segunda-feira, 22 de agosto de 2022

Por que o carro elétrico é mais sustentável?

Entenda mais sobre o assunto!
Sustentabilidade é um tema de grande importância dentro da Zletric, que está presente na empresa durante o ano todo.

Na Semana do Meio Ambiente, não seria diferente. Aproveitamos a data para falar sobre uma pergunta que sempre vem à tona quando se discute o cenário da mobilidade: o carro elétrico é mesmo mais sustentável que o veículo movido a combustão?

A maioria das vantagens do carro elétrico a gente já conhece:

Zero emissão de gases poluentes

Maior aproveitamento de energia

Baixa manutenção e troca de peças

Não gera calor ou barulho excessivo

Apesar de todos esses atributos positivos, tem quem acuse a sua fabricação de provocar muito mais danos ao meio ambiente do que a de um equivalente a combustão, tornando o veículo elétrico uma opção menos sustentável.

Será mesmo?

Em uma pesquisa, a Volvo Cars constatou que após 49 km rodados, um carro elétrico (se for carregado a partir de fontes de energia limpa, como eólicas e solares), pode compensar as emissões a mais gastas na sua fabricação quando comparada à de carros a combustão*.

Outro ponto que deixa a escolha do carro elétrico ainda mais sustentável no Brasil, é que 85% da energia do país vem de fontes renováveis e, desse montante, 72% são limpas. Um cenário muito favorável para a eletromobilidade. É por esse - e muitos outros motivos - que seguimos trabalhando para oferecer toda a estrutura necessária a quem escolhe um consumo mais consciente e um transporte mais sustentável.

Empresas lançam iniciativa para popularizar carro elétrico no Brasil. (zletric)

Biodiesel brasileiro pode restringir sebo e palma e beneficiar soja

Mudanças no biodiesel do Brasil poderiam restringir sebo e palma e beneficiar soja.
Algumas das mudanças nas especificações do biodiesel usado no Brasil em debate na Agência Nacional de Petróleo, Gás Natural e Biocombustíveis (ANP) indicam uma restrição para a demanda de determinadas matérias-primas, como gordura animal e óleo de palma, à medida que amadurecem as discussões sobre a qualidade do produto, afirmaram integrantes do setor.

A redução no uso de sebo bovino – terceira matéria-prima mais utilizada na fabricação de biodiesel no Brasil – ou no óleo de palma seria uma alternativa para diminuir problemas na qualidade do biocombustível. Isso poderia afetar empresas como JBS, Minerva e BBF. De outro lado, beneficiaria “players” que atuam com óleo de soja, com potencial de ampliar a dominância desse insumo.

A agência reguladora, que avalia a situação desde julho de 2020, disse que não pretende excluir qualquer matéria-prima do processo em uma definição prevista para entre dois e três meses. A resolução visa à melhoria da qualidade do biodiesel e o saneamento de problemas apontados pelo mercado automotivo e pelas distribuidoras de combustíveis.

Entre esses problemas estão, por exemplo, oxidação e degradação do biodiesel, decantação de material no fundo de tanques, entupimento de filtros e congelamento durante o inverno, principalmente no Sul do país.

Entre as exigências discutidas na ANP que podem afetar a demanda por gordura animal e óleo de palma estão a redução do limite máximo de monoglicerídeos, que passaria dos atuais 0,7% de massa para 0,4% de massa, e o chamado Teste de Filtração por Imersão a Frio (TFIF), que seria uma barreira a tais matérias-primas, de acordo com duas fontes do setor produtivo.

“Isso vai levar à necessidade de mudar o mix de matérias-primas. Seria necessário reduzir principalmente a participação da gordura animal, o que preocupa muito as empresas. Imagine uma empresa que é oriunda de frigorífico. Ela terá que comprar mais óleo vegetal, uma matéria-prima fora da sua cadeia de produção”, disse uma fonte do setor produtivo, sob condição de anonimato.

“Isso é prejudicar o sebo e a palma. Você não vai poder fazer biodiesel com um determinado percentual maior que 20% a 30%. Significa limitar produtores”, afirmou uma segunda fonte.

A ANP não indicou qualquer percentual para uso de matérias-primas do biodiesel. A agência afirmou que avalia as cerca de 200 sugestões que recebeu na consulta pública e que, devido à complexidade do tema, estão sob “detidos estudos e debates com vistas à decisão quanto aos seus acatamentos ou não”.

“Não há seleção ou adoção de matérias-primas preferenciais para a produção de biodiesel, podendo o produtor usar quaisquer que julgar convenientes”, disse a ANP à Reuters.

“O obrigatório é que o produto final atenda às especificações normatizadas”, disse a reguladora, na nota, acrescentando que as eventuais adoções de limites ou parâmetros apontados pelos produtores “não inviabilizam o uso das matérias-primas citadas”.

Já o coordenador de Mercado Interno da Associação Brasileira de Reciclagem Animal (ABRA), Lucas Portela, critica o rumo das discussões por avaliar que não há garantia de que trarão maior eficiência ou qualidade.

“A gente observa que não há um estudo mais profundo sobre essas mudanças, um grupo de pesquisas mais amplo. Lógico. Há todos os pareceres técnicos da ANP, mas a gente acha que há necessidade de um aprofundamento científico”, disse Portela.

Ele admitiu que uma eventual mudança obrigaria o setor a aumentar a parcela destinada à produção de sabão e também as exportações de sebo.

Procuradas, as grandes empresas do setor que trabalham com sebo bovino como matéria-prima, JBS e Minerva, não comentaram o assunto. O mesmo ocorreu com a BBF, que atua com óleo de palma.

Viabilidade

As mudanças avaliadas visam evitar problemas de congelamento e, consequentemente, entupimento de filtros e bicos injetores dos motores dos veículos.

Segundo a pesquisadora da Embrapa Agroenergia, Itânia Soares, as saturações do biodiesel à base de soja, por exemplo, e do produzido a partir de gordura animal são diferentes, o que justifica a análise do setor quanto à inviabilidade de atender a essas especificações.

“Essa característica confere ao biodiesel à base de soja maior fluidez. A gordura animal é a mais problemática porque tem mais cadeias de saturação [o que deixa o produto menos fluido]. Por exemplo: se você fizer um biodiesel só de soja, ele fica ‘bonitinho’ a 20 °C. Se fizer com sebo animal, principalmente bovino, vai solidificar em pouco tempo”, disse Soares, acrescentando que o mesmo ocorre em relação ao óleo de palma.

Para Soares, as revisões pela ANP são válidas, mas a qualidade do atual biodiesel brasileiro não perde para a do biodiesel do Canadá, Estados Unidos e de países europeus.

“As nossas especificações já são bem rígidas. A gente acredita que haja muitos problemas de boas práticas. Se você não tiver cuidado no transporte, inclusive depois da mistura ao diesel, com certeza você vai ter problemas de contaminação”, afirmou.

Segundo dados da ANP, a gordura bovina é a terceira matéria-prima mais usada na produção de biodiesel no Brasil este ano, respondendo por 7,9% do total, atrás do óleo de soja (66%) e materiais graxos (16,6%), que mistura matérias-primas oriundas do reprocessamento de sub-produtos da produção, inclusive gorduras animais.

Em quarto lugar (7,2%), vem o grupo que abrange gorduras de frango e de porco e óleos de algodão, canola, milho e de fritura (usado). Por fim, vêm os óleos de palma e de dendê, com 2,3% conjuntamente. (biodieselbr)

Eternit recebe patente verde para fabricar telhas fotovoltaicas

Empresa também busca a extensão da patente para cerca de 20 países.
O Instituto Nacional da Propriedade Industrial (INPI) concedeu o registro de patente verde a Eternit para o processo de fabricação de seu módulo de captação de energia solar, utilizado nas telhas fotovoltaicas da empresa. Com a tecnologia, agora patenteada, o grupo passa a deter o direito exclusivo de sua exploração comercial no Brasil. “Essa conquista demonstra não apenas a competência da Eternit, mas a capacidade da comunidade científica brasileira de desenvolver uma tecnologia de ponta e que é motivo de orgulho para nós”, disse o presidente da Eternit, Luís Augusto Barbosa.
De acordo com a empresa, foram cerca de três anos de testes e melhorias para que fosse desenvolvido o processo de fabricação que permite que o módulo de captação de energia solar seja aplicado sobre suas telhas de concreto e de fibrocimento, obtendo excelente performance mesmo em altas temperaturas. “Conseguimos desenvolver localmente uma tecnologia adequada ao mercado nacional com materiais brasileiros. Isso também abre a possibilidade de utilização desta mesma tecnologia para outras aplicações para além das telhas”, explicou o gerente de desenvolvimento de novos negócios da Eternit, Luiz Lopes.
A empresa busca agora a extensão da patente para cerca de 20 países, situados na América Latina, América do Norte, Ásia e Europa. Atualmente são duas linhas de telhas fotovoltaicas. Desde agosto de 2021, a empresa comercializa as telhas de concreto Tégula Solar e, no final do ano passado, recebeu registro do Inmetro para implementar projetos piloto da primeira telha de fibrocimento do Brasil, a Eternit Solar. (canalenergia)

sábado, 20 de agosto de 2022

GreenYellow participará de projeto de eficiência energética nos Estúdios Globo

GreenYellow participará de projeto de eficiência energética luminotécnica nos Estúdios Globo.

O projeto, que teve sua primeira parte entregue em abril/2022, tem como objetivo diminuir o consumo de energia e padronizar o parque de iluminação do local.

A Globo e a GreenYellow iniciaram uma parceria para o desenvolvimento de um projeto de eficiência energética luminotécnica nos estúdios Globo, no Rio de Janeiro (RJ). O projeto, que teve sua primeira parte entregue em abril/2022, tem como objetivo diminuir o consumo de energia e padronizar o parque de iluminação do local. A multinacional francesa foi responsável por realizar um trabalho de Retrofit, incluindo a troca de 27.925 lâmpadas e luminárias com tecnologias mais econômicas e modernas.

O contrato terá duração de cinco anos, sendo a GreenYellow responsável pelo investimento, implantação do projeto, locação dos equipamentos e manutenção durante toda a vida do contrato. Ao longo desse período, a previsão é que o projeto permita a redução de mais de 50% do consumo de energia anual da iluminação em comparação com o que é gasto atualmente, gerando uma economia de 4,25 GWh a menos na conta a cada 12 meses. “Com base em nossa expertise, fizemos um estudo muito aprofundado das possibilidades de diminuição no gasto energético no que se refere à iluminação e verificamos um potencial muito grande”, disse o diretor comercial da GreenYellow, Marcelo Varlese.
Novos estúdios da Globo contam com 2 mil painéis para geração de energia.

“Essa iniciativa vem totalmente ao encontro com a nossa estratégia ESG, além de aliar a sustentabilidade com redução de despesas, de uma forma harmônica. A GreenYellow nos ofereceu um cenário no qual vamos conseguir reduzir o consumo de energia, sem perder absolutamente nada em termos de qualidade na iluminação das áreas de escritório dos Estúdios Globo. O ambiente contará com um projeto ainda mais moderno’, ressalta o gerente Sênior de Operação e Missão Crítica da Globo, Thiago Lacerda de La Vega. Com a implantação dessa primeira etapa do projeto, a Globo deixará de emitir anualmente mais de 420 toneladas de CO2 no meio ambiente, o que equivale ao consumo de mais de 2.100 casas. (canalenergia)

Impactos das termoelétricas flutuantes na baía de Sepetiba já são reais

O licenciamento para a empresa turca Karpowership é interrompido por decisão judicial, mas mesmo assim a construção das torres, inclusive em mar, acontecem a todo vapor na região, impactando a pesca artesanal, animais e vegetação, antes mesmo de ligar as usinas

Novas movimentações acontecem na Baía de Sepetiba, no Rio de Janeiro, tanto local quanto no campo jurídico. Como previsto, para a instalação das quatro usinas termoelétricas flutuantes e uma de armazenamento e regaseificação de GNL da empresa Karpowership (KPS), mais 36 torres de transmissão previamente previstas com número atualizado para 40 torres, o desmatamento da área costeira, que compreende o bioma Mata Atlântica, destruiu mangues e restingas. Já no mar, a movimentação local espantou peixes, o que está afetando diretamente a pesca, atividade econômica tradicional de milhares de famílias na região.

Segundo pescadores locais, os peixes já não são encontrados em mais de 6 áreas, entre elas, a restinga da Marambaia. Em outras localidades, estão escassos. Tudo isso por conta do tráfego de embarcações e desmatamento da região costeira – aproximadamente 6 hectares de Mata Atlântica. Em entrevista, pescadores afirmaram que o volume de pescado que estão retirando não está dando para pagar as contas e comparam a redução do alimento e fonte de renda: se antes conseguiam encher diversos isopores em poucas horas, agora, em uma madrugada, só enchem um.

Eles também relatam que as embarcações estão impedindo o livre acesso dos pescadores na região, ameaçando assim uma tradição e modo de vida. Insatisfeitos, eles fizeram um protesto em 27/07/22 e seguem denunciando cabos dentro da baía, que podem provocar acidentes, e a continuidade das construções, mesmo com a sentença do TJRJ. Cerca de 160 pescadores da Associação de Pescadores do Canal do Rio São Francisco se posicionaram em 60 barcos para protestar contra as embarcações da KPS. A empresa diz que irá compensar os pescadores, mas como o Instituto Internacional Arayara aponta, não houve discussão formal dentro do processo legal, que exige EIA-RIMA e escuta com chamadas oficiais de audiências públicas com a categoria.

Uma das argumentações apresentadas com frequência pelos representantes da multinacional é de que vão compensar o desmatamento. “Mas o estrago que já está sendo causado agora é apenas o início do pesadelo, principalmente dos pescadores, marisqueiras e botos da baía, sem falar do efeito terrível nos componentes da flora e fauna do local com a falta de estudos conclusivos sobre os efeitos sobre cada um desses”, apontam os técnicos da Arayara.

É válido lembrar algumas das diversas problemáticas do empreendimento: além do fortalecimento de uma matriz energética suja – que deve ser deixada no passado, como cientistas do IPCC (Painel Intergovernamental Sobre Mudanças Climáticas) afirmam – o potencial de poluição atmosférica e marítima é enorme. No caso do mar, a água utilizada para resfriar os motores das embarcações será devolvida a uma temperatura superior a da região, atingindo organismos sensíveis, como o Boto Cinza, sem contar os químicos utilizados para desincrustar os sistemas de resfriamento. Além disso, existem outros impactos associados, como o nível de barulho e a iluminação à noite.

A diretora do Instituto Internacional Arayara, Nicole Figueiredo de Oliveira, denuncia que a implementação do complexo de termoelétricas é um projeto de racismo ambiental e racismo energético , pois essa energia foi contratada com valor quase 7 vezes maior que o habitual e têm alto grau de impacto local, agravando crises econômicas e sociais. O petróleo e gás natural são as energias mais caras do mercado e podem ser substituídas por energias limpas e renováveis.

Uma das queixas dos pescadores é a falta de ação das autoridades locais. O INEA (Instituto Estadual do Ambiente) ainda não teria agido para paralisar a obra, conforme determina a decisão do Tribunal de Justiça Estadual do Rio de Janeiro. Tal inação já está levantando novas manifestações por parte dos moradores da baía.

Um despacho da Secretaria de Estado de Planejamento e Gestão informou que “deverá ser realizado o monitoramento por avistagem e acústico, durante todo o processo de instalação das torres que venha a interferir no ambiente marinho”. O documento ainda afirma que a frequência deve ser de, pelo menos, três vezes por semana, e o relatório deverá ser encaminhado mensalmente ao INEA. Nele, devem conter dados de avistamento diário de cetáceos, incluindo número de indivíduos, dia, horário e local georreferenciado em relação ao posicionamento das torres.

O coordenador técnico da Arayara.org, Engenheiro John Würdig, afirma que nunca tinha visto um órgão ambiental se manifestar de forma tão célere em favor de um empreendimento. “Fica cada vez mais nítido que os estudos apresentados pela KPS são falhos e não atendem a legislação ambiental brasileira, especialmente nas questões de padrões de emissões atmosférica e de geração de efluentes líquidos industriais. Esse empreendedor, desde dezembro/2021, tenta que seu empreendimento seja isento de licenciamento ambiental, declarando que se tratam de usinas já construídas e que têm baixo impacto ambiental, quando na verdade o próprio INEA classificou o empreendimento como de alto e significativo impacto poluidor, recebendo a classificação máxima como poluidor” diz Würdig.

Uma nova notificação foi enviada pela Arayara.org em 28/07/22, ao CECA (Conselho Estadual de Controle Ambiental) e ao INEA, solicitando que sejam incluídos no sistema de processo de licenciamento das termelétricas flutuantes os documentos referentes à decisão judicial publicada em 22/07/22, que impede que o empreendimento continue suas obras sem que o devido estudo de impacto ambiental EIA-RIMA seja apresentado e aprovado.

A ANEEL (Agência Nacional de Energia Elétrica) isentou a Karpowership de pagar multa no valor de R$ 140 milhões pelo atraso no início da operação, que deveriam ter iniciado, com todos os trâmites legais devidamente seguidos, em maio/2022. Houve a prorrogação do prazo por 90 dias, prazo esse que venceu em 01/08/2022.

Um novo pedido de prorrogação do prazo foi protocolado pela Karpowership ao INEA em 01/08/22, pois a empresa ainda não cumpriu duas condicionantes presentes da Licença de Operação (L.O.) concedida em 15/07/22. Uma é sobre a obrigatoriedade de contratação de serviços especializados de atendimento de emergências com poluição de óleo no mar, de acordo com a convenção Internacional para a Prevenção da Poluição por Navios (MARPOL), e a outra seria para realizar simulados e testes. Para cumprir tais condicionantes a empresa turca pediu 30 dias para contratação e 45 dias para simulação, a partir da data de expedição da L.O.

É pertinente recordar que o leilão de energia em que a empresa foi contratada era de caráter emergencial e que a situação de crise hídrica não é mais uma realidade. Não se pode justificar tantos benefícios concedidos no processo de licenciamento “express” que se observa na contratação dessa energia suja e cara. Os estragos já são reais, a ANEEL deve tomar medidas justas sobre o não cumprimento do contrato, ou a sociedade vai continuar pagando caro por isso.

Para ampliar o debate, uma nova audiência pública foi articulada pela Arayara.org e aconteceu em 03/08/22 às 15h30 na Câmara Federal. A audiência reúne as Comissões de Direitos Humanos, por solicitação da deputada Talíria Petrone, e Comissão de Minas e Energia, solicitada pelo deputado Rodrigo Agostinho.

O Instituto Internacional Arayara estará presente, representado pelo coordenador técnico John Würdig, assim como Juliano Bueno de Araújo representando o Observatório do Petróleo e Gás, Flávio Lontro da Comissão Nacional de Fortalecimento das Reservas Extrativistas e dos Povos e Comunidades Tradicionais Extrativistas Costeiros e Marinhos – Confrem Brasil, Jaime Mitropoulos do Ministério Público Federal no Rio de Janeiro, Helena de Godoy Bergallo da Universidade do Estado do Rio de Janeiro/UERJ, Eduardo Fortunato Bim do Instituto Brasileiro do Meio Ambiente e dos Recursos Naturais Renováveis (IBAMA) e Philipe Campello do Instituto Estadual do Ambiente/INEA.

A sociedade civil reivindica que seja cumprida a lei e que o Estado do Rio e a Agência Nacional de Energia Elétrica/ANEEL sejam responsabilizados por não cumprirem os ritos processuais para esse empreendimento, que ameaça a qualidade de vida, o meio ambiente, a segurança alimentar, o modo de vida da população local e a soberania energética brasileira. (ecodebate)