sábado, 4 de abril de 2020

Sua parceira no progresso da energia eólica

GE lança campanha “Sua parceira no progresso”.
Após completar 100 anos no Brasil, empresa mostra o valor de suas contribuições nos setores em que atua e como a tecnologia se faz presente no cotidiano das pessoas.
Não é toda empresa que tem a honra de completar 100 anos de atuação, mas é ainda mais difícil uma companhia atingir essa marca sempre inovando e tendo a certeza de que contribui para o desenvolvimento de um país e, consequentemente, para a qualidade de vida das pessoas.
É com esse pensamento que a GE lança no Brasil a campanha “Sua parceira no progresso”, que tem como objetivo principal mostrar como a companhia está presente no dia a dia das pessoas, até mesmo quando elas não percebem. Para veicular a campanha, a empresa escolheu alguns de seus mercados prioritários no mundo, como Arábia Saudita, Brasil, China, Iraque, Quênia e Vietnã.
As peças mostram como a GE colaborou no crescimento econômico e social do Brasil, seja eletrificando cidades e empresas, cuidando da saúde das pessoas ou ainda proporcionando segurança nas viagens ao revisar motores de avião.
“Esperamos o ano começar para a campanha nos ajudar a formatar o que será a reputação da GE para os próximos 100 anos de Brasil. Estamos presentes no cotidiano da população, gerando cada vez mais produtividade ao País ao mesmo tempo em que contribuímos para termos mais lazer e qualidade de vida”, detalha Filipe Xavier, diretor de Comunicação da GE Healthcare para a América Latina, responsável por liderar a campanha localmente.
Segundo ele, ao longo dos últimos anos a comunicação da GE tem trabalhado para sair do imaginário das pessoas para evidenciar o benefício real por trás de suas tecnologias. “Não queremos mostrar apenas que nossos equipamentos ajudam clientes a produzir mais de 33% da energia do país, ou que a todo minuto um avião decola com nossas turbinas, nem que temos maior base instalada da indústria de equipamentos médicos. Com essa nova campanha, queremos colocar as pessoas no centro do nosso trabalho, justamente por serem a razão pela qual buscamos ser cada dia mais parceiros do progresso”, conclui.
A campanha foi desenvolvida globalmente pela BBDO e no Brasil foi trabalhada pela Almap BBDO. O plano de mídia leva em conta PayTV, social media, media programatic, search e OOH (mídia out of home) e sua estreia será em 21/02/20, com duração de até quatro meses. (yahoo)

ABSOLAR discute novo marco legal para o setor solar no País

Projeto de lei sobre a geração distribuída deverá tramitar em breve no Congresso.
A Associação Brasileira de Energia Solar Fotovoltaica (ABSOLAR) reuniu em 06/02/20, empresários do setor para debater o Projeto de Lei (PL) e o marco legal da geração solar distribuída no Brasil. O evento foi realizado no prédio da FIESP, em São Paulo, com cerca de 200 de participantes.
Na mesma data, o presidente da Câmara, Rodrigo Maia, se encontrou com o deputado Lafayette de Andrada (Republicanos-MG) para conversar sobre o PL de sua autoria, que propõe estabelecer novas regras para consumidores da geração distribuída. O PL surge como alternativa à Resolução 482 da Agência Nacional de Energia Elétrica (Aneel), que no ano passado propunha taxar o setor em mais de 60%, o que poderia inviabilizar o desenvolvimento da energia solar no país. Lafayette estava confirmado para o evento da ABSOLAR, mas cancelou de última por conta da convocação de Rodrigo Maia.
Durante o evento da ABSOLAR, Bárbara Rubim, vice-presidente de GD da entidade, afirmou que ainda está em análise se a proposta tramitará como um PL novo ou como substitutivo. “Os parlamentares estão avaliando qual é a melhor estratégia”, afirmou. A intenção é que o projeto seja aprovado até o final de março, em caráter de urgência.
Na visão de Bárbara, há alguns entraves para impedir a proposta. “Um deles é a existência de outros projetos em pauta no Congresso, com mais urgência, como por exemplo, a Reforma Tributária”, disse.
Em tese, o autor do PL diz que tarifas pagas pelos consumidores de geração distribuída à distribuidora (Fio B) serão diferenciadas, de acordo com o tipo de geração, e haverá aumento gradativo ao longo de 10 anos.
Pela proposta do deputado, apresentada no evento da ABSOLAR por membros da entidade, os projetos de GD que protocolarem solicitação de acesso até 31/12/2020, ficam nas regras atuais até 2045. Já as novas instalações ficam com os incentivos atuais, sem nenhuma mudança, até o fim de 2021. A partir de janeiro/2022, a geração distribuída entra em um processo de aumento gradual na tarifa.
Os produtores de energia por meio de geração local (normalmente com placas colocadas no teto das residências) teriam um aumento escalonado da cobrança pelo uso da rede das distribuidoras. Hoje eles ganham isenção total do pagamento da TUSD – tarifa de uso do sistema de distribuição. A minuta do PL fixa um pagamento de 10% da TUSD a partir de 2022, aumentando a cada dois anos para 30%, 50% e 75%, atingindo a cota cheia ao final de dez anos.
No caso da geração remota, quando o consumidor instala seu sistema gerador em local diferente do local de consumo, desde que ambos estejam dentro da área de concessão da mesma distribuidora, o pagamento integral pelo uso da rede já começa a partir de 2021.
A geração compartilhada será dividida em comercial e residencial, com diferenciação de tarifas. “Na residencial, a tarifa será iniciada em 10% a partir de 2022 e na categoria comercial, em 50% já a partir de 2021. O aumento ocorre gradativamente até chegar ao valor integral para o Fio B, que levará dez anos”, detalha Guilherme Susteras, coordenador do GTGD da ABSOLAR.
Segundo Bárbara Rubim, o projeto foi construído em longas conversas com Aneel, setor solar, distribuidoras e Ministério de Minas e Energia, visando a convergência e o consenso, ao mesmo tempo em que corrige distorções e traz incentivos ao setor solar.
Na avaliação de Rodrigo Sauaia, CEO da Associação Brasileira de Energia Solar Fotovoltaica (ABSOLAR), o marco legal para a geração distribuída, conforme sugerido pelo presidente da República, com o apoio dos presidentes da Câmara e do Senado, beneficia o cidadão, gera empregos e acelera o crescimento do País. “Trata-se de iniciativa suprapartidária em prol do desenvolvimento econômico e sustentável do País, com geração de emprego e renda, atração de investimentos privados, redução de custos para famílias, empresas e produtores rurais, com mais liberdade de escolha para os consumidores”, comenta.
Para o presidente do Conselho de Administração da ABSOLAR, Ronaldo Koloszuk, promover a energia solar fotovoltaica é medida alinhada com as melhores práticas internacionais. “No Brasil, a fonte é cada vez mais acessível à população, de todas as faixas de renda, além de ser uma locomotiva de crescimento econômico. O mercado poderá gerar cerca 672 mil novos empregos aos brasileiros na microgeração e minigeração distribuída até 2035, com a manutenção das regras atuais”, conclui. (portalsolar)

Geração distribuída deverá atingir US$183 bilhões em 2025

Mercado mundial de geração distribuída deverá atingir US$183 bilhões em 2025.
De acordo com um novo estudo feito pela Global Industry Analysts, o mercado global de Geração Distribuída (GD) de energia deverá crescer de US$ 61 bilhões em 2017 para mais de US$ 183 bilhões em 2025.
Entre os principais fatores apontados estão os avanços tecnológicos dos geradores, a crescente demanda dos consumidores e a consecutiva queda nos preços das tecnologias, principalmente a de kit energia solar.
No Brasil, esse segmento teve início em 2012 com a promulgação das regras da Aneel (Agência Nacional de Energia Elétrica) e, hoje, engloba um público de mais de 181 mil consumidores.
Nesta modalidade, a energia é gerada próxima ou no próprio ponto de consumo através de geradores conectados à rede, como os sistemas de energia solar fotovoltaica.
Além da economia na conta de luz e outras vantagens aos consumidores, a GD também beneficia o próprio setor elétrico, evitando o uso de linhas de transmissão e reduzindo as perdas do setor.
Segundo o estudo, as classes de consumo de maior representatividade no período analisado serão a comercial e residencial, que já conseguem obter toda sua energia através de painéis solares.
A própria demanda de energia deverá impulsionar o crescimento da GD mundial, uma vez que os geradores, alimentados por fontes renováveis, são uma forma de atender as metas de descarbonização dos países.
Da mesma forma, o estudo aponta que os incentivos oferecidos por governos de vários países aos seus segmentos de GD serão cruciais para o crescimento do setor mundial.
No Brasil, uma recente tentativa da Aneel de acabar com o subsídio do setor gerou grande repercussão na mídia, sendo enfim vetada pelo presidente Jair Bolsonaro no começo deste ano.
O estudo afirma que a mudança gradual para geração distribuída a partir da geração centralizada ajudará os mercados dos países a atrair grande receita no período de previsão.
Somente no Brasil, a previsão é de 1,3 milhão de consumidores inseridos no segmento de GD até 2029 e quase R$ 50 bilhões em investimentos ao longo do período. (ecodebate)

quinta-feira, 2 de abril de 2020

Reino Unido proibirá venda de carros novos a gasolina e diesel após 2035

Reino Unido proibirá venda de novos carros a gasolina e diesel a partir de 2035.
O governo do Reino Unido proibirá a partir de 2035 a venda de novos veículos a gasolina e diesel, incluindo os híbridos, como parte dos esforços para alcançar a neutralidade de carbono, anunciou o primeiro-ministro Boris Johnson dia 04/02/2020 em Londres. O político participou de um evento de apresentação da Conferência das Nações Unidas sobre a Mudança Climática 2020, a COP26, que acontecerá na cidade escocesa de Glasgow em novembro.
O Reino Unido se comprometeu por lei a alcançar a neutralidade de carbono até 2050, o que exigirá uma combinação de cortes nas emissões de gases do efeito estufa e medidas de compensação, como plantar mais árvores.
O país já havia previsto acabar com a venda de veículos a gasolina e diesel em 2040, mas agora a proibição será antecipada em cinco anos e passa a incluir os veículos híbridos.
"A celebração da COP26 é uma importante oportunidade para que o Reino Unido e as nações de todo o mundo deem um passo adiante na luta contra a mudança climática", disse Johnson.
"Ao mesmo tempo em que estabeleceremos ao longo do ano os planos para alcançar nosso ambicioso objetivo de neutralidade de carbono até 2050, vamos incentivar outros que se unam a nós no compromisso de zero emissões", completou.
"2020 deve ser o ano em que mudamos a tendência sobre o aquecimento global, será o ano em que escolhemos o futuro mais limpo e mais verde para todos".
Edmund King, presidente da associação automobilística britânica AA, considera o novo objetivo de venda de automóveis um desafio.
"Devemos questionar se teremos o suprimento suficiente de veículos de zero emissões em menos de 15 anos", disse. Também pediu ao governo que reduza o imposto sobre as vendas de veículos elétricos para torná-los mais acessíveis.
Novos táxis pretos de Londres serão todos elétricos. O táxi elétrico: zero emissão de poluentes. Deverão ser 9 mil black cabs elétricos até 2021. (biodieselbr)

5 cidades do Brasil que mais instalaram energia solar em 2019

As 5 cidades do Brasil que mais instalaram energia solar em 2019.
Gerar a própria energia elétrica através de placas solares foi novamente a tendência de maior crescimento entre os brasileiros em 2019.
Com 113.302 instalações, entre micro e minigeradores distribuídos, a tecnologia trouxe economia e proteção na conta de luz para mais consumidores de todo o país.
No ranking das cidades com maior número de instalações, as 5 primeiras foram:
#1 Cuiabá-MT
•        Quantidade de Sistemas Residenciais instalados: 825
•        Quantidade de Sistemas Comerciais instalados: 179
•        Outros: 102
Total: 1.106
#2 Rio de Janeiro – RJ
•        Quantidade de Sistemas Residenciais instalados: 992
•        Quantidade de Sistemas Comerciais instalados: 106
•        Outros: 5
Total: 1.103
#3 Campo Grande – MS
•        Quantidade de Sistemas Residenciais instalados: 865
•        Quantidade de Sistemas Comerciais instalados: 167
•        Outros: 33
Total: 1.065
#4 Uberlândia-MG
•        Quantidade de Sistemas Residenciais instalados: 804
•        Quantidade de Sistemas Comerciais instalados: 182
•        Outros: 23
Total: 1.009
#5 Belo Horizonte-MG
•        Quantidade de Sistemas Residenciais instalados: 667
•        Quantidade de Sistemas Comerciais instalados: 179
•        Outros: 81
Total: 927
Os dados são da Aneel (Agência Nacional de Energia Elétrica), que criou e regula o segmento de geração distribuída desde 2012.
Desde então, a tecnologia fotovoltaica manteve a liderança invicta do segmento por utilizar a fonte mais abundante no país e por oferecer as maiores vantagens aos consumidores.
Com crescimento anual médio acima de 200%, o mercado solar brasileiro está em rápido desenvolvimento e já atraiu bilhões de reais em investimentos privados ao país.
Em todas as 5.570 cidades brasileiras, a quantidade de sol disponível é mais que suficiente para que pessoas e empresas gerem a sua própria energia através de um sistema de energia solar e, assim, economizem até 95% na conta de luz.
E é isso o que mais consumidores estão fazendo a cada ano, graças as consecutivas quedas nos preços da tecnologia e a oferta de linhas de financiamento energia solar.
Segundo a projeção da Empresa de Pesquisa Energética (EPE), o público da energia solar no Brasil deverá atingir 1,3 milhão de consumidores até 2029. (ecodebate)