quinta-feira, 20 de abril de 2017

Chineses desenvolvem painéis solares que funcionam com chuva ou nevoeiro

Cientistas chineses desenvolvem painéis solares que funcionam mesmo com chuva ou nevoeiro.
Uma equipe de cientistas de duas universidades chinesas desenvolveu painéis solares capazes de gerar energia também em dias de baixa insolação, inclusive com chuva ou nevoeiro, e período noturno, informou o jornal oficial Diário do Povo.
“O objetivo é elevar a eficiência de conversão da luz direta até que volte a ter mais, gerando energia suficiente em condições de pouca luminosidade tais como chuva, nevoeiro, bruma ou à noite”, explicou ao jornal o professor Tang Qunwei, da Universidade Oceânica da China, responsável pelo projeto.
Outra equipe liderada pelo professor Yang Peizhi, da Universidade Pedagógica de Yunnan, também participa do desenvolvimento dessas placas solares, que segundo a imprensa oficial chinesa podem representar uma “revolução fotovoltaica”.
De acordo com a Agência EFE, a principal inovação dos painéis é o uso de um novo material chamado LPP (sigla em inglês de “fósforo de longa persistência”), que pode armazenar energia solar durante o dia para que seja colhida à noite.
“Só a luz parcialmente visível pode ser absorvida e transformada em eletricidade, mas o LPP pode armazenar energia solar a partir de luz não absorvida e perto da infravermelha”, explicou Tang, “permitindo a geração de energia contínua de dia e de noite”.
Esses avanços foram publicados em revistas científicas dos Estados Unidos e da Europa, que destacaram a queda de custos que a energia solar poderia ter graças a esse tipo de painel.
Boa parte da energia consumida na China procede de combustíveis fósseis (carvão e petróleo), mas, ao mesmo tempo, a segunda economia mundial é o país com mais centrais solares instaladas (com capacidade para mais de 77 gigawats). (ecodebate)

Agricultores de PI utilizam energia solar para cultivar produtos biofortificados

Agricultores do Piauí utilizam energia solar para cultivar produtos biofortificados.

Jovens agricultores do Piauí utilizam energia solar para cultivar produtos biofortificados.

Com o objetivo de apresentar uma solução inovadora, que possibilite ao jovem rural uma fonte de renda segura que o mantenha no campo, a Embrapa, por meio do projeto Biofortificação de Alimentos (Biofort), implantou, em fevereiro de 2017, a primeira Unidade de Segurança Produtiva Solar, em Santo Inácio, na região Sul do Piauí.
Equipe na área de irrigação por meio de energia solar.
Essas Unidades são pequenas áreas para cultivo em que são utilizadas todas as tecnologias necessárias para reduzir o risco de perda da produção em decorrência de alterações climáticas ou problemas no manejo.
O jovem produtor Henrique Lima César, egresso de Escola Família Agrícola, condição prioritária para a escolha, é um dos beneficiados com a implantação de uma Unidade de Segurança Produtiva Solar. Morador da comunidade Malhada do Juazeiro, em Santo Inácio, ele foi selecionado por meio da observância de aptidão e dedicação à produção agrícola e se a área em que produz apresenta riscos que impedem a efetiva produção agrícola, tais como ser em área de risco climático, acesso restrito a energia elétrica e composição familiar apta à produção agrícola.
Na área escolhida, o produtor tem água disponível para o cultivo irrigado por meio de gotejamento. O bombeamento da água é feito por meio de energia solar e ele utiliza tecnologias da Embrapa relacionadas a espaçamento e planta cultivares de feijão-caupi, batata-doce e macaxeira biofortificadas, com maior qualidade e melhor produtividade. “É um trabalho muito bom, pois tenho água durante dez horas por dia, o que dá uma média de 50 litros de água por dia para utilizar na irrigação. Com o kit de energia solar já estou ampliando meu projeto com mais produtos biofortificados e ampliando minha renda”, comenta.
A iniciativa pioneira na região é fruto de uma parceria entre a Embrapa, Fundação Dom Edilberto, Centro Educacional São Francisco de Assis (Cefas), Escola Família Agrícola de Santo Inácio e a Codevasf. Na ação, cada instituição parceira tem papel fundamental para a obtenção de resultados positivos. A Fundação Dom Edilberto realizou a perfuração de um poço tubular; a Escola Família Agrícola (EFA) promove a capacitação de jovens produtores; o Biofort propiciou o conjunto de bombeamento solar e as cultivares de batata-doce, feijão e macaxeira biofortificados; a Codevasf cedeu o kit de irrigação por gotejamento e o CEFAS promove a assistência técnica e acompanhamento ao produtor. Com a ação conjunta das instituições, o jovem produtor está satisfeito com a oportunidade, pois agora tem a garantia de que terá a colheita do que plantou.

De acordo com Marcos Jacob Almeida, analista da Embrapa Meio-Norte e articulador da ação, essa parceria entre as instituições visa demonstrar e promover um modelo produtivo capaz de gerar sustentabilidade econômica, social e ambiental, com potencial de tornar-se uma política pública em toda a região. “A sucessão familiar tem sido a maior ameaça à existência da agricultura familiar, os jovens estão buscando outras atividades devido aos elevados riscos para se produzir sob mesmas condições que seus pais trabalham. Sem que haja atrativos no meio rural como mecanismos que reduzam os riscos na produção, a tendência é chegarmos à condição futura de uma agricultura sem agricultores. Essa iniciativa é importante para que o jovem possa produzir e se manter no campo”, destaca Almeida. (ecodebate)


terça-feira, 18 de abril de 2017

Fone sem fio movido a energia solar por menos de R$ 100

Conheça o fone sem fio movido a energia solar que custa menos de R$ 100
A tendência começou a ser estabelecida em 2016, com o iPhone 7 e o Moto Z, e a julgar pelos primeiros lançamentos de janeiro, tudo indica que 2017 é o ano em que a entrada para fones de ouvido vai desaparecer dos smartphones.
A alternativa para quem quiser um celular novo será usar um adaptador ou um fone de ouvido sem fio, mas esses modelos ainda não são muito baratos. É nesse cenário que surge o Sola, um headphone Bluetooth que custa apenas US$ 30 (equivalente a menos de R$ 100 em conversão direta).
O diferencial do Sola é que, como o nome já entrega, o headphone é abastecido, em parte, por energia solar. Segundo o criador do produto, uma hora com o fone sob a luz do Sol equivale a 28 minutos de uso. Para carregar a bateria de 0% a 100%, a fabricante diz que são necessárias 15 horas de exposição.
Quem tiver mais pressa pode usar um conector USB e ligá-lo à tomada normalmente. Por enquanto, porém, o Sola ainda não está disponível para venda. Uma campanha de financiamento coletivo no site Indiegogo espera arrecadar US$ 30 mil até o fim de março para colocar o dispositivo em produção. (uol)

Fone movido a energia solar que custa menos de R$ 100

Conheça o fone movido a energia solar que custa menos de R$ 100.
Quem está ligado em tecnologia sabe que a tendência para os próximos anos é que os fones de ouvido sejam utilizados sem fio. Por esse motivo, diversas empresas – tais como a Apple e a Motorola – estão investido na criação de aparelhos celulares que sequer contam com entradas para fones.
Alguns modelos sem fio, então, estão começando a aparecer no mercado e já estão dando o que falar. Entre eles, um modelo exclusivo movido por energia solar e que custa apenas US$ 30 (equivalente a aproximadamente menos de R$ 100 em conversão direta).
O produto foi batizado Sola e parte dele é abastecido a partir de um gerador de energia solar no próprio fone de ouvido. De acordo com seu idealizador, uma hora com ele sob a luz do sol equivale a aproximadamente 30 minutos de uso. Para que a bateria possa ir de 0% a 100%, a fabricante ainda afirma que são necessárias 15 horas de exposição.
No entanto, vale ressaltar que, apesar do gerador de energia solar, é possível carregar o fone de ouvido por meio de entrada USB – ou seja – no computador ou até mesmo na tomada, mediante o uso de uma caixinha de energia.  Nesse processo, são necessárias cerca de duas horas para que a bateria vá de 0% a 100%.
Outro ponto interessante a respeito do Sola é que basta uma caminhada sob a luz do sol para que ele carregue automaticamente. Dessa forma, as chances da bateria de fato acabar ficam muito menores. Boa notícia, não é mesmo?
A princípio, o fone com gerador de energia solar poderá vir em quatro cores (vermelho, preto, prata, dourado e verde). O produto ainda é compatível com todos os tipos de smartphones e iPods e conta com indicador de nível de bateria, luzes de LED, microfone que barra ruídos indesejados, além de equalizador para que sons externos possam ser abafados.
Apesar da tecnologia aparentar ser muito bacana, ela ainda não está disponível para compra. Atualmente, seus idealizadores estão promovendo um projeto de crowdfunding a fim de realizar o lançamento do fone de energia solar.
A ideia é que o produto possa ser lançado no outono norte americano, ou seja, a partir de outubro deste ano. Até lá, é possível conferir mais detalhes sobre o fone de ouvido com gerador de energia solar no site IndieGoGo, que hospeda o projeto de financiamento coletivo.
(portalsolar)

domingo, 16 de abril de 2017

Boné promete carregar dispositivos com o uso de energia solar

Se você gostou da notícia sobre o fone de ouvido movido a energia solar, nós do Portal Solar temos outra novidade muito bacana pra te apresentar: A empresa Unique Creative Ideas, lançou recentemente, um boné solar chamado SolSol.
O dispositivo, que custa US 56 (aproximadamente R$ 175, em conversão direta), tem a capacidade de até mesmo carregar celulares. Disponível na Amazon US, o boné pode ser adquirido numa variedade de cores.

Produzido 100% algodão e com um regulador de tamanho, o mais interessante do SolSol é o seguinte: Ele não conta apenas com uma placa solar, mas diversas. A parte de trás do boné contém a porta de carregamento para o cabo que deve ser conectado ao celular. No entanto, é preciso ficar atento: a aba não deve ser dobrada.
Para você ter uma ideia do potencial dessa placa solar, uma tomada de parede comum pode fornecer em torno de 1000mA. Já a do SolSol, que conta com o gerador de energia solar na aba, pode fornecer entre 125mA e 350mA de eletricidade.


Isso significa que, se você demora duas horas para carregar o telefone usando a tomada, por exemplo, no SolSol pode esperar de três a quatro horas para carregar totalmente o seu telefone.
Dessa forma, dá pra concluir que – apesar do boné com energia solar não ser a fonte mais poderosa – ele consegue ser um ótimo “quebra galho”, não é mesmo?! O aparelho é compatível com qualquer dispositivo com um plug USB, o que inclui smartphones Android, iPhone 5 e 6, iPad2, fones de ouvido e muito mais.
Por outro lado, se você possui um iPhone 7 ou outro dispositivo rodando o iOS10, o boné infelizmente ainda não é compatível. E vale ainda ressaltar que apesar de ser resistente à água, o SolSol não é à prova d'água.
Marcas como o Google e Levi’s já lançaram tecnologias para vestir, como por exemplo, uma jaqueta jeans inteligente que permitirá o controle de aplicativos do smartphone por meio da manga da roupa.


O boné inovador foi criado pela Unique Creative Ideas, empresa que fornece software, tecnologia e soluções para companhias como He-Man, Hot Wheels, e The Original Grip Ball.
Segundo algumas pessoas que já usaram o SolSol, o único empecilho foi o peso, que se destacou por ser maior do que um boné comum.
O que você achou dessa novidade? Conte aqui nos comentários se você compraria o SolSol e, caso já tenha usado, relate aqui a sua experiência com o produto! (portalsolar)