terça-feira, 8 de fevereiro de 2022

Geração de Itaipu foi a menor dos últimos anos

Em ano de crise hídrica, geração de Itaipu foi a menor dos últimos anos.
Com crise hídrica, Itaipu tem menor geração de energia em 27 anos.

Geração da binacional abasteceu 8,4% do consumo brasileiro e 85,6% do paraguaio em 2021.

Apesar da seca em 2021, a geração anual da hidrelétrica de Itaipu demonstra que a usina segue sendo vital para a segurança energética do Brasil e do Paraguai. No ano que passou, ela gerou 66.369 GWh, que abasteceram 8,4% do consumo brasileiro de eletricidade e 85,6% do paraguaio. O valor é o menor dos últimos anos. Em 2020, a geração de energia chegou a 76.382 GWh e em 2019, ficou em 79.445 GWh. O total gerado pela usina brasileiro-paraguaia seria suficiente para abastecer cerca de 36 milhões de residências e equivalem aproximadamente à produção das duas maiores hidrelétricas totalmente brasileiras somadas: enquanto Tucuruí registrou 33 milhões de MWh, Belo Monte produziu 31 milhões de MWh.

Itaipu Binacional

Diretor-geral brasileiro da Itaipu, general João Francisco Ferreira, a empresa tem superado o cenário adverso da estiagem com uma produção cada vez mais eficiente, assegurando energia limpa e renovável para os consumidores brasileiros e paraguaios. De acordo com ele, em um mundo que discute como produzir energia sem emitir gases do efeito estufa, Itaipu segue sendo vital para posicionar o Brasil e o Paraguai entre os países com matrizes energéticas mais sustentáveis diretor destacou ainda a estratégia ambiental da empresa, de preservar ecossistemas para proteger o reservatório e, consequentemente, assegurar a geração de energia no longo prazo.

A baixa afluência do Rio Paraná nos últimos 2 anos levou os técnicos da binacional a aprimorarem continuamente a coordenação entre a geração de energia e a necessidade de periodicamente parar cada unidade geradora para a realização de manutenções preventivas, considerando também a quantidade de água que chega ao reservatório e a demanda por eletricidade dos sistemas de ambos os países. A estratégia, que busca tirar o máximo proveito da água para a produção de energia, tem levado a usina a quebrar sucessivos recordes de produtividade. Em 2019, para cada metro cúbico de água que passou por segundo pelas unidades geradoras foi produzido 1,079 MW, até então, a melhor marca da usina. Em 2020, o índice melhorou, chegando a 1,087 MW médio por m3/s.

Em 2021, os técnicos da Itaipu aprimoraram ainda mais esse processo de gestão e, pelo 3º ano consecutivo, estabeleceram um novo recorde de produtividade, com 1,098 MW med/m³/s, com destaque para julho/21, quando foi atingida a melhor marca mensal na história da usina, com 1,1221 MW med/m³/s. (canalenergia)

Fonte solar fotovoltaica atinge marca de 13GW no Brasil

Fonte solar fotovoltaica atinge marca de 13 gigawatts no Brasil.
Desde 2012, setor de energia solar fotovoltaica já atraiu mais de R$ 66,3 bilhões em novos investimentos no País e gerou mais de 390 mil empregos.

O Brasil acaba de ultrapassar a marca histórica de 13 gigawatts (GW) de potência operacional da fonte solar fotovoltaica em sistemas de médio e pequeno portes instalados em telhados, fachadas e terrenos e em grandes usinas centralizadas

De acordo com a entidade, a fonte solar já trouxe ao Brasil mais de R$ 66,3 bilhões em novos investimentos, R$ 17,1 bilhões em arrecadação aos cofres públicos e gerou mais de 390 mil empregos acumulados desde 2012. Com isso, também evitou a emissão de 14,7 milhões de toneladas de CO2 na geração de eletricidade.

Para o CEO da ABSOLAR, Rodrigo Sauaia, o avanço da energia solar no País, via grandes usinas e pela geração própria em residências, pequenos negócios, propriedades rurais e prédios públicos, é fundamental para o desenvolvimento social, econômico e ambiental do Brasil. A fonte ajuda a diversificar o suprimento de energia elétrica do País, reduzindo a pressão sobre os recursos hídricos e o risco de ainda mais aumentos na conta de luz da população.

“Usinas solares de grande porte geram eletricidade a preços até dez vezes menores do que as termelétricas fósseis emergenciais ou a energia elétrica importada de países vizinhos atualmente, 2 das principais responsáveis pelo aumento tarifário sobre os consumidores”, comenta.

“Graças à versatilidade e agilidade da tecnologia solar, basta um dia de instalação para transformar uma residência ou empresa em uma pequena usina geradora de eletricidade limpa, renovável e acessível. Já para uma usina solar de grande porte, são menos de 18 meses desde a emissão do ato de outorga até o início da geração de energia elétrica. Assim, a solar é reconhecidamente campeã na rapidez de novas usinas de geração”, acrescenta Sauaia.

O Brasil possui 4,6 GW de potência instalada em usinas solares de grande porte, o equivalente a 2,4% da matriz elétrica do País. Desde 2012, as grandes usinas solares já trouxeram ao Brasil mais de R$ 23,9 bilhões em novos investimentos e mais de 138 mil empregos acumulados, além de proporcionarem uma arrecadação de R$ 6,5 bilhões aos cofres públicos.

Atualmente, as usinas solares de grande porte são a sexta maior fonte de geração do Brasil, com empreendimentos em operação em nove estados brasileiros, nas regiões Nordeste (Bahia, Ceará, Paraíba, Pernambuco, Piauí e Rio Grande do Norte), Sudeste (Minas Gerais e São Paulo) e Centro-Oeste (Tocantins).

Segmento de geração própria de energia, são 8,4 GW de potência instalada da fonte solar. Equivale a mais de R$ 42,4 bilhões em investimentos, R$ 10,6 bilhões em arrecadação e mais de 251 mil empregos acumulados desde 2012, espalhados pelas 5 regiões do Brasil. Tecnologia solar é utilizada atualmente em 99,9% de todas as conexões de geração própria no País, liderando com folga o segmento.

Ao somar as capacidades instaladas das grandes usinas e da geração própria de energia solar, a fonte solar ocupa, agora, o quinto lugar na matriz elétrica brasileira. A fonte solar já ultrapassou a potência instalada de termelétricas movidas a petróleo e outros fósseis, que representam 9,1 GW da matriz elétrica brasileira.

Painéis solares para geração direta de energia. Cada vez mais frequentes em países como Alemanha e China, aos poucos estão sendo produzidas cada vez mais este tipo de eletricidade no Brasil.

Para o presidente do Conselho de Administração da ABSOLAR, Ronaldo Koloszuk, além de competitiva e acessível, a energia solar é rápida de instalar e ajuda a aliviar o bolso dos consumidores, reduzindo em até 90% seus gastos com energia elétrica. “Energia elétrica competitiva e limpa é fundamental para o País recuperar a sua economia e conseguir crescer. A fonte solar é parte desta solução e um verdadeiro motor de geração de oportunidades e novos empregos”, conclui Koloszuk. (ecodebate)

Energia solar atinge marca de 13 GW

Energia solar atinge marca de 13 GW, aponta Absolar.

A tecnologia solar é utilizada atualmente em 99,9% de todas as conexões de geração própria no País.
A Absolar informou que o Brasil acaba de ultrapassar a marca histórica de 13 GW de potência operacional da fonte solar fotovoltaica em sistemas de médio e pequeno portes instalados em telhados, fachadas e terrenos e em grandes usinas centralizadas. De acordo com a entidade, a fonte solar já trouxe ao Brasil mais de R$ 66,3 bilhões em novos investimentos, R$ 17,1 bilhões em arrecadação aos cofres públicos e gerou mais de 390 mil empregos acumulados desde 2012.
Para Rodrigo Sauaia, CEO da Absolar, o avanço da energia solar no País, via grandes usinas e pela geração própria em residências, pequenos negócios, propriedades rurais e prédios públicos, é fundamental para o desenvolvimento social, econômico e ambiental do Brasil. A fonte ajuda a diversificar o suprimento de energia elétrica do País, reduzindo a pressão sobre os recursos hídricos e o risco de ainda mais aumentos na conta de luz da população. O Brasil possui 4,6 GW de potência instalada em usinas solares de grande porte, o equivalente a 2,4% da matriz elétrica do País.
No segmento de geração própria de energia, são 8,4 GW de potência instalada da fonte solar. A tecnologia solar é utilizada atualmente em 99,9% de todas as conexões de geração própria no País, liderando com folga o segmento. Ao somar as capacidades instaladas das grandes usinas e da geração própria de energia solar, a fonte solar ocupa, agora, o quinto lugar na matriz elétrica brasileira. A fonte solar já ultrapassou a potência instalada de termelétricas movidas a petróleo e outros fósseis, que representam 9,1 GW da matriz elétrica brasileira. (canalenergia)

segunda-feira, 7 de fevereiro de 2022

TIVIT passa a ter 100% da energia consumida gerada por fontes limpas

O empreendimento construído pela Casa dos Ventos, empresa que atua no desenvolvimento de projetos eólicos no Brasil, em parceria com a Vulcabrás, está em um local com uma das melhores condições de vento do País.
Aquisição das cotas do empreendimento Parque do Vento de São Mizael e compra da energia eólica para os próximos 12 meses devem representar R$ 40 milhões em investimentos; energia excedente será direcionada ao Sistema Elétrico Nacional, contribuindo para neutralizar o consumo de carbono do Brasil.

Com o início da operação de seu empreendimento no Parque do Vento de São Mizael, a Tivit, multinacional brasileira e one-stop-shop de tecnologia, passa a ter 100% da sua energia consumida no País oriunda de geração eólica.

O Parque integra o Complexo Rio do Vento, no Rio Grande do Norte, em empreendimento em conjunto com a Casa dos Ventos. A aquisição das suas cotas pela Tivit, somado à compra da energia para os próximos 12 meses, deve representar investimentos de cerca de R$ 40 milhões.

Além disso, como a produção de energia eólica do parque é superior ao volume consumido nas operações da empresa, o excesso de energia é direcionado para o Sistema Elétrico Nacional, contribuindo para neutralizar o consumo de carbono do Brasil.

Com 30 escritórios e 4 de seus 10 data centers localizados no Brasil e operando em mais nove países na América Latina, a TIVIT enxerga o uso da energia eólica como um passo importante para neutralizar o seu impacto de consumo de geração de carbono na natureza. A meta é produzir 100% de energia limpa em volume suficiente para cobrir o consumo de energia de fontes tradicionais em suas operações já neste final de 2021.

Além disso, como a produção de energia eólica do parque é superior ao volume consumido nas operações da empresa, o excesso de energia é direcionado para o Sistema Elétrico Nacional, contribuindo para neutralizar o consumo de carbono do Brasil.

“A Tivit tem a consciência e o compromisso de diminuir sua pegada de carbono em meio a questões ambientais e de sustentabilidade, que têm se mostrado cada vez mais urgentes”, afirma Paulo Freitas, CFO da Tivit. “Realizamos os investimentos necessários para suprir nosso consumo de energia por meio de um dos maiores projetos eólicos do mundo. Esperamos, por meio dessa ação, continuar a impactar positivamente a sociedade, incentivando a autogeração de energia limpa em um país que tem 75% de sua energia gerada por hidroelétricas e passa por um momento de dificuldade”, completa o executivo.

O empreendimento construído pela Casa dos Ventos, empresa que atua no desenvolvimento de projetos eólicos no Brasil, em parceria com a Vulcabrás, está em um local com uma das melhores condições de vento do País. Com sua carga total de produção, a partir de 2022, está prevista a geração de aproximadamente 1.200 empregos e terá uma capacidade instalada de 504 megawatts.

Seu futuro, nosso desafio

A Tivit é uma multinacional brasileira e one-stop-shop de tecnologia, presente no mercado desde 1998 e com operações em dez países da América Latina. A companhia oferece serviços diversos como desenvolvimento de software ágil, Nuvem híbrida e pública, cibersegurança, operações de alta complexidade, entre outros, que apoiam os clientes em sua jornada de Transformação Digital.

Por meio das unidades de negócios Digital Business, Hybrid Cloud e Technology Platforms, a Tivit responde aos desafios de um mundo cada vez mais complexo e dinâmico. Com um ecossistema repleto de soluções inovadoras e parcerias tecnológicas que apoiam os negócios de 7 das 10 maiores empresas do Brasil. (canalenergia)

Swift adota 100% de energia solar em sua rede de lojas no Brasil

Opção de fonte renovável de energia está sendo implementada em parceria com a Âmbar Energia.

A Swift, empresa de produtos alimentícios congelados, está dando um passo importante para a preservação do meio ambiente: a adoção de energia solar em 100% da sua rede de lojas no Brasil. O projeto é uma parceria com a Âmbar Energia, empresa do grupo J&F que atua desde a geração até a comercialização de energia.

A empresa informou que a iniciativa já está em fase avançada de implementação, com painéis fotovoltaicos funcionando em diversas lojas. Até o segundo semestre de 2023, toda a rede será abastecida com energia solar. Nesta fase, o programa envolve um investimento de R$150 milhões pela Âmbar Energia, responsável por operar o sistema. O acordo também contempla o plano de expansão da Swift, garantindo o abastecimento por energia solar em todas as lojas inauguradas até 2025.

Além dos telhados das próprias lojas, micro e mini usinas fotovoltaicas serão construídas em diversas instalações da JBS e em outros locais, sob gestão da Âmbar. A matriz global da JBS, em São Paulo, é um dos espaços que ganhará placas fotovoltaicas. A eletricidade produzida nas instalações da JBS e nas outras fazendas de luz solar serão operadas pela Âmbar. (canalenergia)