quinta-feira, 6 de julho de 2023

Califórnia proíbe a partir de 2036 novos caminhões e ônibus a diesel

Califórnia define proibição a novos caminhões e ônibus a diesel a partir de 2036.
Caminhões e ônibus movidos a diesel não serão mais vendidos na Califórnia a partir de 2036. É o que determina uma rigorosa regulação aprovada pelos reguladores estaduais em 28/04/23 para afastar o estado dos combustíveis fósseis e combater as mudanças climáticas, informam o New York Times e a CNBC. A regra combate a poluição causada por caminhões pesados usados para transportar mercadorias até os portos e exige que as empresas divulguem o uso desses caminhões até 2024.

A regra não pode ser implementada sem aprovação da Agência de Proteção Ambiental (EPA, na sigla em inglês) dos Estados Unidos. Mas está relacionada aos padrões que o governo de Joe Biden já aprovou no mês passado para eliminar gradualmente caminhões-baú movidos a diesel, semirreboques e grandes picapes de passageiros. Se a EPA aprovar a regra da Califórnia, outros estados poderão adotar os mesmos padrões posteriormente, explica a AP.

As propostas – que efetivamente exigiriam que todos os novos caminhões comerciais fossem elétricos – provocaram críticas da indústria de caminhões, que diz ser impossível cumprir os requisitos. Entretanto, receberam elogios de ativistas, que dizem que a nova regra vai beneficiar comunidades próximas a portos e armazéns movimentados, relata o Washington Post.

A nova regra para caminhões e ônibus foi adotada um dia após o California Air Resources Board (CARB) adotar regulamentos para limitar as emissões de locomotivas a diesel, lembra a Reuters. O estado vai programar as regras mais ambiciosas de emissões sobre as ferrovias dos Estados Unidos, consideradas altamente poluentes.

A decisão histórica do CARB exige a eliminação de motores de locomotivas ineficientes com mais de 23 anos até 2030 e o aumento do uso de tecnologias de emissão zero para transportar carga dos portos e em pátios ferroviários. E também proíbe motores a diesel de ficarem em marcha lenta por mais de 30 minutos, detalha o Guardian.

A proposta, aprovada por unanimidade, recebeu apoio de ambientalistas e moradores de comunidades atravessadas por ferrovias. Eles destacaram o fardo doloroso colocado sobre as comunidades, deixadas na linha de frente para lidar com taxas mais altas de asma, câncer e outros efeitos devastadores à saúde, junto com o estrondo implacável que sacode os bairros ao longo dos trilhos.

De acordo com os reguladores da Califórnia, as emissões provenientes da queima de óleo diesel respondem por cerca de 70% do risco de câncer dos habitantes do estado, devido à poluição. (biodieselbr)

O futuro da mobilidade é elétrica, sustentável e inclusiva

Painel debateu soluções para o transporte nas grandes cidades.
Ao questionar o futuro da mobilidade, colocando mudanças climáticas, eletrificação e incentivo para usuários de veículos verdes, buscou-se trilhar caminhos inovadores e sustentáveis para a melhora da qualidade de vida urbana.

Em discussão promovida pelo aplicativo de mobilidade e conveniência 99, na Semana de Inovação da Enap, os temas foram novas tecnologias e possibilidades de incentivo ao setor de transporte público e privado, com ressalvas à necessidade de inovação e, idealmente, a participação do governo junto ao terceiro setor.

Responsável pelo laboratório de inovações DriverLab, da 99, Thiago Hipólito apresentou os desafios de encontrar soluções viáveis para um setor ainda em efervescência. E classificou a criatividade e o estudo para criação de novas soluções como o maior capital deste setor.

Nos próximos anos, vários modelos de veículos elétricos capazes de decolar e fazer pouso vertical devem ser lançados no mercado.

Futuro promissor da mobilidade urbana será aéreo

Investimento em veículos aéreos autônomos eVTOL tem como objetivo reduzir congestionamentos e promover maior sustentabilidade.

“Existe uma grande necessidade de se trabalhar junto à administração pública para tentar resolver os problemas que a burocracia e a falta de legislação específica trazem. É claro que, ao se falar sobre iniciativas verdes para o transporte público e privado, muita gente fala que são ‘bolhas’. Mas é necessário criar incentivos para tentar minimizar essa impressão de que é um luxo para se entender que é uma tendência mundial”, sintetizou Hipólito.

A gerente de relações governamentais da Raízen, empresa integrada de energia, Giuliana Franco, falou sobre a necessidade de se criar energia  renovável para tentar democratizar o uso de novas tecnologias, como os carros e bicicletas elétricas, para tentar fornecer um transporte mais rápido e sem tantos danos causados, por exemplo, pela emissão de gases.

No painel, houve, ainda, críticas ao modelo de transporte público implementado no Brasil, com veículos antigos, precários e excessivamente poluentes. Uma das ideias apontadas foi a possibilidade de se implementar novas frotas, elétricas, para diminuir a emissão de carbono e aproveitar a energia renovável produzida em grande escala a partir de plantações de cana de açúcar, por exemplo.

Bicicleta elétrica com painel solar é o futuro da mobilidade urbana sustentável que está nas mãos da Organic Transit.

A mobilidade urbana é um tema cada vez mais importante na agenda global de sustentabilidade. Com o crescente aumento da população nas cidades e a preocupação com as mudanças climáticas, é fundamental que sejam encontradas soluções que minimizem a emissão de gases poluentes no transporte. Nesse sentido, a bicicleta elétrica com painel solar surge como uma opção promissora e sustentável.

Esse tipo de veículo híbrido combina o uso dos pedais, uma bateria elétrica e um painel solar, permitindo que o usuário se desloque sem emitir gases poluentes e ainda economize dinheiro em combustível.

BMW Group Brasil, Energy Source e WEG ampliam parceria para mobilidade elétrica sustentável no Brasil

Projeto permite carregamento rápido com energia livre de CO2 e proporciona uma segunda vida às baterias do BMW i3 usadas. Novo sistema de recarga em corrente contínua é quatro vezes mais rápido quando comparado com a recarga convencional em corrente alternada.

Cidades do futuro contam com transportes sustentáveis

Veículos Elétricos são a melhor opção para se locomover de forma segura, econômica e sem causar danos ao planeta. (enap)

Mobilidade elétrica sustentáveis

Mobilidade + Sustentável

A mobilidade elétrica tem um futuro promissor, com previsões indicando que a frota global de veículos elétricos deve crescer significativamente nos próximos anos.
A Neoenergia reconhece a importância de contribuir com o desenvolvimento sustentável por meio de medidas voltadas ao combate das mudanças climáticas e o investimento em mobilidade elétrica faz parte desse compromisso. Afinal, o uso do carro elétrico diminui a emissão de gases de efeito estufa, contribuindo para a descarbonização e eletrificação da economia.

Ao investir em uma matriz energética mais limpa e advogar pela eletrificação da economia, a companhia contribui para transformar uma realidade que afeta a vida de todos no planeta. De acordo com um estudo realizado pelo Programa de Mobilidade Elétrica da Organização das Nações Unidas (ONU), os meios de transporte representam 25% de todas as emissões de CO2 no mundo.

Assista ao vídeo: https://www.youtube.com/watch?v=DkhktGQTunM&t=19s

As ações da Neoenergia estão alinhadas com os Objetivos de Desenvolvimento Sustentável (ODS) propostos pela ONU. Dentre os ODS, a mobilidade sustentável tem especial foco no número 7, voltado a levar energia acessível e limpa para todos, e o ODS 13, que busca tomar medidas urgentes para combater a mudança climática e seus impactos.

Compromisso e Política de Gestão

Uma Mobilidade Mais Sustentável faz parte do compromisso assumido pela empresa em sua Política de Gestão Sustentável, que exige a implantação de políticas que promovam a exploração sustentável do propósito corporativo do grupo. Os objetivos dessa iniciativa são a redução de emissões, promover a eficiência energética, melhorar a qualidade de vida das pessoas nas áreas em que o grupo atua e conscientizar os colaboradores.

“As empresas têm que procurar a sua atuação dentro desse novo modelo de funcionamento energético da humanidade para conseguir diminuir as mudanças climáticas".

• Infográfico: Mobilidade Mais Sustentável [PDF]

Principais iniciativas de mobilidade sustentável

Frota Verde

Em março/2020, a Neoenergia passou a contar com a sua própria frota de veículos movidos a eletricidade para uso em atividades administrativas. Com isso, começou a disponibilizar carregadores elétricos em todas as bases regionais e administrativas da empresa, distribuídas nos estados de São Paulo, Rio de Janeiro, Bahia, Pernambuco e Rio Grande do Norte.

Os projetos de mobilidade elétrica desenvolvidos pela companhia abarcam ainda o investimento em um caminhão inteiramente elétrico para uso em serviços de manutenção da rede de distribuição.

A companhia também unifica o uso exclusivo do etanol para abastecimento de toda a sua frota de seus veículos flex. O resultado será uma redução expressiva na emissão de CO2, o que leva a diminuição do efeito estufa.

O Maior Corredor Verde do Nordeste

A Neoenergia inaugura a maior eletrovia do nordeste com eletropostos de carga rápida, que conectará as capitais de Salvador (Bahia) e Natal (Rio Grande do Norte), passando pelas cidades de Aracaju (Sergipe), Maceió (Alagoas), Recife (Pernambuco) e João Pessoa (Paraíba).

O Corredor Verde é resultado de um projeto de Pesquisa e Desenvolvimento (P&D), regulado pela Agência Nacional de Energia Elétrica (ANEEL), e faz parte do Programa de Mobilidade Elétrica da Neoenergia, que integra planos da companhia em investir no estímulo de utilização de veículos elétricos e no processo de descarbonização da economia. A eletrovia terá 1.200 quilômetros de extensão e uma estrutura que contará com 18 pontos de abastecimento ao longo das vias que ligam os estados e áreas urbanas.

Está em andamento a avaliação de desempenho dos veículos elétricos, híbridos e à combustão em rotas urbanas, na cidade de Salvador, visando avaliar a autonomia dos automóveis, desempenho em situações cotidianas e definição de ajustes e melhorias. Após concluído, o Corredor Verde contemplará seis dos nove estados do Nordeste, passando por 70 municípios e contribuindo para que milhares de pessoas possam aderir à mobilidade elétrica de forma mais sustentável. 

No total, o Corredor Verde contará com 18 pontos de recarga. Desse número, 12 estarão ao longo das vias que conectam as seis capitais no formato SuperChargers, o que permite uma carga rápida – cerca de 30 minutos – e dois veículos sendo carregados ao mesmo tempo. Os demais eletropostos são do tipo Wallbox, possuem carga média com capacidade para carregar um veículo por vez, e foram instalados em shoppings de Salvador-BA, Recife-PE e Natal-RN. Atualmente, encontram-se instalados 10 SuperChargers e os 6 Wallbox que estão sendo utilizados pelo público.

“Esse é um importante desafio para a Neoenergia, pois iremos elaborar um modelo de negócio para viabilização e funcionalidade do Corredor Verde. Reconhecemos a importância de garantir o desenvolvimento sustentável através de medidas voltadas ao combate das mudanças climáticas e o investimento em mobilidade elétrica faz parte desse compromisso. Afinal, o uso do carro elétrico diminui a emissão de gases de efeito estufa, contribuindo para a descarbonização do planeta. Estudamos, ainda, associar as estações de recarga com energia solar, uma importante fonte renovável e não poluente”, declara o gerente corporativo de Pesquisa e Desenvolvimento da Neoenergia, José Brito. 

Além do benefício ambiental, o carro movido a eletricidade possui outras vantagens, a exemplo da eficiência. O veículo elétrico roda 100 quilômetros por um valor menor quando comparado a outros combustíveis. Evita a poluição sonora, pois não emite sons, e pode ser mais prático, já que o motor elétrico possui menos peças e ocupa um espaço menor no carro. Todos esses fatores combinados contribuem no estímulo à consciência ecológica e no investimento em iniciativas ‘verdes’.

Inovação em andamento

O projeto de P&D abrange também a criação de softwares que irão colaborar para a gestão e uso do Corredor Verde. Os motoristas poderão acessar um aplicativo no qual apresentará informações sobre localização e disponibilidade das estações e permitirá o pagamento das recargas dos veículos. A plataforma de gestão dos eletropostos coletará dados das estações de recarga e permitirá o estabelecimento de preços para a sustentabilidade do negócio.

Além disso, a empresa está em andamento com um laboratório de experimentação criado para analisar cenários de eventuais tarifações que venham a ser cobradas dos usuários dos veículos em uma possível abertura dos eletropostos para o público em geral. “O nosso objetivo é tornar o Corredor Verde comercialmente viável, por isso o nosso projeto abarca modelos de negócios que contemplem isso enquanto promove iniciativas sustentáveis para todos”, relata Brito.

Fernando de Noronha

O arquipélago de Fernando de Noronha é composto por 21 ilhas, ilhotas e rochedos e está situado no litoral do Nordeste brasileiro, no estado de Pernambuco, área de concessão da Celpe, distribuidora de energia da Neoenergia.

Para estimular o uso de veículos elétricos e diminuir a emissão de gases poluentes, a Celpe adquiriu um carro elétrico que é abastecido em uma ecoestação com placas fotovoltaicas. Com um único veículo já será possível evitar a emissão de 1,5 toneladas de dióxido de carbono na atmosfera.

Fatura Eletrônica

Com o objetivo de oferecer mais facilidades aos clientes, a Neoenergia lançou o serviço, inédito no setor elétrico, para cadastro da fatura digital pelo assistente virtual no Whatsapp. A novidade já está disponível para os clientes das distribuidoras Coelba (BA), Celpe (PE), Cosern (RN) e Elektro (SP e MS).

A companhia tem estimulado a adesão dos clientes ao novo formato e, apenas entre janeiro e setembro/2020, mais de 10 milhões de contas de energia foram enviadas por e-mail. Essa simples mudança já levou à redução no consumo de aproximadamente 55 milhões de litros de água, que seriam utilizados na produção do papel utilizado para impressão das faturas. Além disso, diminui a necessidade de deslocamentos de veículos para entrega das correspondências físicas. (neoenergia)

terça-feira, 4 de julho de 2023

GD e eficiência são incluídas na MP do minha casa minha vida

GD e eficiência são incluídas em emendas da MP do minha casa minha vida.

Emendas inseridas por parlamentares também poderão ter impacto no setor elétrico. Temas como eficiência energética e geração distribuída, que de certa forma já estavam no texto, foram contemplados e podem aprimorar o programa.

Comissão: Comissão Mista da Medida Provisória n° 1162, de 2023.

Dispõe sobre o Programa Minha Casa, Minha Vida, altera a Lei nº 6.015, de 31/12/1973, a Lei nº 8.677, de 13/07/1993, a Lei nº 9.514, de 20/11/1997, a Lei nº 10.188, de 12/02/2001, a Lei nº 11.977, de 07/07/2009, a Lei nº 14.063, de 23/09/2020, e a Lei nº 14.382, de 27/06/2022.

Explicação da Ementa:

A Medida Provisória cuida não só de estabelecer um marco legal de caráter estratégico e abrangente para o atendimento das necessidades habitacionais do país, como cria as condições para viabilizar as operações já contratadas instituindo regras de transição e promovendo alterações pontuais na Lei nº 11.977, de 2009. Além disso, são aprimoradas outras legislações correlatas à implementação da política habitacional como aquelas que tratam dos fundos financiadores - Leis nº 8.677, de 1993, e nº 10.188, de 2001 -, bem como aquelas que cuidam de modernizar a formalização e o registro dos atos que envolvem o crédito imobiliário - Leis nº 6.015, de 1973, nº 9.514, de 1997, nº 14.063 de 2020, e nº 14.382, de 2022 -, e, por fim, a medida propõe revogar o programa antecessor instituído pela Lei nº 14.118, de 2021, que poucos efeitos promoveu na direção de atender famílias de mais baixa renda.

A inclusão da geração distribuída no programa já havia sido demostrada pelo governo em relatório elaborado pela equipe de transição. (congressonacional)

Chinesa consolida como referência no mercado solar brasileiro

Chinesa pretende se consolidar como referência no mercado solar brasileiro.

OSDA tem como meta crescer entre 20% e 25% ao ano já em 2023, e até 2027, com cinco anos de crescimento forte.
A OSDA, gigante chinesa que fabrica equipamentos para sistemas de energia solar fotovoltaica, anunciou investimentos para crescer 20% ao ano com foco em se consolidar como referência no mercado brasileiro de energia solar nos próximos cinco anos. Para o diretor de vendas da companhia para a América do Sul, Antônio Brito, os planos de crescimento estão na faixa dos 20% ao ano até 2027.

Segundo o executivo, a meta é deixar a posição atual de mercado, que chamou de tímida, para disputar de igual para igual com as líderes do setor. “Podemos dizer que é uma participação tímida, mas é importante dizer que a marca já é reconhecida no mercado. O que os clientes já estão vendo? O nome, a marca e os produtos, sempre com bons olhos. Agora o foco é aumentar a visibilidade da marca e, com isso, ampliar a carteira de clientes e as parcerias que temos em andamento com os principais distribuidores”, ressaltou.

A empresa está no país desde 2018 e anunciou que está finalizando o plano de negócios que vai nortear essa nova fase. “Vamos aumentar os canais de venda, aumentar a carteira de clientes, ampliar a visibilidade da marca e também, aliado a tudo isso, teremos em campo uma grande e qualificada equipe comercial, atuando em todas as regiões do país. O foco é aumentar as vendas e o portfólio de clientes, e crescer em todo o mercado da América do Sul”, disse. Ainda segundo o executivo, eles esperam crescer atuando em algumas regiões onde ainda não estão. O objetivo é atender essas regiões com mais atenção para que a marca se fortaleça e cresça.

Porém Brito destacou que há um potencial de crescimento desse mercado, mas isso vai depender de como o governo vai conduzir a política monetária. “Eu creio que as coisas vão ficar mais claras assim que o governo estabelecer as metas fiscais, o nível da taxa de juros, como vão ficar os financiamentos a longo prazo. Quando isso for definido, o mercado retoma o crescimento normal. Por ser um mercado de soma monetária elevada, onde um projeto residencial custa R$ 20 mil, R$ 25 mil, R$ 30 mil, acredito que são poucos os clientes que dispõem de capital para investir à vista. Por isso, a alternativa do financiamento é uma forma mais confortável. O setor solar trabalha muito com o capital dos bancos, então é de suma importância definir a política monetária e a política de juros. Vamos esperar”, explicou.

E de olho nesse mercado brasileiro, a OSDA firmou parceria com a Célula Energia, empresa de Valinhos que atua com pesquisas e treinamentos na área fotovoltaica. “De uma maneira mais técnica, a Célula Energia está conosco há certo tempo ajudando em todo processo que se refere a produto, auxiliando os clientes com soluções mais assertivas durante todo processo desde: qualidade, técnico, suporte, especificações e qualificações de produtos”, frisou o executivo”, explicou.

Além da parceria com a Celular Energia, a companhia vai ampliar o portfólio de produtos no mercado brasileiro. “Vamos trabalhar com todos os painéis que a empresa produz. Hoje temos seis homologados no Brasil. A meta é ampliar para nove modelos. Assim, poderemos atender a todo tipo de projeto, desde o residencial básico, passando pelos comerciais e industriais e chegando até os gigantes. Temos produtos de qualidade e usamos muita tecnologia. São produtos de tamanho e potência variados, cada um aplicado para um tipo de mercado. Vamos atender as grandes usinas solares”, disse.

Brito afirmou que a participação do Brasil nesse mercado é bem forte, pois, segundo ele, o país que mais gera energia de energia solar fotovoltaica é a China, com quase 400 gigawatts de instalação. Em segundo lugar, ficam os Estados Unidos, com 111 gigawatts, depois Japão. A Alemanha está em quarto. “E o Brasil pela primeira vez aparece no top 10, em oitavo. É a primeira vez na história, com 24 gigas. Mas tem potencial para ser muito mais”, destacou.

Ele acredita que o mercado só está começando. “Tem muito para explorar. Ainda tenho certeza que o Brasil tem muito para crescer. Nos próximos 50 anos o país ainda vai viver crescimento no setor de energia solar. Tem potencial para isso”, ressaltou.

Planos para 2023

Para 2023, a companhia pretende aumentar o volume de vendas de uma forma exponencial, formar o time de vendas no Brasil e abrir um escritório para suporte aos clientes e parceiros com serviços como secretaria, engenharia, pós-venda, estoque local e etc. (canalenergia)