terça-feira, 2 de junho de 2020

Os 20 maiores parques solares fotovoltaicos do mundo

China, Índia e EUA, lideram a tabela dos países que possuem os maiores parques solares do mundo!
Com os preços desta tecnologia a baixar, os países tendem a aumentar ainda mais as suas capacidades de produção de energia a partir do sol. Prevê-se que durante este ano de 2020 haja uma maior concorrência, preços mais baixos, e mais energia livre de subsídios.
A China irá ser um dos grandes responsáveis por estas mudanças no setor, devido à mudança de política anunciada em maio de 2018, que fez com que o último trimestre de 2019 tivesse uma recuperação!
É que o consumo global de energia em 2018 será abaixo das previsões. Apenas 85.2GW de novas instalações, quando a previsão era de 103,5 GW, muito abaixo dos 100GW instalados durante o ano de 2017.
Durante o ano de  2020, o objetivo passa por alcançar um recorde superior aos 120 GW de nova capacidade instalada!
20 maiores parques solares fotovoltaicos do mundo
Deixando as previsões para trás, os três mercados com mais quintas fotovoltaicas são a China, EUA e Índia. Estes 3 fornecem o total de 70% do consumo mundial de energia solar.
Uma posição consolidada no ranking dos 20 maiores parques solares fotovoltaicos do mundo! Onde encontramos vários projetos destes 3 países.
1 – Parque Solar Desert Tenger (1500 MW) – CHINA
É o maior parque solar do mundo. Construído no início de 2012, terminado em 2015, só se ligou à rede um ano depois.
Parque Solar – Desert Tenger – China
Cobre uma área de 1200km2, produz um total de 1547MW e é gerido pela National Grid Zhongwei Power Supply Co.
2 – Parque Solar Kurnool Ultra Mega (1000 MW) – ÍNDIA
Foi a 28 de abril de 2018 que o parque solar Kurnool Ultra Mega foi ligado à rede. Tem 900MW de capacidade de produção, mas quando estiver terminado terá um total de 1000MW.
Parque Solar – Kurnool Ultra Mega Solar Park – Índia
3 – Parque Solar Datong (1000 MW) – CHINA
O parque solar Datong na China foi o primeiro projeto solar a ter êxito neste país. Faz parte do programa estatal que promoveu a indústria da energia solar.
A operar desde junho de 2016, com um total de 1000MW!
Parque Solar – Datong – China
4 – Parque Solar Longyangxia Hydro (850 MW) – CHINA
É uma quinta híbrida, produzindo eletricidade a partir da água e do sol. Foi ligada à rede em setembro de 2018.
Parque Solar – Longyangxia Hydro – China
5 – Parque Solar PV Villanueva (830 MW) – MÉXICO
O maior projeto solar fotovoltaico da América Latina, localizado em Viesca, México. Tem uma capacidade total de 830MW de potência, foi concluído em março de 2018.
Parque Solar – Villanueva – México
6 – Parque Solar Rewa Ultra Mega Solar (750 MW) – ÍNDIA
Capacidade instalada de 750MW, terminado em julho de 2018. É um dos maiores parques solares na Índia e o sexto maior a nível mundial.
Parque Solar – Rewa Ultra Mega Solar – Índia
7 – Parque Solar Kamuthi (650 MW) – ÍNDIA
Parque solar Kamuthi está localizado na Índia, com capacidade de geração próxima de 650MW, foi terminado em setembro de 2018.
Mas desde junho que já estava ligado à rede com os primeiros 350MW!
Parque Solar – Kamuthi – Índia
8 – Parque Solar Bhadla (620 MW) – ÍNDIA
O parque solar Bhadla vai possuir uma capacidade de 2225 MW, mas de momento apenas tem 620 MW.
Ainda está em desenvolvimento, esperando-se que seja terminado para 2020!
Parque Solar – Bhadla – Índia
9 – Parque Solar Pavagada (600 MW) – ÍNDIA
O parque solar Pavagada tem uma capacidade de 600MW e foi conectado à rede em janeiro de 2018. Mas irá ser ampliado até possuir 2GW de capacidade.
Quando terminado, será o maior parque solar do mundo.
Parque Solar – Pavagada – Índia
10 – Parque Solar Star Solar Farm I & II (600 MW) – EUA
O parque solar Star Solar Farm I & II com capacidade de 600 MW e está localizado próximo de Rosamond na Califórnia.
Foi finalizado em junho de 2015, sendo o quarto maior parque solar em termos de capacidade instalada, com 1,7 milhões de painéis solares.
Parque Solar – Star Solar – EUA
11 – Parque Solar Copper Mountain (550 MW) – EUA
Capacidade instalada de 550 MW, que foi terminado no ano de 2017. Localizado no estado de Nevada.
Parque Solar – Copper Mountain – EUA
12 – Parque Solar Desert Sunlight (550 MW) – EUA
Localizado no deserto do Mojave, tem cerca de 8,8 milhões de painéis solares. Foi terminado em 2015, com uma capacidade de 550 MW!
Parque Solar – Desert Sunlight – EUA
13 – Parque Solar Topaz Solar Farm (550 MW) – EUA
Entrou em funcionamento em 2014, altura em que era a maior do mundo. Tem um total de 9 milhões de painéis solares, com potência de 550 MW!
Parque Solar – Topaz Solar Farm – EUA
14 – Parque Solar Huanghe Hydropower Golmund (500 MW) – CHINA
Tem capacidade de 500 MW, e começou a ser construído em 2009, tendo sido inaugurado em 2011. Ainda se espera expansão até 1000 MW!
Parque Solar – Huanghe Hydropower Golmund – China
15 – Parque Solar Mount Signal Solar (450 MW) – EUA
O parque solar fotovoltaico Mount Signal está localizado a oeste de Calexico, e será um dos maiores parques solares do mundo.
Começou a ser construído em 2012, tendo sido conectada à rede em 2014.
Espera pela próxima fase, para concluir em 2020 e ficar com um total de 1000MW!
Parque Solar – Mount Signal Solar – EUA
16 – Parque Solar NP Kunta Ultra Mega (400 MW) – ÍNDIA
Teve início em 2016, com apenas 200MW, sendo que ficou com capacidade total no início deste ano 2018.
E ainda irá ter nova fase que a levará até aos 1500MW em 2020!
Parque Solar – NP Kunta Ultra Mega – Índia
17 – Parque Solar Mesquite Solar Project (400 MW) – EUA
Projeto solar que quando terminado terá 700MW, mas ainda está longe disso. Já está em funcionamento desde 2013, e desde 2016 que está a operar na capacidade máxima.
Parque Solar – Mesquite Solar Project – EUA
18 – Parque Solar Quaid-e-Azam (400 MW) – Paquistão
Tem o nome do fundador do Paquistão, e é uma realidade com mais de 400MW de potência.
O interessante neste projeto, é que esta região é banhada pela luz solar durante 13 horas ininterruptas. O que é excelente para a produção de energia fotovoltaica!
Parque Solar – Quaid-e-Azam – Paquistão
19 – Parque Solar Nigxia Yanchi Fase I (380 MW) – CHINA
O parque Solar Nigxia Yanchi Fase I foi inaugurado em junho de 2018 pelo maior grupo de investidores chineses.
A primeira fase está assim concluída, mas irá ser dado inicio à próxima fase com o objetivo de produzir mais de 2000 MW!
Parque Solar – Nigxia Yanchi Fase I – China
20 – Parque Solar Charanka (345 MW) – ÍNDIA
Charanka é o segundo maior parque solar fotovoltaico na Índia! Construção iniciada em 2010, e terminada em 2012. Na altura era a quinta solar mais importante do mundo.
Parque Solar – Charanka – Índia (portal-energia)

Energia solar e eólica podem se complementar

Como a energia solar fotovoltaica e eólica podem se complementar.
Energia fotovoltaica e eólica se complementa para atender a variação diária na carga do Sistema Interligado Nacional.
A maioria das fontes de geração de energia elétrica do país não apresenta variação substancial na potência ao longo do dia, exceto as gerações fotovoltaica e eólica. Nestas duas há diferença substancial entre o máximo e mínimo de geração durante o dia e entre os dias, em função da energia disponível pelo sol e vento, respectivamente.
Para a energia solar fotovoltaica essa variação é óbvia, pois há incidência de radiação solar apenas durante o fotoperíodo, aumentando entre o nascer do sol e o meio dia astronômico do local onde está instalado o equipamento, e redução até o pôr do sol.
Essa curva de geração pode sofrer alterações em função da latitude, do uso ou não de seguidor solar e da inclinação e alinhamento do telhado em relação à linha leste-oeste. Considerando-se os dados médios do mês de janeiro de 2020 (Figura 1), a geração fotovoltaica no Brasil inicia ao redor da 5h no horário de Brasília, atinge seu pico às 12h e se encerra às 18h, formando uma curva assintótica.
A geração de energia eólica, por sua vez, depende da velocidade do vento, uma vez que os equipamentos dispõem de dispositivos para se posicionar perpendicularmente à direção deste, visando o melhor aproveitamento de sua energia. Conforme dados médios do mês de janeiro de 2020 (Figura 1), a menor geração eólica no Brasil ocorre ao redor das 10h da manhã, aumentando até ao redor das 21h e reduzindo novamente até as 10h do dia subsequente.
Figura 1. Produção média horária de energia fotovoltaica e eólica no mês de janeiro de 2020 (Fonte: Organização Nacional do Sistema, ONS).
Assim, se considerarmos cada fonte individualmente, a variação no potencial de geração ao longo do dia não atende à variação de demanda de carga do Sistema Interligado Nacional (SIN). Contudo, se considerarmos a soma da energia gerada por essas duas fontes, na proporção da geração no mês de janeiro de 2020, há uma similaridade muito grande entre a variação na geração e na carga do SIN nos dias úteis desse mesmo mês (Figura 2), quando a demanda é maior.
Observam-se apenas pequenos desvios em relação à curva de carga, com maior produção do que a demanda no início da manhã e menor do que a demanda no final da tarde. O déficit no final da tarde poderia ser atendido com a instalação de fazendas fotovoltaicas mais a Oeste do território nacional ou utilizando-se os telhados voltados para essa direção nas instalações residenciais, o que resultaria em atraso da curva de geração em relação à atual.
Isso pode ser exemplificado numa unidade de geração distribuída localizada em Florianópolis/SC com telhado voltado para Oeste, onde o pico de produção ocorre ao redor das 14h (Figura 3), apontando para um atraso de 2h em relação ao meio-dia local. Adicionalmente, nesse local e exposição solar o período de maior geração ocorre entre 13 e 15h, coincidindo com o período de maior demanda no SIN.
Figura 2. Soma da produção média horária de energia fotovoltaica e eólica no mês de janeiro de 2020 e carga média e máxima horária do Sistema Interligado Nacional nos dias úteis do mesmo mês (Fonte: Organização Nacional do Sistema, ONS).
Figura 3. Curva de geração de energia fotovoltaica em um dia de insolação plena (09/03/2020) em uma unidade de geração distribuída com exposição oeste, situada em Florianópolis/SC, nas coordenadas geográficas 27º35’51”S e 48º30’43”O (Fonte: o autor).
Os resultados apresentados demonstram que, somadas, as gerações fotovoltaica e eólica atendem à variação na demanda de energia no Sistema Interligado Nacional ao longo do dia.
Assim, desde que ajustada a proporção de geração por cada uma delas, estas fontes complementariam com segurança a geração pelas fontes que não apresentam variação significativa ao longo do dia, em função de sua ampla distribuição no território nacional, contemplando as variações locais e regionais de disponibilidade de radiação solar e de vento, que são as fontes de energia para esses sistemas. (portal-energia)

Centro técnico e concessionária da Audi BR serão abastecidos 100% com energia solar

Centro técnico e concessionária da Audi do Brasil serão abastecidos 100% com energia fotovoltaica.
Eletricidade gerada representa 31% da demanda das áreas administrativas da organização no País e deverá auxiliar a multinacional a reduzir suas emissões de gases de efeito estufa em até 17,3 toneladas por ano.
Localizado em São Paulo, o centro técnico da Audi do Brasil, que abriga as atividades de engenharia, treinamento, atendimento técnico para a América Latina e gestão de frotas, terá 100% de sua energia fornecida por meio de 264 módulos fotovoltaicos, com capacidade para gerar 127 mil kWh/ano.
Destes, 80 geradores foram instalados na cobertura do próprio centro técnico e os 184 painéis solares restantes estão em um terreno na cidade de Cajamar (SP). A energia produzida por todo o sistema representa 31% da demanda das áreas administrativas da Audi do Brasil, e deverá auxiliar a multinacional a reduzir suas emissões de gases de efeito estufa em até 17,3 toneladas por ano.
A marca firmou o compromisso global de se tornar neutra em emissões de carbono até 2050 e, de acordo com Johannes Roscheck, presidente da Audi do Brasil, uma das estratégias é por meio do suprimento de energia fotovoltaica e da aposta em veículos elétricos. “As ações de sustentabilidade precisam abranger não apenas os produtos, como o totalmente elétrico Audi e-tron, que será lançado em abril, mas também toda a cadeia, desde a produção, áreas administradas e até o pós-venda”, afirma.
A energia fotovoltaica produzida pelos painéis solares tornará o centro técnico autossuficiente para abastecer carros elétricos à noite e também gerar créditos de energia durante o dia, nos finais de semana e períodos de menor demanda energética.

O projeto tem como parceiros a Enel Distribuição, responsável pela adequação da entrada e saída de energia do centro técnico, e a Saren, empresa que fornece soluções em energia renovável e foi responsável pela execução do projeto e instalação dos módulos fotovoltaicos tanto no centro técnico como em Cajamar. De acordo com Maurício Milani, diretor da Saren, a opção pela energia solar trará ainda uma redução entre 10% a 15% nos custos com energia elétrica no centro técnico.
A aposta da Audi na energia solar também se estende a algumas concessionárias. Desde meados de janeiro, a concessionária Audi Center, em Santos (SP) também está utilizando a fonte de energia para abastecer sua operação. O modelo adotado foi a compra de 10 mil kWh/mês da startup SunMobi, que atua em geração compartilhada: a energia fotovoltaica é produzida em uma usina solar localizada em Porto Feliz, no interior de São Paulo, e é entregue por meio da rede de distribuição. A SunMobi também monitora o consumo de energia da concessionária em tempo real e sugere medidas de eficiência energética como, por exemplo, o desligamento do ar condicionado ao anoitecer.
A empresa funciona em um sistema de assinatura mensal e hoje entrega energia fotovoltaica para condomínios residenciais, padarias, restaurantes e pequenos comércios. Com capacidade para gerar 165 mil kWh/mês e raio de atuação em 26 munícipios do interior e litoral paulista, a startup refez seu plano de expansão em razão da expansão da Covid-19, que era multiplicar em 20x sua capacidade de entrega. “O objetivo agora é saltar dos atuais 1,4 MW para 10,4 MW até 2021”, diz Alexandre Bueno, sócio fundador da SunMobi.
Audi instala painéis solares para ter energia 100% limpa em seu Centro Técnico.
A empresa está abrindo negociações com os clientes que estão em dificuldades financeiras para que a crise não afete seus negócios. (portalsolar)

sábado, 30 de maio de 2020

Programa de energia solar em moradias de baixa renda

ABSOLAR propõe criação de programa de energia solar em moradias de baixa renda.
Proposta pode trazer uma economia de R$ 817 milhões ao longo de 25 anos nas contas de luz e aumentar a arrecadação direta e indireta em R$ 237 milhões aos cofres públicos
A Associação Brasileira de Energia Solar Fotovoltaica (ABSOLAR) apresentou uma proposta de criação de um programa emergencial voltado à instalação de sistemas de energia solar fotovoltaica em moradias de baixa renda contemplados pelo Tarifa Social. A entidade estima que a destinação de R$ 350 milhões por mês, num período de 90 dias, para a iniciativa possibilitaria a implementação de 87,5 mil sistemas e economia líquida de R$ 817 milhões ao longo de 25 anos de vida útil dos equipamentos.
“A ABSOLAR tomou conhecimento de que o Congresso Nacional e o Governo Federal estudam alternativas para isentar da cobrança de energia elétrica os brasileiros de baixa renda cadastrados no programa Tarifa Social por um período de três meses. A medida seria um importante alento à parcela mais frágil da população brasileira, impactada pela atual situação extraordinária e inédita de pandemia da COVID-19, representando um investimento estimado em R$ 350 milhões por mês, totalizando R$ 1,05 bilhão no referido período”, diz o presidente executivo da entidade, Rodrigo Sauaia, em ofício enviado ao presidente da Câmara Federal, Rodrigo Maia, ao presidente do Senado, David Alcolumbre, e ao ministro de Minas e Energia, Bento Albuquerque.
Unidades do Minha Casa, Minha Vida poderão ter painéis solares.
Sauaia acredita que a proposta da ABSOLAR poderia contribuir com o esforço em viabilizar a redução dos impactos econômicos e trazer alívio financeiro à população de baixa renda, além de fortalecimento da recuperação da economia, geração de novas oportunidades de empregos e contribuição aos cofres públicos.
“O programa proporcionaria economia imediata e duradoura nas contas de energia elétrica desses consumidores vulneráveis e uma expressiva redução nos custos estruturais da Conta de Desenvolvimento Energético (CDE), que levaria, em consequência, uma possível redução na conta de luz de todos os demais consumidores brasileiro dado que hoje são eles que arcam com a CDE”.
Moradias populares usam energia solar para o sistema de aquecimento de água.
A ABSOLAR também avalia que a medida levaria à arrecadação direta e indireta de R$ 237 milhões ao longo dos 25 anos de operação dos sistemas e economizaria cerca de R$ 253 milhões na CDE no período. “Cabe destacar que, dada as características dos sistemas a serem instalados, tal programa e instalação poderiam ser estruturados rapidamente, correspondendo à urgência do momento”, aponta o documento. (portalsolar)

Vendas de veículos elétricos no ano deve recuar 43%

Vendas de veículos elétricos no ano deve recuar 43%, estima consultoria.
Estimativa da Wood Mackenzie aponta como argumentos a pandemia de covid-19 e a guerra de preços do petróleo como os dois principais motivos para a retração em 2020.
As vendas globais de veículos elétricos devem cair 43% neste ano em comparação com o resultado de 2019. A estimativa é da consultoria Wood Mackenzie que projeta a aquisição de 1,3 milhão de unidades até o final do ano ante os 2,2 milhões do período anterior.
Entre os motivos apontados estão o surto de coronavírus, possíveis atrasos na compra da frota devido ao menor preço do petróleo e uma abordagem de compra e venda de novos modelos. A China alcançará a demanda de 2019 um mês antes neste ano, em novembro. Na Europa a expectativa é de estabilidade. Contudo, a previsão é de queda nos Estados Unidos, na ordem de 30%.
Segundo a análise da consultoria, as vendas de todos os carros na China caíram 21% em relação a 2019 no mês de janeiro. Em fevereiro, haviam caído 80%. Já em termos de veículos elétricos, as vendas foram mais afetadas, retração de 54% e de mais de 90%, respectivamente. Esse segmento da indústria automotiva representa cerca de 5% de todas as vendas de veículos na China nos últimos dois anos.
Esse comportamento, explica a Wood Mackenzie deve-se à incerteza e o medo criado pelo surto, que tornaram os consumidores menos inclinados a adotar uma nova tecnologia. E continua ao apontar que uma vez a epidemia contida na China, os consumidores deverão retornar às concessionárias.
As vendas na Europa registraram um aumento de 121% em janeiro – apesar de uma redução de 7% no mercado geral. A tendência de aumentar a adoção de VE persistiu em fevereiro, embora menor que no mês anterior. Contudo, os números de janeiro e fevereiro ainda não refletem o impacto do coronavírus na região, assim como na América do Norte. (canalenergia)