sábado, 22 de junho de 2024

Amaggi é maior frotista de Volvo FH B100 100% a biodiesel no País

Volvo comercializa versão do FH com motor preparado para receber o B100 com óleo produzido a partir da soja. Amaggi, a compradora, também adquiriu Scania com a tecnologia.
Pelo menos 20 caminhões da Amaggi rodam com a tecnologia de motor B100. Ou seja, com biodiesel 100%. Segundo o diretor comercial de caminhões da Volvo, Alcides Cavalcanti, os veículos da marca com a tecnologia estão rodando na frota da empresa. Nesse sentido, a companhia que atua no agro, commodities, logística, energia, tem uma das maiores frotas de B100 do País.

"Trata-se de uma venda mais técnica. Nosso time de desenvolvimento e engenharia analisam o combustível que será utilizado no veículo. Nesse caminhão tudo é diferente. Por exemplo, os intervalos de manutenção são mais curtos", diz Cavalcanti.

Venda ainda é restrita

Por ora, a Volvo recomenda a tecnologia B100 às empresas que produzem o próprio biodiesel. Do mesmo modo, empresas que produzem o combustível de origem vegetal.

"As usinas de etanol e biodiesel são originadoras de milho ou soja, por exemplo. E quando o mercado está em baixa, podem migrar a produção. Ou seja, por tempo podem produzir o biodiesel. Como as usinas de etanol que, dependendo do mercado, produzem açúcar e, em outro momento, o etanol".

Por isso, do ponto de vista de mercado, Alcides Cavalcanti diz que o caminhão FH B100 é uma oportunidade para essas empresas. Afinal, são frotistas e com o B100 não têm custo para abastecer seus veículos.

Seja como for, a empresa tem expectativa de vender mais unidades do B100 ainda neste ano. Do mesmo modo, a empresas do agronegócio. Ou seja, que fazem o próprio combustível.

O executivo ainda lembra que o caminhão B100 não se difere muito da versão atual, capaz de rodar com B14. Todavia, lembra que alguns sistemas são reforçados para o uso da maior proporção do biodiesel. Por essa razão, o Volvo FH B100 custa R$ 20 mil a mais.

Conforme a tabela Fipe, o Volvo FH 540 6x4, modelo mais vendido do Brasil, custa R$ 1,13 milhão. Por ora, a tecnologia do B100 é oferecida apenas no FH. Mas a marca pode avaliar o uso da tecnologia em outros modelos, como FMX, por exemplo.

Gigante do agro, Amaggi, alcança frota com mais de 1.100 caminhões

O B100 utilizado pela Amaggi em sua frota é produzido em Lucas do Rio Verde, MT em uma planta de mais de 26 mil m2 de área construída. A unidade entrou em operação em 2023. Assim, a empresa já opera uma indústria esmagadora de grãos de onde sai a matéria-prima para a fabricação do biocombustível. Seja como for, a fábrica tem capacidade estimada de produzir 368 mil m3 de biodiesel por ano.

Dessa forma, além dos caminhões da Volvo, a empresa também comprou 100 caminhões Scania adaptados ao uso de B100. Ou seja, todos 500 R 6×4 Super. Os modelos começam a chegar à frota da empresa a partir deste mês. (biodieselbr)

Bilionário indiano anuncia construção do maior parque de energia verde do mundo

Bilionário indiano anuncia construção do maior parque de energia verde do mundo; veja números.
Do tamanho de uma cidade! Bilionário indiano cria o maior parque de energia solar e eólica da história

Índia planeja instalar a maior usina solar e eólica do mundo. As obras já iniciaram e o parque de energia solar e eólica promete gerar energia limpa para milhões de casas.

Bilionário da Índia vai construir a maior usina de energia do mundo. O dono da empresa de energia Adani Green Energy Limited (AGEL), Sagar Adani, planeja transformar uma área desértica da Índia de mais de 500 km² na maior usina do mundo.

Complexo que une energia solar e eólica será cinco vezes maior que a cidade de Paris quando for finalizado.

Novo projeto bilionário busca impulsionar energias renováveis na Índia.

Sagar Adani, sobrinho de Gautam Adani (considerado o segundo homem mais rico da Ásia), começou a construir o que deve ser a maior usina de energia renovável do mundo, que será capaz de alimentar sozinha a rede elétrica da Suíça, através de captação de energia solar e eólica, e terá cinco vezes o tamanho da cidade de Paris.

Bilionário da Índia vai construir a maior usina de energia do mundo

Quase do tamanho de Brasília, a usina ficará no estado de Gujarate, na Índia, e será visível do espaço, com mais de 500 km² de área.

O dono da empresa de energia Adani Green Energy Limited (AGEL), Sagar Adani, planeja transformar uma área desértica da Índia de mais de 500 km² na maior usina do mundo. A nível de comparação, o local terá tamanho parecido com a cidade de Brasília inteira, e será visível do espaço.

Sagar, que é diretor da companhia Adani Green Energy Limited (AGEL), diz à CNN que o complexo está sendo erguido em um deserto de sal próximo da fronteira oeste da índia, no estado de Gujarat, e será chamado de Khavda Renewable Energy Park. (globo)

quinta-feira, 20 de junho de 2024

Maior usina solar do mundo

O complexo Bhadla Solar Park é a maior instalação de energia solar no mundo inteiro e está localizado no distrito de Jodhpur, no estado do Rajastão, na Índia, uma região de temperaturas altas e muita incidência solar.
Localizado em Jodhpur, Rajasthan, o Bhadla Solar Park é uma das maiores usinas solares do mundo. Cobrindo uma área impressionante, esta usina é um testemunho do compromisso da Índia com a energia renovável. A capacidade instalada de Bhadla excede 2.245 MW, tornando-a uma das instalações mais significativas globalmente.

A energia solar, proveniente da luz do sol, é um recurso natural abundantemente disponível, assim como a energia eólica, hídrica, maremotriz, entre outras. Sua utilização não compromete o meio ambiente, tornando-a uma das fontes de energia renovável mais sustentáveis.

Ao contrário dos combustíveis fósseis, que são não-renováveis e poluentes, a energia solar é limpa, não emitindo poluentes na atmosfera.

O aproveitamento de fontes de energia renovável, como a solar, tem o potencial de reduzir drasticamente as emissões de gases do efeito estufa. Além disso, contribui para a preservação dos recursos naturais e proporciona economia significativa nas contas de energia, tanto para indivíduos quanto para empresas e o setor industrial.

Além das instalações fotovoltaicas tradicionais, os famosos “telhados azuis” que estão presentes em cada vez mais casas e empresas, existe um sistema capaz de produzir energia para uma enorme quantidade de unidades consumidoras se aproveitando de espaços livres, sem possibilidade de utilização para a agricultura ou construção de moradias, por exemplo.

É o caso da Bhadla Solar Park, a maior usina solar do planeta. Construída na região de Bhadla, no estado indiano do Rajastão, o local possui alta incidência solar, com uma média de temperatura local oscilando entre 46°C e 48°C, clima seco, árido - que tornam a vida no local completamente inviável, mas é ideal para a geração de energia dos painéis solares.

O projeto, iniciado em 2015, passou por quatro fases de construção, sendo a última concluída em 2020. Ele é conduzido por uma joint venture estabelecida através de uma parceria entre o governo do Rajastão e o Ministério de Energia Nova e Renovável (MNRE) da Índia. Equipado com mais de 10 milhões de painéis solares fotovoltaicos, o Bhadla Solar Park tem capacidade para fornecer energia suficiente para abastecer mais de uma cidade inteira - em uma das regiões mais populosas do planeta.

Além de auxiliar a Índia em alcançar suas metas de produção de energia limpa e diminuir sua dependência de combustíveis fósseis (o país possui como objetivo ter 17% de toda a sua matriz energética baseada na energia solar), a maior usina solar do mundo também desempenha um papel crucial na redução das emissões de gases de efeito estufa. Estima-se que ela evite a liberação de cerca de 4 milhões de toneladas de CO2 na atmosfera anualmente. Ocupando cerca de 5.700 hectares (57 km²) e contando com uma capacidade total de 2.245 MW, a usina é tão grande que, desde os seus estágios iniciais de construção, já podia ser observada por imagens de satélite!

Mas nem tudo são flores. Por estar situada em um deserto, as tempestades de areia - que revestem os painéis solares com camadas de minerais e areia que dificultam a produção de energia - são frequentes e foram um verdadeiro desafio para os engenheiros, que buscavam maximizar a produção de energia no local. A solução encontrada pelos profissionais é praticamente retirada de um episódio de “Os Jetsons”: milhares de robôs de limpeza são liberados nos módulos, uma tática projetada para reduzir as necessidades de trabalho manual e a quantidade de água necessária para a limpeza.

(linkedin)

Agro aposta em menos diesel e mais energia limpa no campo

Máquinas que consomem menos óleo diesel — e, além de econômicas, poluem menos — e equipamentos que utilizam energia sustentável, como o etanol, estão entre os destaques da Agrishow, que ocorre em Ribeirão Preto (a 313 km de São Paulo).

Principal feira agrícola do país, ela é considerada o termômetro do agronegócio. Por isso o destaque a tecnologias limpas no evento é visto como um posicionamento do setor de máquinas agrícolas frente às demandas atuais em meio às mudanças climáticas.

Motores movidos a etanol — em substituição ao diesel —, e combustíveis como biometano estão entre os lançamentos apresentados aos quase 200 mil visitantes esperados até 03/05/2024 na fazenda que abriga a Agrishow, que completa 30 anos desde a realização de sua primeira edição, em 1994.

A John Deere apresenta pela primeira vez no país o conceito de motor a etanol para o setor agrícola, projeto global desenvolvido com apoio de engenheiros brasileiros.

Projetado prioritariamente para a agricultura tropical, o motor a etanol é uma das alternativas, segundo a empresa, para contribuir para a descarbonização do mundo.

O etanol, produzido a partir da cana-de-açúcar, é um combustível de alta octanagem (resistência à detonação). A John Deere afirma que é uma opção viável para motores de combustão interna de alto desempenho.

Etanol também é o combustível de um gerador que foi apresentado na Agrishow pela Cummins Brasil. O equipamento, em desenvolvimento, deverá ser oferecido ao mercado no ano que vem.

Os testes serão feitos a partir de maio, e a estimativa da empresa é que ele ofereça potência semelhante às versões a diesel.

Outra fabricante que apresenta tecnologias limpas para o agronegócio é a New Holland, com o T4 Electric Power, primeiro trator utilitário totalmente elétrico do setor com recursos autônomos.

Ele se une aos tratores movidos a gás da marca, segundo Eduardo Kerbauy, vice-presidente da New Holland para a América Latina, com o objetivo de formar um portfólio de soluções de tratores de carbono zero.

"Como um veículo elétrico totalmente alimentado por bateria, é o primeiro trator utilitário leve de zero emissões sem motor de combustão interna, é a solução ideal para operações de menor potência, com destaque para a redução de ruídos, que chega a 90%", disse.

Os visitantes que passam pelo estande da fabricante na Agrishow podem carregar o smartphone na bateria do trator elétrico.

A New Holland ainda comercializa o T6.180 Methane Power, primeiro trator do mundo movido a gás biometano a partir de resíduos orgânicos, que reduz até 80% das emissões se comparado a um motor a diesel equivalente.

A Case também tem investido em combustíveis sustentáveis, como o trator 100% elétrico, além de um motor movido a etanol.

O motor a etanol, de acordo com Christian Gonzalez, vice-presidente da Case IH para a América Latina, é um projeto 100% desenvolvido no Brasil em parceria com a FPT Industrial.

Ele está em fase de desenvolvimento e será testado em colhedoras de cana da Case já na próxima safra.

"O motor a etanol é uma alternativa de combustível renovável, com foco em redução das emissões de CO2, alto desempenho e baixo custo operacional. Vemos como promissor, principalmente para os nossos clientes do setor sucroalcooleiro que, além de contribuírem para o meio ambiente, ainda terão economia de combustível e frete", disse o executivo.

Já o Farmall Elétrico é um trator com 75 cv de potência, emissão zero e características autônomas. Por meio de sensores e câmeras, é possível ativar a máquina pelo celular e ter uma visão 360º que detecta e evita obstáculos.

Conectado, ele envia e recebe informações em tempo real para a ferramenta de monitoramento de frota e gestão agronômica da marca. "Ele une tudo que acreditamos ser o futuro da agricultura, conectividade, autonomia, inteligência artificial e uma matriz energética sustentável".

Diesel, com olho em renováveis

A Fendt apresentará na Agrishow uma nova família de motores a diesel desenvolvida com foco em combustíveis alternativos.

O motor Agco Power Core possui propulsores projetados para serem compatíveis, no futuro, com combustíveis alternativos, como hidrogênio, etanol, metanol e biogás, segundo Rafael Antonio Costa, diretor comercial da Fendt.

"O modelo 700 Vario Gen7 possui o motor Core75, que, como todos os motores Agco Power, pode funcionar com óleo vegetal hidrogenado. Já no diesel, o equipamento se destaca pelo seu excelente torque e baixo consumo de combustível", disse.

Na Massey Ferguson, os motores utilizados trabalham em baixas rotações e alto torque, o que reduz o consumo de combustível e as emissões de poluentes, segundo o gerente de marketing de produto, Lucas Zanetti.

Ele disse que a fabricante está realizando pesquisas para incluir em seu portfólio máquinas movidas por fontes de energia alternativas, como eletricidade, etanol e biometano, com o objetivo de contribuir ainda mais com o ambiente, mas que também é preciso oferecer um balanço positivo para o produtor em relação a investimentos e custo-benefício.

"Também temos concentrado nossos esforços para redução do consumo de combustível das nossas máquinas, sem comprometer o desempenho, ao oferecer transmissões com troca automática de marchas ou continuamente variáveis, design mais eficiente e incorporação de materiais mais leves e de alta resistência", disse.

Diretor de marketing produto da Valtra, Fabio Dotto afirmou que a fabricante tem o compromisso de trabalhar para reduzir o consumo de combustíveis dos tratores da marca, sem comprometer o desempenho.

Nos tratores da Série Q5, o motor seleciona automaticamente a velocidade mais econômica, otimizando o consumo de combustível e distribuindo a potência conforme necessário para o sistema hidráulico, a tomada de força ou a transmissão.

Negócios a prazo

A cooperativa Credicitrus levou para a Agrishow deste ano linhas de produtos e serviços com taxas especiais, incluindo a instalação de sistemas de energia fotovoltaica.

"Fotovoltaica está mais do que nunca sendo procurada. A Credicitrus entrou muito agressiva nessa modalidade e temos feito muitas operações. Partimos com taxa de 1,15% de juros ao mês, parcelando em até 60 meses", disse o diretor de negócios da cooperativa, Fábio Fernandes.

O Santander também está oferecendo opções para financiamento de energia solar e projetos sustentáveis. Na linha de financiamento Energia+, para casas, empresas ou propriedades rurais, o prazo para pagamento é de até oito anos (96 meses), com 120 dias de carência para pagar a primeira parcela.

A Agrishow (Feira Internacional de Tecnologia Agrícola em Ação) está em sua 29ª edição. Com 800 marcas presentes, prevê receber cerca de 195 mil visitantes e ao menos repetir o desempenho financeiro em intenções de negócios gerados –R$ 13,7 bilhões em 2023 (valor atualizado pela inflação). (biodieselbr)

terça-feira, 18 de junho de 2024

Óleo de cozinha toma o lugar da soja na produção de biodiesel nos EUA

Um aumento nas importações de óleo de cozinha usado e outros ingredientes para produção de biocombustíveis nos Estados Unidos reduziu os lucros dos processadores de soja, o que tem forçado as empresas a desacelerar e a rever os planos de expansão.

Diante da demanda mais fraca, as empresas iniciaram a manutenção sazonal mais cedo do que de costume, fechando usinas por períodos mais longos.

Cerca de 20 milhões de bushels (540 mil toneladas) de capacidade de esmagamento ficaram fora de operação em abril na região do Corn Belt (cinturão do milho) — um recorde para o mês — incluindo grandes plantas da Archer-Daniels-Midland e da Cargill, segundo o CrushTraders. Pelo menos 10 milhões de bushels devem ser desativados em maio.

Esse é um sinal preocupante para uma indústria que investiu bilhões de dólares para expandir a capacidade de transformação de soja em óleo, que pode ser usado para produzir diesel renovável.

Embora os incentivos governamentais tenham criado uma crescente demanda por combustíveis mais limpos de fontes como culturas agrícolas, embarques estrangeiros de alternativas, como sebo importado, óleo de cozinha usado e óleo de canola, estão canibalizando a participação de mercado do óleo de soja.

A competição crescente levanta questões sobre quanto da capacidade será necessário no futuro.

“Aqueles projetos que estavam bem avançados vão continuar e ser concluídos”, disse John Neppl, diretor financeiro da Bunge Global, o maior processador de sementes oleaginosas do mundo, durante uma teleconferência com analistas.

“Mas, realmente, tudo o que foi proposto ou está nos estágios iniciais, vimos vários desses serem colocados em espera”.
O óleo de soja representou 32% das matérias-primas usadas para produzir biodiesel em janeiro, abaixo dos 44% de um ano antes e um recorde de baixa.

Isso é parcialmente porque o óleo de soja não é muito competitivo em relação às fontes alternativas, que são mais baratas e têm pontuações de menor intensidade de carbono, permitindo maiores subsídios.

“A indústria de processamento de soja dos EUA enfrenta dores de crescimento” devido aos desafios dessas alternativas, disse Susan Stroud, analista de grãos da No Bull Ag em St. Louis.

Ao mesmo tempo, o número de usinas de biodiesel está crescendo, chegando a 539 em janeiro, ante 384 um ano antes.

Os processadores de soja têm 21 projetos em andamento para expandir a capacidade nos Estados Unidos, de acordo com Gordon Denny, consultor agrícola e ex-diretor de compras da Bunge.

Desses, cinco projetos começam este ano e vão competir pela nova safra que começa a ser colhida em outubro. Isso criará uma capacidade de processamento adicional de 495 mil bushels por dia para competir pelas novas oleaginosas.

“Esse aumento na capacidade de esmagamento, além do uso de outras matérias-primas para produzir diesel renovável, está criando uma surpreendente falta de demanda por óleo de soja”, disse Denny.

Neppl disse que a Agência de Proteção Ambiental deve revisar suas regras que determinam quantos galões de biocombustível os refinadores são obrigados a adicionar à mistura de combustível para motores dos EUA.

Esses requisitos fazem parte do Padrão de Combustível Renovável, que visa reduzir gases de efeito estufa prejudiciais ao clima e fortalecer a segurança energética dos Estados Unidos.

As margens de esmagamento — que atingiram níveis recordes em 2022 e 2023 — estão sendo pressionadas pelo retorno da Argentina ao mercado de exportação após uma seca histórica, bem como pelos estoques crescentes de óleo de soja.

Em março, os estoques de óleo atingiram 1,85 bilhão de libras, com o aumento desde fevereiro sendo um recorde, segundo Stroud.

A competição ficará mais intensa durante a colheita no outono, quando mais plantas de esmagamento começarão a operar.

Como resultado, as empresas estão avaliando suas opções sobre quanto da capacidade será reativada.

“Margens menores contribuem para o tempo de inatividade, mas as empresas também estão levando seu tempo depois de trabalhar o máximo que puderam em 2022 e 2023″, disse Kent Woods, proprietário da CrushTraders. “O mercado está realista que as coisas ficarão desafiadoras à medida que avançamos”. (biodieselbr)