segunda-feira, 7 de fevereiro de 2022

Swift adota 100% de energia solar em sua rede de lojas no Brasil

Opção de fonte renovável de energia está sendo implementada em parceria com a Âmbar Energia.

A Swift, empresa de produtos alimentícios congelados, está dando um passo importante para a preservação do meio ambiente: a adoção de energia solar em 100% da sua rede de lojas no Brasil. O projeto é uma parceria com a Âmbar Energia, empresa do grupo J&F que atua desde a geração até a comercialização de energia.

A empresa informou que a iniciativa já está em fase avançada de implementação, com painéis fotovoltaicos funcionando em diversas lojas. Até o segundo semestre de 2023, toda a rede será abastecida com energia solar. Nesta fase, o programa envolve um investimento de R$150 milhões pela Âmbar Energia, responsável por operar o sistema. O acordo também contempla o plano de expansão da Swift, garantindo o abastecimento por energia solar em todas as lojas inauguradas até 2025.

Além dos telhados das próprias lojas, micro e mini usinas fotovoltaicas serão construídas em diversas instalações da JBS e em outros locais, sob gestão da Âmbar. A matriz global da JBS, em São Paulo, é um dos espaços que ganhará placas fotovoltaicas. A eletricidade produzida nas instalações da JBS e nas outras fazendas de luz solar serão operadas pela Âmbar. (canalenergia)

Ford dobrará a produção da picape F-150

Carros elétricos: Ford dobrará a produção da picape F-150.
Há 200 mil reservas para a picape F-150 nas concessionárias norte-americanas.

• O Modelo F-150 Lightning, da Ford, está com a lista de espera encerrada por conta da alta demanda.

• O carro elétrico da Ford é avaliado em R$ 226,9 mil (US$ 39.974).

• Aumento da produção da Ford pretende alcançar os números da Tesla e se distanciar da GM.

A fabricante de carros Ford está atenta ao mercado de veículos elétricos. Nesta terça-feira (04/01) a companhia americana anunciou que produzirá 150 mil picapes elétricas, modelo F-150 Lightning, anualmente.

Atualmente a Ford tem capacidade de produção limitada a 80 mil picapes. Os consumidores não querem saber. Há 200 mil reservas para a picape F-150 nas concessionárias norte-americanas.

Com valor estimado em R$ 226,9 mil (US$ 39.974), a F-150 Lightning ainda não está disponível para os consumidores e em breve chega às ruas e estradas americanas. Não há previsão de importação para o Brasil.

A fabricante também irá aumentar a produção do veículo híbrido Mustang Mach-E, movido por combustíveis fósseis e energia elétrica, para 200 mil unidades em 2023.

A Ford espera produzir 600 mil unidades da linha elétrica a partir de 2024. A montadora espera se tornar a segunda maior fabricante de carros elétricos na América do Norte. Atualmente a Tesla encabeça a lista dos eletrificados, no ano passado a companhia de Elon Musk vendeu mais de 900 mil unidades.

Do outro lado do muro

Além de diminuir a vantagem em relação a Tesla, a Ford espera abrir distância da concorrente General Motors. GM lançou em 05/01/22 o modelo elétrico Silverado E, previsto para chegar às concessionárias em 2023. (yahoo)

sexta-feira, 4 de fevereiro de 2022

Vivo inaugura usina de biogás em Santos

Empresa de telefonia encerra o ano com 21 usinas de geração distribuída, outras 62 entrarão em operação ao longo de 2022.
Usina, instalada em uma área de 1.490 m2, junto ao aterro Terrestre Ambiental, utilizará entre 2.500 e 5.000 Nm³/h de biogás com alto teor de metano (cerca de 50%).

Vivo inaugurou em dezembro/20 em Santos, sua primeira usina de geração distribuída a biogás no estado de São Paulo. Construída em parceria com o Grupo Gera, a usina está instalada em uma área de 1.490 m2, junto ao aterro Terrestre Ambiental.

Desde 2018, o consumo de energia da companhia passou a ser 100% renovável.

Para ampliar sua geração própria a partir de renováveis, 21, das 83 usinas do programa de GD previstas para todo o Brasil, já entraram em operação em diferentes regiões do país.

Os investimentos incluem fontes solar (61% da energia total prevista no projeto da empresa), hídrica (30%) e biogás (9%).

Juntas, as usinas já abastecem 7.450 unidades consumidoras e produzem 187.289 MWh/ano. Outras 62 usinas serão implantadas pela Vivo em 2022.

A usina do aterro Terrestre Ambiental utilizará entre 2.500 e 5.000 Nm³/h (normal metro cúbico por hora) de biogás com alto teor de metano (cerca de 50% em sua composição) para a geração de energia elétrica e créditos de carbono.

Serão produzidos e injetados na rede da companhia de distribuição CPFL Piratininga 20.850 MWh/ano, energia capaz de suprir o consumo de mais de mil unidades da empresa, entre lojas, escritórios, antenas e equipamentos de transmissão.

Investimentos em renováveis

Em 2018, a companhia passou de um consumo de 26% de renováveis (obtidas no mercado livre e em GD própria) para 100% – por meio da aquisição de certificados de energia (I-RECs) de fonte eólica para os 74% restantes. Os I-RECs são certificados internacionais de renováveis (International Renewable Energy Certificates, em inglês).

Com isso, a empresa antecipou em 12 anos sua meta de consumo totalmente renovável, prevista para 2030. E reduziu em 70% as suas emissões de CO2 com relação a 2015. Desde 2019, a Vivo é também uma empresa neutra em carbono.

Na soma total, as instalações de GD da Vivo no Brasil responderão por 89% do consumo em baixa tensão, atendendo mais de 30 mil de suas unidades e produzindo aproximadamente 711 mil MWh/ano de energia –  o suficiente para o consumo de uma cidade de até 320 mil habitantes.

Em outubro deste ano, a empresa inaugurou sua primeira usina de GD a partir do biogás, no estado do Rio de Janeiro. A planta, com capacidade de geração de mais de 11 mil MWh/ano, foi instalada em São Pedro da Aldeia, na Região dos Lagos.

5G aumentará consumo de energia

As empresas de telecomunicações no Brasil estão investindo na descarbonização de suas operações. A maioria foca no fornecimento de energia limpa e eficiência, já que o consumo de energia é a principal fonte de emissão do setor.

Luciano Santos do Rego, diretor de Enterprise Business da Huawei Brasil, explica que com a chegada do 5G, a tendência para as operadoras do setor é de um aumento no consumo total de energia, podendo chegar ao dobro a depender de como será implementada.

Daí a necessidade de investir na geração própria de energia renovável, entre outras soluções para reduzir emissões de carbono.

“O grande desafio do setor de telecomunicações é fazer com que a implantação do 5G ocorra sem esse impacto do aumento do consumo de energia dentro das redes”, comenta.

Uma análise da Boston Consulting Group (BCG) aponta que o setor das TICs é agora responsável por 3 a 4% das emissões globais de CO2 — o dobro do nível do setor de aviação, por exemplo.

Na estimativa da BCG, para 2021 a utilização de dados móveis teria um crescimento global de 60% e a indústria poderia ser responsável por um recorde de 14% das emissões mundiais de CO2 até 2040. Dos quais, 90% das emissões viriam de atividades da cadeia de distribuição, como o consumo de energia. (epbr)

Vivo inaugura usina de biogás em Santos

Empresa encerra ano com 21 usinas no modelo de geração distribuída de energia.

A Vivo inaugurou em dezembro/2020, em Santos, sua primeira usina de geração distribuída de biogás no estado de São Paulo. O empreendimento foi construído em parceria com a joint venture do Grupo Gera-Raízen. A iniciativa integra a estratégia da Vivo para ampliar a produção própria de energia de fontes renováveis.

Empresa informou que das 83 usinas do programa de geração distribuída previstas para todo Brasil, 21 estão em operação, em diferentes regiões do país e com diferentes parceiros, produzindo energia a partir de fontes solar, hídrica ou de biogás. Juntas abastecem 7.450 unidades consumidoras da empresa e produzem 187.289 MWh/ano. Outras 62 usinas serão implantadas pela Vivo em 2022.

A usina do aterro Terrestre Ambiental, em Santos, irá utilizar entre 2.500 e 5.000 Nm³/h (normal metro cúbico por hora) de biogás com alto teor de metano (aproximadamente 50% em sua composição) para a geração de energia elétrica e créditos de carbono. A iniciativa permite que o biogás do aterro, que não vinha sendo aproveitado anteriormente e era emitido diretamente na atmosfera, passe a ser direcionado para esses processos que iniciam com a queima do biogás, e têm como produto final, além de vapor d’água, o dióxido de carbono, um gás aproximadamente 21 vezes menos poluente que o metano. (canalenergia)

Carro elétrico da Toyota e da BYD promete desbancar o Tesla Model 3

A Toyota e a BYD resolveram juntar forças em prol de um objetivo comum: lançar um sedan 100% elétrico capaz de derrubar o Tesla Model 3, um dos carros mais badalados e vendidos do mundo na categoria.

Batizado provisoriamente de BZ SDN, sendo que BZ é abreviação de Beyond Zero e SDN significa sedan, o carro foi um dos 16 conceitos apresentados recentemente por Akio Toyoda, presidente mundial da montadora japonesa.

Informações de bastidores dão conta que o sedan sino-japonês terá no preço uma das principais atrações na luta contra a montadora de Elon Musk. A ideia é posicioná-lo em uma faixa de preço próxima dos €$ 30 mil (R$ 194,5 mil). O Tesla Model 3, por sua vez, parte de €$ 39,9 mil nos principais países da região, valor equivalente a R$ 258,8 mil.

BZ SDN, sedã elétrico feito em parceria pela Toyota e pela BYD, quer derrubar o Tesla Model 3.

Como será o sedã elétrico da Toyota com a BYD?

Ainda não há muitas informações a respeito do futuro sedã 100% elétrico que a Toyota e a BYD colocarão no mercado, mas as primeiras especificações são suficientes para deixar o mercado agitado.

Além do preço agressivo, as marcas apostam em boa autonomia e na segurança para desbancar o Tesla Model 3 na preferência do público.

O site espanhol Hibridos Y Electricos, por exemplo, citou que a autonomia mínima será de 500 quilômetros. O Pandaily, por sua vez, citou que a bateria será do tipo “Blade”, mesma usada no BYD Tan e a mais resistente produzida até hoje.

A expectativa é que o sedan elétrico BZ SDN seja apresentado oficialmente ao público em abril/2022, no Salão do Automóvel de Pequim, e tenha as vendas iniciadas entre dezembro e o início de 2023. (yahoo)