sexta-feira, 18 de março de 2022

Nem tudo é verde para a energia eólica em larga escala

Empreendimentos eólicos, tanto podem ser de baixo potencial como de significativo impacto ambiental, como verificado no campo

A energia eólica, aquela que produz energia elétrica pela força dos ventos, tem crescido exponencialmente no país. Os números não mentem. Em 2011 a potência instalada era de 2 GW (GigaWatts). Em dezembro/2021, segundo a Abeeólica (Associação Brasileira de Energia Eólica) a potência instalada ultrapassou os 20 GW, com aproximadamente 751 parques eólicos e mais de 8.800 aerogeradores instalados. O que representa aproximadamente, 11% da matriz elétrica.

O uso desta fonte de energia renovável é considerado menos sujo, em relação aos combustíveis fósseis. É inesgotável, abundante e de excelente qualidade no nordeste brasileiro, e em outras regiões do país. Sua contribuição para a transição e diversificação da matriz elétrica é inquestionável. A modularidade permite atender a distintas faixas de potência. Várias são as vantagens.

A produção de energia eólica é necessária pelos inúmeros benefícios, desde que se preservem as funções e os serviços dos complexos sistemas naturais que combatem as consequências previstas pelo aquecimento global. Mas também a preservação dos modos de vida das populações locais.

A produção de grandes blocos de energia, em larga escala, utiliza grandes superfícies para a instalação dos complexos eólicos, constituídos de parques eólicos que ocupam áreas contínuas. Os impactos produzidos por cada parque são cumulativos e sinergéticos, e atingem as pessoas que vivem nos locais de instalação, atingem os ecossistemas e, em última análise, o planeta, de modo geral.

O problema reside na escala de produção de energia. Maior potência total instalada, maior área necessária para a instalação dos aerogeradores (e também módulos fotovoltaicos), maior área desmatada e impactada. A construção das vias de acesso acaba também trazendo impactos indesejáveis ao meio ambiente local, juntamente com a construção de galpões destinados a abrigar os equipamentos e as empresas prestadoras de serviço que atuam na montagem dos parques.

Instalações de complexos eólicos no interior nordestino concentram mais de 85% das instalações eólicas distribuídas pelo território brasileiro, atingem diretamente o bioma Caatinga. A supressão da vegetação, o uso de grandes quantidades de água na construção das bases para as torres de sustentação das pás dos aerogeradores, são aspectos que merecem ser analisados em relação à sustentabilidade destas instalações de grande porte, quando as instalações eólicas estão localizadas em áreas costeiras, os impactos ambientais são distintos, mas não menos graves. Inúmeras publicações e estudos acadêmicos descrevem detalhadamente estes impactos.

Para os empreendimentos eólicos existe uma legislação pertinente que disciplina as questões de licenciamento ambiental, através das resoluções do CONAMA (Conselho Nacional do Meio Ambiente).

No auge da crise de desabastecimento de energia, conhecida como o Apagão de 2001, a resolução CONAMA 279/2001 flexibilizou a legislação ambiental. Aplicável apenas aos empreendimentos elétricos de pequeno impacto ambiental (fonte eólica considerada como tal pelos órgãos ambientais). O enquadramento caberia ao órgão ambiental estadual definir. Por sua vez, a Resolução CONAMA 462/2011, definiu que o órgão licenciador tem a competência de enquadrar os projetos de geração eólica; agora considerando o tamanho, a localização e o baixo potencial poluidor do empreendimento.

O que ocorre atualmente é que todo projeto eólico de grande porte é considerado de baixo impacto, e assim é dispensado a exigência do EIA/RIMA. Pelo fato dos empreendimentos eólicos, independentemente do tamanho e da localização serem considerados de baixo impacto ambiental, a única exigência junto ao empreendedor para o licenciamento, se restringe somente ao Relatório Ambiental Simplificado (RAS). Todavia os empreendimentos eólicos, tanto podem ser de baixo potencial como de significativo impacto ambiental, como verificado no campo.

Cabe à autoridade administrativa, identificar os riscos, apontar as soluções adequadas, e impor ao empreendedor medidas de mitigação e/ou de compensação ambiental. Todavia, infelizmente na prática, inexiste o acompanhamento, a fiscalização para que tais compromissos sejam alcançados. Verifica-se de fato uma omissão, uma transgressão dos órgãos que deveriam ter a responsabilidade de cuidar do meio ambiente.

Empreendedores acabam dividindo o complexo eólico, em vários parques eólicos menores em relação à potência instalada, e ao número de aerogeradores. Todavia, os parques eólicos são “vizinhos” entre si, ocupando áreas contínuas e, consequentemente, impactos cumulativos dos parques devem ser levados em conta. O que pode tornar o empreendimento de grande impacto ambiental é se boas práticas socioambientais não forem adotadas pelos empreendedores, respeitando a natureza e as pessoas. Órgãos licenciadores “fecham os olhos”, prevaricam diante dos altos impactos, e utilizam a grife “energia limpa”, como passaporte para malfeitos.

Estes breves comentários sobre a legislação existente, das “manobras” dos empreendedores e conivência das instituições que licenciam, fiscalizam; demonstram condutas éticas questionáveis, em desrespeito completo à preservação do meio ambiente, e a falta de transparência. Lamentavelmente este é o modus-operandi dos “negócios do vento”, compreendido e repartido as responsabilidades, entre os empreendedores, organizações governamentais e políticos. Esta situação se repete, e é semelhante nos vários estados brasileiros onde se desenvolvem os “negócios do vento”.

O resultado da balbúrdia instaurada, e de certa promiscuidade reinante entre os atores, é um modelo insustentável de expansão da tecnologia eólica de grande porte.

Recentemente procuradores do estado do Rio Grande do Norte, integrantes do Conselho Estadual do Meio Ambiente (Conema), apresentaram recomendações no sentido da necessidade de uma revisão dos procedimentos do órgão licenciador, e dos conceitos adotados. Não é pelo fato de ser uma fonte renovável, cuja reputação é de ser limpa, mas que verdadeiramente não existe fonte de energia limpa, conforme nos diz a ciência, está isenta de impactos socioambientais expressivos.

Diante da ação dos procuradores, a reação da presidente da Abeeólica foi imediata. Em entrevista ao jornal diário Tribuna do Norte com sede em Natal/RGN, em tom arrogante, ameaçou os governos que pretendem modificar o tratamento diferenciado dado até então, para os “negócios do vento”. Afirmou que “o investidor vai chegar aqui e vai identificar tantas dificuldades, que ele vai migrar para outro lugar e o estado vai perder a oportunidade e o investimento”. O que a representante deste negócio, que move bilhões de reais, chama de “tantas dificuldades” seria nada mais, nada menos do que respeitar a lei, e sua interpretação em relação a baixo impacto ambiental. Não se pode admitir que de antemão a instalação de um parque/complexo eólico seja considerada de baixo impacto, e sem a necessidade de realização de estudos mais apurados como o Estudo de Impacto Ambiental (EIA) e o Relatório de Impacto de Meio Ambiente (RIMA).

Em sua entrevista, uma clara chantagem é feita contra o governo potiguar, ao declarar que “agora, os investidores que estão aqui, observamos que, realmente, eles estão avaliando a possibilidade de sair do Estado. Porque em geral, nós investidores não entramos em confronto, simplesmente procuramos outro lugar para colocar nossos investimentos”.

A dedicada líder dos interesses dos investidores omite dizer que os excepcionais ventos estão no Nordeste, que as terras utilizadas para a instalação dos aerogeradores são muito baratas, o que garante o lucro exorbitante destas empresas. Portanto, ameaças como esta devem ser repudiadas, não somente pelo Consórcio Nordeste, pelas autoridades governamentais estaduais, mas também por todos que clamam pela justiça socioambiental, preservação do bioma caatinga, pela vida dos moradores locais, pela preservação das áreas costeiras e dos homens e mulheres que vivem da pesca.
Geração eólica sim, mas respeitando e promovendo o meio ambiente, o bem-estar das pessoas, e as leis vigentes. (ecodebate)

quarta-feira, 16 de março de 2022

Com lei sancionada, energia solar atrai novos consumidores

“Consumidores que montarem seu sistema até janeiro/2023 terão os mesmos direitos hoje adquiridos até o ano de 2045”.

O agravamento da crise hídrica e a consequente alta da energia elétrica têm levado os consumidores a buscarem uma maior economia financeira na produção de energia limpa e renovável.

Segundo dados da Associação Brasileira de Energia Solar Fotovoltaica (Absolar), o número de consumidores brasileiros que usam energia solar ultrapassa 1 milhão. Deste montante, 76,6% são residências, 13,4% são comércios e serviços, 7,6% correspondem a produtores rurais, 2,1% de indústrias e 0,3%, o poder público.

“No ano de 2021, o Brasil teve um crescimento de 65% na produção de energia solar em relação ao ano de 2020”, destaca Jéfferson Neri, engenheiro mecatrônico e sócio proprietário da Panda Energia Solar. “Essa procura vem em resposta aos constantes aumentos no valor da energia elétrica, que no último ano teve um aumento de 25%”, estima.

Essa demanda deve crescer este ano, com a Lei 14.300/22, que institui o marco legal da micro e minigeração de energia. De acordo com o engenheiro, a lei garante que as unidades consumidoras já existentes, assim como as que protocolarem acesso na distribuidora no ano de 2022, terão direito a continuação, por mais 25 anos, dos benefícios oferecidos pela Agência Nacional de Energia Elétrica (Aneel), por meio do Sistema de Compensação de Energia Elétrica (SCEE).

"A lei garante que os consumidores que montarem seu sistema até janeiro/2023 terão os mesmos direitos hoje adquiridos até o ano de 2045. A partir de janeiro/2023, existirá uma taxa em cima da TUSD (taxa sobre o serviço prestado pela concessionária). Isso irá onerar um pouco para quem deseja produzir a própria energia", explica o gestor.

1 milhão de consumidores já produzem a própria energia solar no Brasil, totalizando 8,6 GW de potência.

Outro ponto que chama a atenção na lei é que a unidade consumidora com micro ou minigeração pode injetar na rede de distribuição a energia elétrica gerada, mas não consumida — e pode ficar com um crédito a ser utilizado quando seu consumo for superior à geração. O crédito tem validade de 60 meses e pode ser usado para abater o montante da energia que foi fornecido pela distribuidora e, assim, reduzir o valor na conta de energia.

Vantagens

“Quem possui seu sistema de energia solar pode economizar até 95%, contar com energia limpa, valorizar o seu imóvel e fugir dos constantes aumentos”, elenca o engenheiro. Mas, para ele, clientes com consumo acima de 350 kwh/mês têm maior vantagem no sistema de energia solar.

“Todos os consumidores de energia elétrica, são obrigados a pagar o custo de disponibilidade da rede elétrica: monofásico (30 kwh), bifásico (50 kwh), trifásico (100 kwh). Assim, o mesmo cliente que possui um consumo de 100 kwh por mês estará pagando uma conta de aproximadamente R$120, o cliente que possui uma conta de 1000 kwh por mês estará pagando hoje uma conta de aproximadamente R$1100. Após o investimento em energia solar essas contas irão pagar respectivamente R$60 e R$120, considerando os dois clientes sendo monofásicos. Então, em proporções, quanto mais alto o consumo mais vantajoso ficará o investimento”, ilustra o profissional.

Sobre a Panda

A Panda Solar está há quatro anos no mercado e conta com mais de 1300 painéis instalados. Serviços como instalação de energia solar, passando pelo financiamento bancário, homologação na Enel e manutenção do sistema, estão no escopo da empresa. “Temos uma equipe capacitada, com um engenheiro como proprietário, totalmente focado em cada obra. Os projetos são executados em tempo hábil de funcionamento de até 60 dias e os financiamentos bancários, desburocratizados”, pontua Jéfferson Neri. (diariodonordeste)

segunda-feira, 14 de março de 2022

Privilégio de ter um painel solar em casa

Confira o privilégio de ter um painel solar na sua casa

O povo brasileiro vive em um país com uma das tarifas elétricas mais caras do mundo.
Desde 2012, muitos brasileiros vem adotando a ideia de instalar um painel de energia solar para gerar a própria energia elétrica, seja em quaisquer circunstâncias.

A instalação de energia solar pode trazer diversos benefícios, sendo um deles, a economia de até 95% na sua conta de luz. De maneira simples, a instalação de energia solar consiste nas famosas placas solares, que vão captar a luz do sol e a converter em energia elétrica através do efeito fotovoltaico. Mas claro, tudo isso utilizando os chamados sistemas fotovoltaicos On-Grid.

Como funciona?

Esses sistemas trabalham, juntamente, com a rede elétrica da distribuidora e, como utilizam a energia do sol, durante momentos em que temos baixa geração de luz ou nenhuma, como no turno da noite, por exemplo, a energia consumida vem dela.

A instalação de energia solar faz com que você diminua o preço a pagar que é cobrado pela distribuidora. Porém, nem sempre a mesma quantidade de energia consumida é a mesma para todos, depende do casal ou da família, por esse motivo, a instalação de energia solar variam para cada um.

Por meio de uma empresa de energia solar, você consegue obter o cálculo do projeto e já partir para a instalação do sistema. Porém, mesmo que você possua conhecimento em elétrica, a tecnologia fotovoltaica possui noções que necessitam de um profissional capacitado para determinada instalação.

Quantidade de energia que é consumida por pessoa varia, o preço para a instalação seria com base no seu consumo mensal que, geralmente, é mostrado através de um boleto de cobrança pela distribuidora local. Divulgado pela empresa de pesquisa Greener, valores abaixo nos mostram o cálculo com base no custo médio nacional de watt de energia solar. Separado em níveis de consumo:

Consumo pequeno: Com uma potência de sistema 2 kWp, uma faixa de consumo mensal de 250 a 350 kWh/mês. Preço médio é R$11.800.

Consumo médio: Com uma potência de sistema 4 kWp, uma faixa de consumo mensal de 550 a 660 kWh/mês. Preço médio é R$18.800.

Consumo grande: Com uma potência de sistema 8 kWp, uma faixa de consumo mensal de 1000 a 1100 kWh/mês. Preço médio é R$33.600.

Como dito anteriormente, só a economia de até 95% na conta de luz é, por si só, o argumento para a validade da instalação. Além desse, há outros 7 benefícios que a utilização de energia solar pode listar. Dentre eles, estão o rápido retorno do investimento, a longa vida útil da tecnologia, pouca manutenção, a resistência a intempéries, a rápida instalação, a geração silenciosa e, uma das principais, a imunidade contra a inflação energética.

Confira essa breve explicação em vídeo de animação sobre como funciona a energia solar:

https://youtu.be/JTqz_xzozl0 ou https://www.youtube.com/watch?v=JTqz_xzozl0. (multiversonoticias)

sábado, 12 de março de 2022

Conheça os 10 maiores mitos e verdades sobre a energia solar

Projeto deixa a construção feia? Custo da instalação é muito alto? SolarVolt desvenda as principais inverdades espalhadas sobre a fonte fotovoltaica.
Projeto realizado pela SolarVolt.

Energia solar é a fonte renovável que mais tem crescido muito nos últimos anos, principalmente por ser alternativa sustentável e de baixo custo. No entanto, ainda existem algumas inverdades sobre o setor que acabam gerando dúvida nos consumidores.

Diante disso, a SolarVolt Energia, maior integradora de energia solar de Minas Gerais e uma das principais do país, elencou os 10 principais mitos e verdades sobre a fonte para que as pessoas conheçam melhor essa alternativa.

1. Placas solares não funcionam em dias frios ou nublados

Mito. Essa é uma das maiores inverdades espalhadas sobre a fonte. De fato, a eficiência energética de sistemas solares é reduzida em dias nublados, no entanto, isso não significa que as placas irão parar totalmente de produzir energia, haja vista que, embora o sol esteja encoberto, ainda há luminosidade.

2. Precisam de manutenções constantes

Mito. A estrutura dos painéis solares é muito simples e não conta com partes móveis ou encaixes flexíveis que exijam uma manutenção com regularidade. Quanto à sujeira, a própria inclinação da instalação e a água da chuva costumam garantir que estejam limpos. Caso isso não aconteça, a limpeza pode ser feita pelo próprio proprietário.

3. Projeto solar deixa a construção feia

Mito. Atualmente, a tecnologia dos painéis solares está muito evoluída, assim como as técnicas construtivas. Assim, basta o arquiteto estruturar um projeto que alcance um resultado esteticamente bonito e ao mesmo tempo funcional.

4. Podem durar mais de 25 anos

Verdade. Após a instalação dos painéis fotovoltaicos, os equipamentos podem durar mais de 25 anos e provavelmente com 80% de seu desempenho.

5. O investimento em energia solar é muito alto e não compensa o retorno

Mito. O custo para a instalação de projetos solares caiu muito nos últimos anos. Além disso, o retorno do investimento leva, em média, cerca de cinco anos.

6. O acesso a linhas de financiamento para instalação de projetos solares é muito difícil

Mito. Hoje, o Brasil conta com diversas linhas de financiamento destinadas à implementação de sistemas solares, com baixas taxas de juros e com um longo prazo para pagamento do crédito. Basta procurar um banco de confiança e fazer uma avaliação.

7. Energia solar deixa conta de luz mais barata

Verdade. Em meio a maior crise hídrica enfrentada pelo país e ao aumento constante nas tarifas de energia, o sistema solar fotovoltaico pode trazer grandes economias na conta de luz, reduzindo as tarifas em até 95%.

8. É preciso baterias para armazenar a energia solar

Mito. Nem sempre esse método de armazenamento por meio de baterias é necessário. No Brasil, a maioria dos consumidores que optam pela geração solar participam de um sistema de compensação que é interligado à rede elétrica convencional da concessionária, dessa forma, a energia gerada que não é consumida será injetada automaticamente na rede, gerando créditos para o cliente.

9. É preciso solicitar autorização para instalar o sistema fotovoltaico?

Verdade. Para fazer a ligação para o uso de energia solar em um imóvel é preciso solicitar a autorização junto à concessionária de energia da sua região para que profissionais capacitados façam essa avaliação.

10. A energia solar não é segura

Mito. Os sistemas de energia solar são seguros e muito confiáveis, sendo projetados para suportar climas extremos, incluindo, chuva de granizo e até mesmo queda de galhos.

Em geral, existem muitas especulações sobre energia solar que muitas pessoas acreditam ser verdade, gerando desconhecimento sobre os reais benefícios da fonte. “Em casos de dúvida, a melhor opção é buscar respostas em fontes seguras, como veículos de notícias e empresas especializadas em energia solar, que tem propriedade para falar do assunto”, afirma Gabriel Guimarães, sócio fundador e diretor Comercial da SolarVolt Energia. (aventurasnahistoria)

quinta-feira, 10 de março de 2022

Opções com bom custo benefício de moto elétrica no Brasil

Moto elétrica barata: 4 opções com bom custo benefício no Brasil.

Moto elétrica barata – A moto elétrica ou scooter é um tipo de veículo que tem sido muito procurado pelos brasileiros, sobretudo no período de pandemia e do preço alto dos combustíveis. Sendo assim, mostramos em 13/02/22 no Blog Guia do Ex-Negativado 4 opções de moto elétrica no Brasil com bom custo-benefício.

Moto elétrica barata: conheça opções boas para o bolso

Os automóveis elétricos eliminam o uso de combustíveis tradicionais (gasolina/etanol) e os gastos com manutenção preventiva.  Nesse sentido, como o custo da eletricidade é muito menor do que o custo da gasolina, então é mais barato rodar nesses modelos nas cidades.

Segundo um levantamento da Quince Market Insights, a produção mundial de motocicletas e scooters elétricas atingirá 1,14 milhão de unidades em 2021 e deve crescer 32% ao ano.

Sendo assim, veja a seguir 4 opções de moto elétrica no Brasil com bom custo benefício.

Moto elétrica barata (Canva Pro)

Shineray SE1

Essa scooter possui um motor de indução embutido na roda traseira que produz até 2.000W de potência. Segundo o fabricante, o alcance máximo é de 80 quilômetros.

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Modelo com bateria de lítio

•        Preço: R$ 13.990;

•        Motor: Elétrico indutivo brushless;

•        Velocidade máxima: 60 km/h;

•        Capacidade de carga: até 160 kg;

•        Autonomia: até 60 km.

Modelo com bateria de chumbo

•        Preço: R$ 10.990;

•        Motor: Elétrico indutivo brushless;

•        Velocidade máxima: 60 km/h;

•        Capacidade de carga: até 160 kg;

•        Autonomia: até 80 km.

Shineray SE2

Na Shineray SE2 o motor é o mesmo da SE1, mas a potência é um pouco maior, chegando a 2300W.

•        Preço: a partir de R$ 13.990;

•        Motor: Elétrico indutivo brushless;

•        Velocidade máxima: 50 km/h;     

•        Bateria: lítio removível 60 V;

•        Capacidade de carga: até 240 kg;

•        Autonomia: até 60 km/h.

Voltz EV1 Sport:

A Voltz EV1 Sport é porduzida pelastartup de scooters elétricas Voltz, localizada em Recife – PE. A EV1 Sport possui potência máxima de 4.500 watts.

Em relação à autonomia, o modelo tem autonomia máxima de 180 km com duas baterias. Porém, se o motorista escolher apenas uma bateria, esse número cai para 100 quilômetros.

•        Preço: a partir R$ 14.990;

•        Velocidade máxima: 75 km/h;

•        Bateria: lítio removível 60V;

•        Capacidade de carga: até 180 kg.

Voltz EVS:

A Voltz EVS é um modelo mais potente que a anterior e possui autonomia de 180 km com duas baterias e 100 km com uma bateria. Potência de até 7000W.

•        Preço: a partir R$ 19.990;

•        Velocidade máxima: 120 km/h;

•        Bateria: lítio removível de 72 V;

•        Capacidade de carga: até 200 kg.

Muuv Chooper SE:

A Muuv Chooper SE é uma scooter produzida pela MUUV Electric Motor localizada em São Carlos, SP. Esse modelo possui uma bateria de até 2000 watts de potência. Nesse caso, a bateria tem autonomia de apenas 40 quilômetros. Além do belo visual retrô, a moto tem assento único, faróis de LED e freios a disco nas duas rodas.

        Preço: a partir R$ 17.493,84;

        Velocidade máxima: 50 km/h;

        Bateria: lítio removível 20AH;

Capacidade de carga: até 120 kg. (folhago)