quarta-feira, 26 de janeiro de 2022

10 carros elétricos mais vendidos no Brasil em 2021

Carros elétricos não são os mais vendidos do mercado no Brasil, mas conquistaram um importante espaço em 2021. A fatia de vendas reservada a eles praticamente dobrou nos últimos 12 meses, segundo dados da ABVE/Associação Brasileira do Veículo Elétrico.

O órgão registrou que, entre janeiro e novembro deste ano, foram emplacadas 2.137 unidades de carros totalmente elétricos no Brasil, contra somente 801 vendidas durante todo o ano de 2020. Ou seja: o crescimento foi de quase 300%.

Lista dos carros elétricos mais vendidos no Brasil até o início de dezembro/2021. Os dados foram compilados e enviados para a reportagem do Canaltech por Cássio Pagliarini, da Bright Consulting, consultoria especializada em indústria automotiva.

10. Tesla Model 3

A lista dos 10 carros elétricos mais vendidos no Brasil em 2021 abre com chave de ouro. Ou melhor, de luxo. O primeiro representante da seleção é o Tesla Model 3, que só é trazido ao país por encomenda e por meio de importadores oficiais.
Tesla Model 3 é o 10º entre os carros elétricos mais vendidos no Brasil em 2021.

O representante da montadora de Elon Musk no Brasil custa, de acordo com o site da Direct Imports, entre R$ 439 mil e R$ 549 mil, dependendo da configuração escolhida (Standard Range Pluls, Long Raig ou Performance). Segundo a Bright Consulting, foram emplacadas 21 unidades do Model 3 entre janeiro e novembro de 2021.

9. Tesla Model Y

Na sequência, temos mais um carro de luxo da montadora de Elon Musk e que só chega por aqui por encomenda e por intermédio de importadoras. Estamos falando do Tesla Model Y.

Model Y é o segundo representante Tesla na lista dos mais vendidos.

No Brasil, o veículo custa, de acordo com o site da Direct Imports, R$ 499 mil na versão Long Range, com 507 km de autonomia; ou R$ 579 mil na variante Performance, com autonomia menor (480 km), mas maior aceleração, indo de 0 a 100 km/h em 3,7 segundos. Em 2021, foram 35 unidades vendidas no Brasil.

8. Jaguar I-Pace

Jaguar I-Pace vendeu 36 unidades entre janeiro e novembro.

O 8º lugar na lista elaborada pelo Canaltech com base nos dados da Bright Consulting pertence ao Jaguar I-Pace, primeiro da marca com essa propulsão e que custa a partir de R$ 619.950. A montadora vendeu 36 I-Pace entre janeiro e novembro, um exemplar a mais do que o 9º colocado.

7. Mercedes-Benz EQC 400

O 7º entre os carros elétricos mais vendidos no Brasil em 2021 também é um modelo do segmento premium, ou seja, que demanda um valor maior de investimento. Trata-se do Mercedes-Benz EQC 400, com preços partindo de R$ 630 mil, dependendo da configuração.

Mercedes EQC 400 foi atração do Electric Experience, em Tuiuti.

O SUV foi uma das atrações do Electric Experience, em Tuiuti, e a reportagem do Canaltech pôde conferir de perto a razão de tanto sucesso no mercado. Recheado de tecnologia, ele conta com 408 cavalos de potência e 77,5 kgfm de torque. Vendeu 35 unidades entre janeiro e novembro.

6. JAC iEV20

Construído na mesma plataforma do J2, o iEV20 é um hatch compacto com 68 cavalos de potência, torque de 21,9 kgfm e velocidade máxima de 102 km/h. O modelo foi um dos primeiros da família elétrica da JAC Motors e, hoje, é o 7º carro elétrico mais vendido do Brasil.

Chinês iEV20 é o representante da JAC Motors na lista.

O hatch elétrico chinês teve 49 unidades emplacadas entre 1º de janeiro e 30 de novembro e custa a partir de R$ 169.900.

5. Renault Zoe

Renault Zoe está entre os carros elétricos mais vendidos do Brasil em 2021.

O hatch da marca francesa está disponível em duas versões no Brasil: a Zen (a partir de R$ 204 mil) e a Intense (a partir de R$ 229.900). Considerado um modelo “eficiente, mas comum”, o Zoe segue com boa aceitação e emplacou 53 unidades no ano, ocupando o 6º posto entre os carros elétricos mais vendidos do Brasil em 2021.

4. BMW i3

Subcompacto alemão vendeu 155 unidades até o fim de novembro.

Figurinha carimbada quando o assunto são carros elétricos à venda no Brasil, o i3, modelo da BMW, aparece em 4º lugar na lista dos mais vendidos no país em 2021. O subcompacto custa a partir de R$ 304.950, tem autonomia de 200 quilômetros e todo o charme que os modelos da marca alemã oferecem. Foram vendidos 155 novos i3 em 2021.

3. Audi e-Tron

Audi e-Tron está entre os carros elétricos mais vendidos do Brasil em 2021.

O pódio dos carros elétricos mais vendidos do Brasil em 2021 é aberto pelo Audi E-Tron. O modelo da montadora alemã custa a partir de R$ 529 mil na versão Performance e chega a R$ 604.990 na Sportback. Entre janeiro e novembro deste ano, 242 novas unidades foram comercializadas.

2. Nissan Leaf

Nissan Leaf emplacou 248 unidades em 2021 no Brasil.

O vice-campeão entre os carros elétricos mais vendidos do Brasil em 2021 não carrega com ele a pompa de um veículo premium, mas a eficiência, modernidade e durabilidade que as marcas japonesas costumam oferecer. Estamos falando do Nissan Leaf, que emplacou 248 carros em 11 meses e, hoje, tem versões a partir de R$ 287,3 mil no Brasil.

1. Porsche Taycan

Porsche Taycan foi o carro elétrico mais vendido do Brasil em 2021.

O primeiro colocado entre os carros elétricos mais vendidos do Brasil em 2021 não é nenhuma surpresa, já que ele também ocupou o posto durante o 1º semestre do ano. Estamos falando do Porsche Taycan, que custa a partir de R$ 699 mil em sua versão queridinha do público, a 4S, e emplacou 363 unidades no ano.

E os carros eletrificados?

Agora que você já sabe quais foram os 10 carros elétricos mais vendidos no Brasil em 2021, uma informação a mais: os números de carros eletrificados, ou seja, quando somam-se os BEVs (somente elétricos), HEVs (híbridos elétricos) e PHEVs (híbridos elétricos plug-in) são ainda mais expressivos.

Ao todo, já são 30.445 carros eletrificados emplacados em 2021, contra 19.745 de 2020 — alta de 54%.

Corolla Cross, da Toyota, foi o carro eletrificado mais vendido entre janeiro e novembro.

Veja o ranking dos 10 carros eletrificados mais vendidos no Brasil segundo a ABVE:

1.      BMW X5 XDrive45E-PHEV: 712

2.      BMW X3 XDrive30E-PHEV: 762

3.      Volvo XC40 T5H RDesign-PHEV: 927

4.      Toyota Corolla Altis HV-HEV: 1.061

5.      Volvo XC60 T8 Inscript-PHEV: 1.085

6.      Volvo XC40 T5H Inscrip-PHEV: 1.170

7.      Toyota Corolla Cross XRV Hybrid-HEV: 1425

8.      Volvo XC60 T8 Momentum-PHEV: 1.446

9.      Toyota Corolla APremiumH-HEV: 5.962

10.    Toyota Corolla Cross XRX Hybrid-HEV: 7.885.

Ranking: carros elétricos mais vendidos no mundo em 2021. (yahoo)

Embraer ganha carro voador concorrente com diferencial importante

A Embraer acaba de ganhar mais um concorrente no mercado de carros voadores. A startup francesa Ascendance Flight Technologies anunciou o desenvolvimento do Ascendance ATEA, modelo híbrido que terá decolagem vertical e funcionamento bem parecido com automóveis hibridizados.

Assista ao vídeo: https://www.youtube.com/watch?v=7TR-O6VAD3g.

Segundo a fabricante, o ATEA utilizará os propulsores elétricos apenas para decolagem, enquanto os motores a diesel serão os responsáveis por, de fato, fazerem o carro voador funcionar em sua atividade de cruzeiro. Os carros híbridos convencionais utilizam do mesmo expediente, o que ajuda na economia de combustível.

A promessa da Ascendance é de que os níveis de emissão sejam 80% menores do que um carro 100% a diesel. O ATEA, quando finalizado, terá autonomia total de pouco mais de 400 km, ideal para viagens curtas ou utilização em ambiente urbano, como a maioria dos eVTOLs (veículos elétricos voadores com decolagem vertical). O tempo de recarga das baterias será de apenas 10 minutos em um carregador convencional.

ATEA terá boa autonomia para uso urbano e, também, viagens regionais.

Com relação ao design, nenhuma grande surpresa. Projetado para levar até cinco passageiros, o ATEA dispõe de oito rotores espalhados em suas asas dianteiras e traseiras. Segundo a empresa, seu nível de ruído será bem menor do que um helicóptero convencional, mas, ainda sim, mais barulhento do que os carros voadores 100% elétricos. (yahoo)

Adoção de energia renovável é essencial para estratégias de sustentabilidade

Grandes empresas de todo o mundo estão adotando a energia renovável como parte de suas estratégias de sustentabilidade, de acordo com a Pesquisa de Insight de Energia Renovável patrocinada pela ECOHZ.

Os resultados também destacam a importância de estruturas de relatórios, como o Greenhouse Gas Protocol (GHG-P) e a Science Based Targets Initiative (SBTi), ambos considerados pelos respondentes como altamente relevantes.

ECOHZ Renewable Energy Insight Survey coletou informações de quase 200 líderes de uma variedade de setores e funções. Entrevistados vêm de mais de 20 países diferentes e metade deles trabalha em empresas com mais de 5.000 funcionários. A pesquisa foi concluída em outubro/2021.
Tom Lindberg, Diretor Executivo da ECOHZ, disse: “É uma ótima notícia que a energia renovável está se tornando a norma. Depois de todas as conversas na COP26, a pressão sobre o setor empresarial vai aumentar, para fazer mais. Relatórios ESG confiáveis ajudarão a distinguir a ação real da lavagem verde e, para isso, precisamos de medição e responsabilidade adequadas. Existem vários padrões e estruturas de relatório, e vemos em nossa pesquisa que alguns padrões são considerados mais relevantes do que outros. O alinhamento em torno de políticas, medidas, ferramentas e padrões será fundamental para acelerar e medir ações para mitigar as mudanças climáticas”.

Medida chave de energia renovável

Mais da metade dos entrevistados na pesquisa ECOHZ disse que os Certificados de Atributos de Energia (EACs) são “extremamente relevantes” para suas estratégias de sustentabilidade, enquanto 40% dos entrevistados responderam com uma pontuação igualmente alta sobre Contratos de Compra de Energia (PPAs).

Convergência em torno de “padrões e estruturas” de relatórios

Os resultados da pesquisa também sugerem que as empresas estão levando os relatórios muito a sério e que alguns padrões de relatórios convencionais estão emergindo como mais importantes. Entre uma variedade de padrões disponíveis e estruturas de relatórios de sustentabilidade, quase metade dos entrevistados disse que o GHG-P é “extremamente relevante”. Os entrevistados classificaram ainda o SBTi e o CDP como os mais relevantes, à frente de outros padrões relevantes.

Necessidade de conselhos e novas soluções

A ECOHZ Renewable Energy Insights Survey revela uma forte demanda por acesso a percepções e conselhos de mercado, bem como ferramentas personalizadas para que as empresas gerenciem suas estratégias de sustentabilidade. Há um grande interesse em serviços de consultoria em torno do uso de Contratos de Compra de Energia (PPAs), estabelecimento de roteiros Net Zero, bem como no desenvolvimento de estruturas de relatórios de sustentabilidade confiáveis.

Os entrevistados também demonstraram um interesse positivo e agudo em usar novas tecnologias para comprar, relatar e gerenciar soluções de energia renovável em todas as operações e geografias.

Tom Lindberg concluiu: “Nossa pesquisa sugere que grandes empresas realmente adotam a energia renovável como um elemento crucial de suas estratégias de sustentabilidade e que cada vez mais desejam se reunir em torno de padrões confiáveis e politicamente endossados. Eles também reconhecem a necessidade de aconselhamento externo e percepções de mercado na execução de suas estratégias. Estou absolutamente de acordo com o sentimento da COP26, e com os líderes políticos que dizem que tornar a economia mais verde trará oportunidades significativas”. (ecodebate)

segunda-feira, 24 de janeiro de 2022

Embraer faz parceria para estudar Combustível de Aviação “100% Sustentável”

Embraer firma parceria para estudos em Combustível de Aviação “100% Sustentável”.
A Embraer acaba de anunciar uma parceria com a Pratt & Whitney, fabricante americana de motores de aviões, com foco em Combustível de Aviação 100% Sustentável (SAF, na sigla em inglês). De acordo com o anúncio da empresa brasileira, a iniciativa reflete um compromisso junto às suas metas ambientais da indústria da aviação. Entre essas metas, está a de atingir zero emissões líquidas de CO2 nos voos até 2050.

Equipes técnicas da Embraer e da Pratt & Whitney trabalharão em conjunto para definir um plano integrado de testes de solo e voo em uma aeronave E195-E2, a maior aeronave da família E-Jet E2 da Embraer. O avião usará 100% de SAF, com motores GTF, desenvolvidos pela fabricante americana.

Embraer apresentou o E195-E2 na primeira edição do Selangor Aviation Show, na Malásia. O jato comercial de corredor único foi apresentado como o mais eficiente e sustentável do mundo em sua categoria, capaz de produzir 25% menos emissões por assento do que um turboélice comum e com os mais baixos níveis de ruído externo e emissões entre todas as aeronaves a jato.

Já o Combustível de Aviação 100% Sustentável desempenha papel importante para a descarbonização das viagens aéreas, reduzindo a dependência de combustíveis fósseis. Como traz o anúncio da Embraer, o SAF é produzido a partir de matérias-primas renováveis, como óleo de cozinha usado ou resíduos sólidos urbanos. Seu potencial pode alcançar a redução das emissões de CO2 do ciclo de vida em até 80%, em comparação com o combustível fóssil para aviação.

Hoje, os padrões técnicos elaborados pela ASTM International permitem que as aeronaves operem com SAF em misturas de até 50% com querosene. A colaboração entre fabricantes aeronáuticos fornecedores de combustível e reguladores permitirá que novos padrões certifiquem a operação com 100% SAF.

Inovação em combustíveis sustentáveis

Arjan Meijer, presidente e CEO da Embraer Aviação Comercial, lembra que a empresa brasileira “tem um histórico reconhecido de inovação em combustíveis sustentáveis, o que inclui a primeira aeronave certificada a operar com etanol, em 2004”. Atualmente, a empresa brasileira está fazendo avanços em sua tecnologia de SAF, com os compostos atuais misturando camelina e cana-de-açúcar para a produção de biodiesel. A Embraer planeja ter todas as suas aeronaves compatíveis com o produto até 2030.

“A Pratt & Whitney atua em testes e certificação de SAF há quase duas décadas. Continuaremos estrategicamente a apoiar os testes de voo com 100% SAF para clientes importantes que expandem a aceitação do SAF, incluindo a parceria com a Embraer para testar as aeronaves E-Jets E2 com 100% SAF, como parte de sua meta de emissões líquidas zero para 2050”, disse Graham Webb, diretor de sustentabilidade da Pratt & Whitney.

O jato Embraer E195-E2, equipado com motores GTF da Pratt & Whitney, oferece mais de 24% em melhoria de eficiência de combustível e emissões mais baixas de CO2 por assento do que a geração anterior do E195. A Pratt & Whitney equipa uma série de outras aeronaves da Embraer, incluindo os jatos executivos das séries Phenom 300 e 100, e a aeronave de transporte militar C-390 Millennium, que usa motores IAE V2500. (biodieselbr)

Volkswagen apresenta linha de carros elétricos de olho no Brasil

A Volkswagen realizou um evento fechado para a imprensa em 06/12/21 para dar início à ID Week (Semana ID) e, com isso, apresentar dois modelos elétricos que podem (e devem) chegar ao Brasil em um futuro próximo.

Duas unidades do ID.3, uma delas estática, e duas do ID.4 foram as principais atrações no Jockey Clube de São Paulo, e o Canaltech pôde experimentar ambos em um teste-drive “relâmpago”, de cerca de 5 minutos, no entorno da sede do evento.

A montadora não forneceu informações sobre preço, data de lançamento ou versões dos carros elétricos que serão disponibilizadas em território brasileiro, mas deve fazer isso nos próximos meses, quando terminar o que Pablo Di Si, presidente e CEO da Volkswagen para a América Latina, chamou de “clínicas”.

“Nossa intenção é mostrar que temos uma estratégia complementar. Temos veículos flex, carros elétricos e híbridos. Queremos mostrar ao Brasil que vamos trazer o melhor da tecnologia da Europa para o Brasil. Está confirmado que teremos carros elétricos. Quais serão, nós veremos após as clínicas, pois acreditamos muito nas clínicas com os consumidores”, comentou o executivo.
Carros elétricos da Volkswagen foram apresentados à mídia em evento fechado.

No bate-papo reservado com a reportagem do Canaltech, mesmo não confirmando de forma oficial, Pablo Di Si deu a entender que o ID.3 e o ID.4 devem mesmo ser os escolhidos para inaugurar a “família elétrica” da marca alemã no Brasil.

“O brasileiro olha muito o design como primeiro atributo, e olha a conectividade. São duas coisas que o ID.3 e o ID.4 têm, então já saímos bem. Aí você coloca silêncio, espaço interno, conforto e prazer de dirigir. Acho que os dois podem se dar muito bem no Brasil e na América Latina”.

O executivo admitiu que a infraestrutura do país para veículos elétricos ainda não é a ideal, mas não viu isso como um problema para que a marca efetivamente aposte no segmento em breve.

“No Brasil talvez demore um pouquinho mais do que nos Estados Unidos e na Europa, pois o Brasil é um continente. Se eu estiver errado e infra ficar pronta em 2 anos, é só importar. A parte mais fácil é importar 200 mil, 500 mil carros. O line-up da VW é um dos mais abrangentes do mundo”, concluiu.

ID.3: o caçula da família elétrica Volkswagen

ID.3 mostrado à imprensa tinha 204 cavalos de potência e muita tecnologia.

O ID.3 pode ser considerado o caçulinha da família elétrica Volkswagen, pois é o que tem as menores dimensões. A aposta da marca alemã para cativar os órfãos do Golf tem 4,26 m de comprimento, 1,81 m de largura e 1,55 m de altura, com 2,76 m de distância entre eixos.

Apesar do tamanho similar ao do irmão a combustão, o peso é sensivelmente maior por conta das baterias. O ID.3 carrega 1.719 kg e, para isso, foi equipado com três tipos de bateria e três níveis de potência.

Construído sob a plataforma MEB, ele oferece três conjuntos: 45 kWh, com autonomia para 330 km; 58 kWh (420 km) ou 77 kWh (550 km). Em termos de potência, o cliente poderá escolher modelos com 145, 204 ou 299 cavalos. O exposto no evento foi o de 204 cavalos e 58 kWh.

O pacote de acessórios também será dividido em versões, com a básica oferecendo sistema de navegação nativo, aquecimento dos bancos e cabo de carga, enquanto a mais completa acrescentará ainda piloto automático, câmera de ré, iluminação ambiente e outros mimos.

ID.4: SUV elétrico promete chacoalhar o mercado

ID.4 é o SUV elétrico da Volkswagen cotado para vir ao Brasil.

O segundo da família elétrica que deve ser confirmado pela Volkswagen para o mercado brasileiro em 2022 é o ID.4. Ele já tinha dado as caras por aqui no início de novembro, como atração do Boat Show, evento realizado em São Paulo. Agora, deu mais um passo para ficar em definitivo por aqui.

O ID.4 é maior do que o irmão em todas as dimensões. Ele mede 4,58 m de comprimento, 1,85 m de largura, 1,64 m de altura e entre-eixos de 2,77 m. O modelo que ficou estático no pavilhão no mês passado também é mais potente que o ID.3.

Ele tem um conjunto de baterias de 77 kWh, que oferece uma autonomia de até 522 km no ciclo europeu (WLTP) e oferece potência de 204 cavalos. Há ainda versões com 148 ou 170 cavalos na variante “normal” do ID.4.

O modelo esportivo (ID.4 GTX), por sua vez, chega a 299 cv, com torque imediato de 46,9 kgfm, por conta de um segundo motor, instalado na frente do veículo.

De acordo com a marca, independentemente do modelo do ID.4, bastam 30 minutos de recarga rápida para recuperar até 80% da bateria (considerando uma recarga DC, de 100 kW).

Assista ao vídeo e dê a primeira olhada no ID.3 e no ID.4, elétricos da Volkswagen: https://www.youtube.com/watch?v=rCK54zV5iOY.  (yahoo)