segunda-feira, 24 de dezembro de 2018

INMETRO divulga lista com os carros mais econômicos do Brasil

Com o preço dos combustíveis cada vez maior, é importante prestar atenção no consumo do veículo antes de adquiri-lo. Um levantamento realizado pelo Inmetro pode ajudar nessa tarefa. A lista traz os carros mais econômicos do país e suas emissões de gás carbônico.
Confira abaixo:
10. Ford Ka SE
Consumo do carro: 1,49 MJ/km
Motor 1.0 12V flex: 13,5/15,7 km/litro com gasolina e 9,2/10,8 km/litro com etanol na estrada/cidade
Emissões de CO2 com gasolina: 86 g/km
9. Peugeot 208 1.2 Puretech
Consumo energético: 1,46 MJ/km
Motor 1.2 flex: 13,9/15,5 km/litro com gasolina e 9,6/10,7 km/litro com etanol na estrada/cidade
Emissões de CO2 com gasolina: 84 g/km
8. Fiat Mobi Drive GSR
Consumo energético: 1,43 MJ/km
Motor 1.0 12V flex: 14/15,9 km/litro com gasolina e 9,8/11,1 km/litro com etanol na estrada/cidade
Emissões de CO2 com gasolina: 89 g/km
7. Lexus CT 200h
Consumo energético: 1,41 MJ/km
Motor 1.8 VVT-i gasolina: 15,7/14,2 km/litro com gasolina e etanol na estrada/cidade
Emissões de CO2 com gasolina: 87 g/km
6. Volkswagen Move Up TSI
Consumo energético: 1,40 MJ/km
Motor 1.0 12V TSI turboflex: 14,3/16,3 km/litro com gasolina e 10/11,5 km/litro com etanol na estrada/cidade
Emissões de CO2 com gasolina: 86 g/km
5. Renault Kwid
Consumo energético: 1,39 MJ/km
Motor 1.0 12V flex: 14,9/15,6 km/litro com gasolina e 10,3/10,8 km/litro com etanol na estrada/cidade
Emissões de CO2 com gasolina: 86 g/km
4. Ford Fusion Hybrid
Consumo energético: 1,31 MJ/km
Motor 2.0 gasolina: 15,1/16,8 km/litro com gasolina e etanol na estrada/cidade
Emissões de CO2 com gasolina: 81 g/km
3. Volvo XC90 T8
Consumo energético: 1,20 MJ/km
Motor 2.0 T8 turbo gasolina: 16,4/18,9 km/litro com gasolina e etanol na estrada/cidade
Emissões de CO2 com gasolina: 150 g/km
2. Toyota Prius
Consumo energético: 1,15 MJ/km
Motor 1.8 VVT-i gasolina: 17/18,9 km/litro com gasolina e etanol na estrada/cidade
Emissões de CO2 com gasolina: 71 g/km
1. Renault Zoe
Consumo energético: 0,65 MJ/km
Motor elétrico: 32,2/26,7 km/litro com gasolina e etanol na estrada/cidade
Emissões de CO2 com gasolina: 0 g/km
(yahoo)

Aneel define cotas das usinas nucleares para 2019

Montante de 1.572 MW médios serão rateados entre as distribuidoras.
A energia das usinas nucleares a ser rateada entre as distribuidoras cotistas em 2019 resultou em 467,619 MW médios para Angra 1 e 1.105,080 MW médios para Angra 2. Os valores são definidos anualmente pela Agência Nacional de Energia Elétrica (Aneel), com base nas garantias físicas dos dois empreendimentos, e divididos proporcionalmente entre as empresas de distribuição. No cálculo, foram considerados os valores faturados dos consumidores cativos das empresas entre setembro de 2017 e agosto de 2018.
A Aneel também estabeleceu as cotas-partes das usinas de Angra para os anos de 2024, 2025 e 2026. As cotas-partes representam o percentual da energia proveniente das centrais de geração Angra 1 e Angra 2, a ser alocado a cada distribuidora do Sistema Interligado Nacional (SIN), calculado pela razão entre o seu mercado faturado e a soma dos mercados faturados de todas as distribuidoras do SIN.
Reator de uma usina Nuclear.
O assunto foi deliberado em reunião ordinária da diretoria agência reguladora de 18/12/18 em Brasília. (canalenergia)

sábado, 22 de dezembro de 2018

Aneel libera projetos eólicos e solar para operação

Serão 41 MW de capacidade em operação comercial e mais 8,1 MW em testes a partir de 18/12/2018.
A Agência Nacional de Energia Elétrica publicou na edição de 18/12/2018, do Diário Oficial da União, a liberação para início da operação comercial unidades de geração de projetos solar e eólico na região Nordeste. Sob o despacho de no. 3071 foram autorizadas 14 UGs da Central Fotovoltaica Juazeiro Solar II SPE com 1 MW cada, localizado no município de Juazeiro (BA). No despacho no. 3072 são mais 27 MW da EOL Aura Lagoa do Barro 06 divididos entre a UG 1 a UG 9 de 3 MW cada, empreendimento localizado na cidade de Lagoa do Barro do Piauí (PI).
Nessa mesma edição, o despacho no. 3070 liberou três UGs para início da operação em teste da EOL Delta 6 I que somam 8,1 MW de capacidade instalada no município de Paulino Neves (MA). (canalenergia)

Produtores de leite investem em energia solar em Minas Gerais

Economia esperada é de R$ 135 mil por ano na fatura de energia elétrica.
A Indústria de Rações Geraleite, de São Gotardo, na região do Alto Paranaíba, Minas Gerais, está inaugurando sua própria usina fotovoltaica. O projeto e a instalação foram desenvolvidos pela Engie. São 794 módulos de 275Wp que ocupam uma área de instalação de 1.428 m2 e capacidade de geração aproximada de 218 kWp. O prazo estimado para o retorno do investimento é de 3,7 anos e a economia esperada é de R$ 135 mil por ano na fatura de energia elétrica da empresa totalizando mais de R$ 3,3 milhões ao longo do tempo de vida do sistema.
“Pesquisamos diferentes opções de sistemas e recebemos mais de uma dezena de propostas de fornecedores até nos decidirmos pela Engie, em função não somente das condições oferecidas, mas também porque conhecemos de perto a eficiência de um sistema instalado pela empresa no Max Min Clube, em Montes Claros, Norte do estado. E, como dizem mineiro precisa ver para crer, né”, conta o administrador Frederico Prados Lima. “A produção própria de energia fotovoltaica da indústria irá limitar-se a 65%, pois já possuímos outro tipo de fornecimento por demanda contratada, então nesse momento optamos por manter nesse patamar”, conta.
“As recentes inovações no manejo do gado leiteiro, com a adoção de um sistema de criação em confinamento no qual as vacas ficam alojadas em galpões, fez com que a produção leiteira demandasse muito mais energia elétrica nos equipamentos de ventilação”, explica Lima. “Assim, a energia solar fotovoltaica tem se apresentado como uma excelente alternativa também para os produtores rurais, pois, depois de quitado o investimento, o produtor passa a dispor de energia a um baixíssimo custo de manutenção”, conclui.
 “De fato, os altos índices de irradiação da região tornam os investimentos especialmente atrativos para os produtores rurais, que contam com um payback médio de cerca de três anos”, explica Rodrigo Kimura, diretor da área solar da Engie. “Além disso, os produtores contam com o espaço disponível nas próprias estruturas dos galpões, facilitando a instalação e diminuindo ainda mais os custos”, exemplifica.
As vantagens oferecidas pela energia fotovoltaica despertaram atenção de toda a família do proprietário da fábrica de rações, Osanan Pereira Caixeta, que está adotando energia solar também em suas fazendas produtoras de leite.
À medida em que a geração distribuída avança, as inúmeras fazendas e propriedades rurais do país ganham um aliado iluminado para reduzir despesas com energia elétrica.
Na fazenda de Osanan, no município de Rio Parnaíba, a usina já está em funcionamento, com capacidade de geração maior ainda do que a da indústria: 267,3 kWp, instalados no telhado do galpão em área de 1.772 m2. Na fazenda, a estimativa é de que a produção própria de energia reduza em 85% os custos, com economia de mais de R$ 300.000 ao ano. E, além dele, mais dois irmãos e um primo também já encomendaram as suas usinas fotovoltaicas que, juntas, deverão proporcionar economia de cerca de R$ 300.000 nas fazendas do grupo de familiares já no primeiro ano. (canalenergia)

quinta-feira, 20 de dezembro de 2018

Enerbios obtém licenciamento prévio para complexo eólico de 200 MW

Estimativa é de que o empreendimento receba investimentos de mais de R$ 1 bilhão, empresa estuda três caminhos para a comercialização da energia.
Maior parque de geração de energia eólica da região Sul será inaugurado no Paraná em 2019.
O Instituto Ambiental do Paraná emitiu a licença ambiental prévia para o Complexo Eólico Palmas II, de titularidade da Enerbios, do Grupo Enercons, com 200 MW de potencia instalada. O investimento é estimado em mais de R$ 1 bilhão e a produção é capaz de atender a 350 mil habitantes, segundo cálculos da empresa. O empreendimento foi desenvolvido em associação à alemã Innovent, à Cia Ambiental e Ventos do Sul, tendo iniciado as atividades de medição de vento na região em 2009.
Em comunicado o presidente da Enerbios, Ivo Pugnaloni, aponta que a empresa começará a detalhar o Projeto Básico Ambiental e concluirá a cotação final para aquisição dos equipamentos e serviços, que já está em curso. Enquanto isso, completará ainda questões  em termos financeiros e societários. Ele, que é o responsável técnico pelos projetos de engenharia, acrescentou ainda que o licenciamento ambiental na etapa prévia já antecipa o êxito das etapas de licenciamento da instalação e da operação, pois é a parte mais difícil do processo.
A energia gerada poderá ter três destinos, o mercado livre de energia de geração distribuída ou o mercado regulado, mas neste último caso o preço oferecido nos leilões volte a ser vantajoso.
O Complexo Eólico Palmas II conta com 16 mil hectares de área arrendada a mais de 50 proprietários rurais e está situado no município de Palmas, no Sul do Paraná, na divisa com Santa Catarina. Ele é composto de oito usinas eólicas diferentes, denominadas Taipinha, Tradição, Piloto Tradição, São Francisco, Santa Cruz, Campo Alegre, Santa Maria e Pederneiras nas quais as atividades agrícolas de lavoura, pastagem e reflorestamento continuarão a ser praticadas normalmente.
Complexo Eólico Palmas II vai gerar energia elétrica para 240 mil pessoas. (canalenergia)