quinta-feira, 2 de abril de 2020

Reino Unido proibirá venda de carros novos a gasolina e diesel após 2035

Reino Unido proibirá venda de novos carros a gasolina e diesel a partir de 2035.
O governo do Reino Unido proibirá a partir de 2035 a venda de novos veículos a gasolina e diesel, incluindo os híbridos, como parte dos esforços para alcançar a neutralidade de carbono, anunciou o primeiro-ministro Boris Johnson dia 04/02/2020 em Londres. O político participou de um evento de apresentação da Conferência das Nações Unidas sobre a Mudança Climática 2020, a COP26, que acontecerá na cidade escocesa de Glasgow em novembro.
O Reino Unido se comprometeu por lei a alcançar a neutralidade de carbono até 2050, o que exigirá uma combinação de cortes nas emissões de gases do efeito estufa e medidas de compensação, como plantar mais árvores.
O país já havia previsto acabar com a venda de veículos a gasolina e diesel em 2040, mas agora a proibição será antecipada em cinco anos e passa a incluir os veículos híbridos.
"A celebração da COP26 é uma importante oportunidade para que o Reino Unido e as nações de todo o mundo deem um passo adiante na luta contra a mudança climática", disse Johnson.
"Ao mesmo tempo em que estabeleceremos ao longo do ano os planos para alcançar nosso ambicioso objetivo de neutralidade de carbono até 2050, vamos incentivar outros que se unam a nós no compromisso de zero emissões", completou.
"2020 deve ser o ano em que mudamos a tendência sobre o aquecimento global, será o ano em que escolhemos o futuro mais limpo e mais verde para todos".
Edmund King, presidente da associação automobilística britânica AA, considera o novo objetivo de venda de automóveis um desafio.
"Devemos questionar se teremos o suprimento suficiente de veículos de zero emissões em menos de 15 anos", disse. Também pediu ao governo que reduza o imposto sobre as vendas de veículos elétricos para torná-los mais acessíveis.
Novos táxis pretos de Londres serão todos elétricos. O táxi elétrico: zero emissão de poluentes. Deverão ser 9 mil black cabs elétricos até 2021. (biodieselbr)

5 cidades do Brasil que mais instalaram energia solar em 2019

As 5 cidades do Brasil que mais instalaram energia solar em 2019.
Gerar a própria energia elétrica através de placas solares foi novamente a tendência de maior crescimento entre os brasileiros em 2019.
Com 113.302 instalações, entre micro e minigeradores distribuídos, a tecnologia trouxe economia e proteção na conta de luz para mais consumidores de todo o país.
No ranking das cidades com maior número de instalações, as 5 primeiras foram:
#1 Cuiabá-MT
•        Quantidade de Sistemas Residenciais instalados: 825
•        Quantidade de Sistemas Comerciais instalados: 179
•        Outros: 102
Total: 1.106
#2 Rio de Janeiro – RJ
•        Quantidade de Sistemas Residenciais instalados: 992
•        Quantidade de Sistemas Comerciais instalados: 106
•        Outros: 5
Total: 1.103
#3 Campo Grande – MS
•        Quantidade de Sistemas Residenciais instalados: 865
•        Quantidade de Sistemas Comerciais instalados: 167
•        Outros: 33
Total: 1.065
#4 Uberlândia-MG
•        Quantidade de Sistemas Residenciais instalados: 804
•        Quantidade de Sistemas Comerciais instalados: 182
•        Outros: 23
Total: 1.009
#5 Belo Horizonte-MG
•        Quantidade de Sistemas Residenciais instalados: 667
•        Quantidade de Sistemas Comerciais instalados: 179
•        Outros: 81
Total: 927
Os dados são da Aneel (Agência Nacional de Energia Elétrica), que criou e regula o segmento de geração distribuída desde 2012.
Desde então, a tecnologia fotovoltaica manteve a liderança invicta do segmento por utilizar a fonte mais abundante no país e por oferecer as maiores vantagens aos consumidores.
Com crescimento anual médio acima de 200%, o mercado solar brasileiro está em rápido desenvolvimento e já atraiu bilhões de reais em investimentos privados ao país.
Em todas as 5.570 cidades brasileiras, a quantidade de sol disponível é mais que suficiente para que pessoas e empresas gerem a sua própria energia através de um sistema de energia solar e, assim, economizem até 95% na conta de luz.
E é isso o que mais consumidores estão fazendo a cada ano, graças as consecutivas quedas nos preços da tecnologia e a oferta de linhas de financiamento energia solar.
Segundo a projeção da Empresa de Pesquisa Energética (EPE), o público da energia solar no Brasil deverá atingir 1,3 milhão de consumidores até 2029. (ecodebate)

Empresa de Pesquisa Energética observa queda no preço da energia solar

Empresa de Pesquisa Energética observa queda drástica no preço da energia solar.
Expectativa é que a fonte se consolide como uma das mais competitivas para expansão da matriz energética nacional.
A redução vertiginosa do preço da energia solar, verificada nos últimos leilões de energia, deve-se a maior competitividade do setor, que já possui oferta maior que a demanda de projetos. A informação é de Thiago Barral, presidente da Empresa de Pesquisa Energética (EPE). Em declarações à imprensa, Barral afirmou ainda que há uma gama de empresas e empreendedores interessados em investir nessa fonte.
O maior atrativo para os investidores, segundo declarações de Barral, é o baixo risco de desenvolvimento desses projetos, políticas corporativas e a capacidade de atrair capital para financiar empreendimentos. Conforme já foi apontado no Plano Decenal de Energia da EPE, colocado em consulta pública no ano passado, a previsão é que a energia solar se consolide como uma das fontes mais competitivas para expansão da matriz energética nacional.
“Vale ressaltar que apenas uma fonte não é uma solução adequada para a segurança eficiente e para o menor custo do sistema. O ideal é a combinação de várias fontes. A energia solar, sozinha, não vai dar conta de atender às necessidades energéticas do país nos próximos anos, mas se apresenta como uma das fontes que têm papel relevante nesse cenário”, disse.
As fontes solar e eólica, por exemplo, têm apresentado resultados surpreendentes nos últimos leilões, tornando-se cada vez mais competitivas. “Isso se deve ao bom desempenho do setor, aliado a inovação e a estratégias das indústrias”, complementou.
As hidrelétricas ainda respondem por mais de 70% da matriz energética nacional, mas esse porcentual vai diminuir ao longo dos anos, com a diversificação das fontes de energia. Esse cenário já pode ser observado nos últimos leilões que, segundo Barral, no curto prazo, não houve grandes projetos de hidrelétrica no Brasil.
“Com exceções da Usina de Castanheiras, em Mato Grosso, que a própria EPE vem estudando, com potência instalada de 140 megawatts (MW) de energia, que se encontra em etapa de licenciamento; a Usina de Tabajaras, em Rondônia, em estágio mais avançado de desenvolvimento, com capacidade de 400 MW; e a Usina de Bem Querer, em Roraima, com 650 MW, em fase de estudos de impacto ambiental na região e de componente indígena”, disse.
Esses projetos fazem parte do Programa de Parcerias de Investimento (PPI) pela condição de licenciamento ser um aspecto fundamental para o avanço desses empreendimentos, mas Barral lembra que nenhum deles passou por audiência pública. (portalsolar)

segunda-feira, 30 de março de 2020

Fonte eólica cresce 12% em instalação nas Américas em 2019

Capacidade instalada nas Américas do Norte, Central e Sul está acima dos 148 GW.
A fonte eólica instalou em 2019 13.427 MW em capacidade nas Américas, valor 12% acima do registrado em 2018, de acordo com dados do Global Wind Report 2019. O relatório é a principal publicação do Global Wind Energy Council e a mais importante do setor. Ainda de acordo com esse relatório, a capacidade total instalada de energia eólica nas Américas do Norte, Central e do Sul está agora acima de 148 GW, triplicando a capacidade de energia eólica na região nos últimos 10 anos.
Os principais países da região em instalação no ano passado foram os Estados Unidos, com 9.143 MW, o México, com 1.284 MW, a Argentina, com 931 MW e o Brasil, 745 MW.
A expectativa do GWEC, é que a fonte entre 2020 e 2024 tenha mais 220 GW de nova capacidade.
O relatório cita ainda que o mercado de eólicas offshore nos Estados Unidos está crescendo, com as primeiras instalações em grande escala previstas para os anos de 2022 e 2023 e mais de 10 GW sendo construídos. O Brasil tem potencial para implantar máximo 700 GW de energia eólica offshore, de acordo com um roteiro para energia eólica offshore divulgado pelo Escritório de Pesquisa Energética do país em janeiro de 2020.
Segundo o relatório do GWEC, a instabilidade regulatória e política nos principais mercados eólicos da América Latina vão ser os grandes desafios na aceleração da fonte eólica na região. (canalenergia)

Trina Solar anuncia retirado de linha do 1º módulo fotovoltaico

Trina Solar anuncia retirado de linha do primeiro módulo de energia solar.
Baseado na tecnologia do gerador 210, gigante chinesa prepara-se para produzir uma nova era de módulos de energia solar mais avançados, com 500 W de potência
A Trina Solar anunciou em 24/01/20, que deixou de produzir o primeiro módulo de energia solar de grande porte desenvolvido pela empresa para implantar o wafer de silício de 210 mm (módulo 210). Agora, a empresa prepara-se para produzir uma nova era de módulos mais avançados, com 500 W de potência. A gigante chinesa lidera o setor na área de pesquisa e desenvolvimento e de produção de módulos 210. A saída desse módulo abrirá espaço para a entrada de outros módulos de grande porte ao mercado.
A pesquisa e desenvolvimento do primeiro módulo 210 foi iniciada pela companhia em 2019. Com avançada tecnologia de barramento múltiplo, adota um inovador design de corte de 1/3. Esses módulos foram desenvolvidos superando desafios, como forte potência de módulo, rendimento, dificuldades de fabricação, riscos de hot spot, desempenho da corrente de saída e segurança da caixa de conexão.
Segundo a companhia, com toda essa bagagem, o módulo pavimentará a compatibilidade e integração de sistemas de grande porte, módulos de alta potência e downstream.
Com décadas de experiência acumulada em processos e tecnologia, a empresa está confiante de que pode aproveitar os mais recentes materiais e tecnologias para criar mais um módulo de alto desempenho e confiável para o setor fotovoltaico (FV).
A equipe da empresa está trabalhando para acelerar a transformação dos mais recentes resultados em pesquisa e desenvolvimento em produtos que podem entrar em produção em massa, levando a indústria de FV para a era dos módulos de 500 W de potência.
A Trina Solar é a provedora líder mundial de soluções totais de energia inteligente e de FV. Há 23 anos no mercado, a empresa está envolvida em pesquisa e desenvolvimento, fabricação e vendas de produtos fotovoltaicos, desenvolvimento, operação e manutenção de projetos de FV, microrrede inteligente e desenvolvimento e vendas de sistemas complementares de energia, bem como operação de plataforma na nuvem de energia.
Ao lançar em 2018, sua marca Internet das Coisas de Energia (Energy Internet of Things – IoT em inglês) a companhia iniciou, com empresas líderes mundiais e institutos de pesquisa, a Aliança de Desenvolvimento Industrial IoT de Energia da Trina (Trina Energy IoT) e o Centro de Inovação Industrial IoT de Novas Energias. (portalsolar)