cerca de 3 mil lixões, uma vez que estes causam grandes danos ambientais, se faz necessária  a substituição desses lixões por aterros sanitários regionais.

A geração de energia renovável por meio dos resíduos sólidos também é um grande incremento na oferta energética. Tendo os investimentos nos lugares certos o Brasil não apenas poderá evitar apagão em um futuro próximo, como também se tornar um país sustentável e com uma matriz energética composta por energia renovável. (clickpetroleoegas)

P&D prevê uso rodoviário de ônibus elétrico e eletropostos no ES

Projeto de R$ 6,6 milhões da EDP acontece em parceria com a Weg, VIX Logística e Certi e visa avaliar uma possível ampliação da estrutura para outros parceiros e mercados.
A EDP está avançando com um projeto piloto de R$ 6,6 milhões em parceria com a VIX Logística, empresa do Grupo Águia Branca, Weg e Certi, no intuito de colocar em operação um ônibus elétrico nas ruas e estradas do Espírito Santo. Com chassi produzido pela BYD, o veículo rodoviário utiliza carroceria Viaggio na versão 1050, fabricada pela Marcopolo, e tem uma autonomia que pode chegar a 350 quilômetros.

Com duração de 18 meses, o P&D iniciado no ano passado também prevê a entrega de quatro estações de recarga rápida e baterias de lítio entregues pela WEG Electric Mobility, para operar de forma integrada por meio de uma plataforma de gestão que permitirá a realização de testes de funcionalidades e do modelo de negócio, no intuito de avaliar as condições e custo-benefício para uma possível ampliação futura, inclusive junto a outros mercados e parceiros.

Os eletropostos estarão instalados em locais estratégicos no estado capixaba, sendo dois em garagens do Grupo Águia Branca e outros dois em localidades próximas a clientes da VIX. Para recarregar a bateria de íons de lítio do veículo estima-se o tempo médio de 3 a 4 horas, dependendo do nível de carga das baterias, gerando autonomia para rodar cerca de 250 a 350 km com uma só carga.

Já a Certi contribuirá com estudos específicos de mercado, questões regulatórias e análises de viabilidade econômica, e a A VIX Logística será a operadora do ônibus, que realizará os testes de funcionalidade e as análises de viabilidade. Além da gestão geral do projeto, a EDP também proverá os serviços de mobilidade elétrica e operação dos carregadores.

Segundo Kaumer Chieppe, Presidente da VIX Logística, uma série de dispositivos de segurança e conforto estão presentes no veículo, como visão 360 com câmeras auxiliares, sensor de visão térmica e de fadiga, além de um sistema de inteligência artificial que atua na prevenção de colisões, dentre outros. Medições em tempo real com informações do desempenho também serão compartilhadas com as demais empresas parceiras na iniciativa.

“O primeiro ônibus elétrico de uso rodoviário do país nos permitirá conhecer e avaliar a viabilidade técnico-econômica da eletrificação desse sistema de transporte, por meio de testes em ambiente real, linhas selecionadas e em diversos clientes VIX, o que nos possibilitará evoluir para obtenção de custos competitivos em tecnologias alternativas ao diesel para ofertar e gerar valor aos nossos clientes”, afirma Chieppe.

O diretor da divisão de ônibus da BYD Brasil, Marcello Schneider, destacou as vantagens econômicas da operação elétrica. “Os ônibus são 100% elétricos e além de não poluentes, são econômicos, tendo custo operacional 70% menor que um ônibus a diesel convencional”, sustenta. (canalenergia)