quarta-feira, 10 de maio de 2017

Energias renováveis e a redução das emissões na China

O crescimento das energias renováveis e a redução das emissões na China
O governo Donald Trump, com apoio do Partido Republicano, está na contramão da história e está possibilitando uma passagem histórica do bastão da liderança global dos Estados Unidos para a China em tecnologia do clima e das fontes de energia renovável.
A nova administração norte-americana está abandonando a liderança das ações de mitigação das mudanças climáticas, além de reduzir o financiamento em energia limpa e abraçar os investimentos em carvão mineral e petróleo – as fontes sujas de energia do passado, que os especialistas dizem não poder criar um grande número de novos empregos sustentáveis. Ao mesmo tempo, a China está reduzindo o uso de carvão e apostando fortemente em energia renovável, que é claramente a maior fonte de empregos permanentes de alta remuneração nos próximos anos.
Artigo de Joe Romm (28/02/2017) mostra que, de fato, Pequim planeja investir US$ 360 bilhões apenas em geração renovável até 2020. A agência de energia chinesa diz que o “emprego resultante será de mais de 13 milhões de pessoas”.
Como expõe o gráfico acima, em 2016, o consumo de carvão chinês caiu pelo terceiro ano consecutivo, enquanto instalou quase o dobro de painéis solares, como em 2015, que também foi um ano recorde. E essas tendências continuarão em 2017. A meta da China de instalação de capacidade solar para 2020 provavelmente será alcançada em 2018, o que não deixa de ser uma façanha bastante impressionante.
A China já se tornou o país líder mundial em ações climáticas, já que suas próprias emissões de CO2 se estabilizaram e diminuíram desde 2013. Mas o que Pequim realmente quer é que a próxima geração de tecnologias energéticas venha da China. E que este processo crie empregos, reduza a pobreza e aumente a influência do país no resto do mundo.
O artigo de Joe Romm mostra que, tragicamente para os trabalhadores americanos, enquanto os EUA ajudaram a pavimentar o caminho para um acordo com a China, e depois um acordo global, foi eleito um presidente que fez campanha travando uma batalha perdida para estancar a perda de empregos de combustíveis fósseis. Assim como no caso do carvão, os postos de trabalho na área de petróleo estão diminuindo devido à automação e à maquinaria avançada, e não à regulação estatal.
O gráfico abaixo (Simon Göss, 13/02/2017) mostra que em um ano a China acrescentou quase a mesma geração de energia renovável que a geração total de energia renovável da Alemanha, de acordo com as estatísticas de janeiro de 2016 pela Administração Nacional de Energia da China e pelo Conselho de Eletricidade da China. No entanto, a fonte de eletricidade do país continua dependendo fortemente do carvão. Mas o que o gráfico mostra é que as fontes não fósseis (eólica, solar e nuclear) foram as que mais cresceram em 2016.
Artigo de Macarena Liy, em El País, mostra que, em apenas oito anos, a China, o maior emissor mundial, deu uma guinada de 180 graus em sua política para a mudança climática. Durante anos, o carvão foi vital para a China: é sua principal fonte de energia, tanto que o país responde por cerca de metade do consumo mundial. Mas também está na raiz de muitos de seus problemas: é a causa de 70% de sua poluição mais perigosa. Mas, pelo terceiro ano consecutivo, a China reduziu seu consumo desse mineral. Com os cortes, a proporção desse combustível fóssil na matriz energética chinesa caiu de 64% para 62%. Os dados indicam que a China, que se comprometeu a começar a reduzir suas emissões a partir de 2030, está em via de cumprir a meta de manter o consumo de carvão abaixo dos 4,1 bilhões de toneladas e reduzir para 58% até 2020 o peso desse combustível em suas necessidades energéticas.
Artigo de Bridgette Burkholder (07/04/2017) resume as 5 maneiras pelas quais a China está assumindo a liderança na luta contra as mudanças climáticas e acelerando a implantação da economia de baixo carbono:
1. A capacidade solar da China cresceu 82% no ano passado;
2. O consumo de carvão da China caiu por três anos consecutivos;
3. A China planeja investir pelo menos US$ 360 bilhões em geração de energia renovável até 2020;
4. Os empregos em energia renovável estão crescendo na China. A energia renovável já emprega 3,5 milhões de pessoas e espera que novos investimentos criem mais 13 milhões de empregos no setor até 2020;
5. A China pretende ter cinco milhões de veículos elétricos na estrada até 2020.
Sem dúvida, a China está fazendo um esforço concentrado e planejado para liderar a mudança da matriz energética de forma que atenda aos novos acordos climáticos, mas também que garanta muito dinheiro e influência para o país. O avanço tecnológico e o crescimento das energias renováveis de fato devem contribuir para a redução das emissões de gases de efeito estufa. Mas o monopólio tecnológico e comercial chinês pode ser uma nova fonte de conflito mundial e pode ser mais um motivo para a permanência da pobreza e a desigualdade global.
Assim, enquanto o governo Barack Obama passou anos tentando puxar a China para um Acordo Global do Clima, agora no governo Donald Trump as coisas se inverteram e é provável que a China passe à liderança do processo de mitigação do aquecimento global. Os papéis das duas superpotências foram trocados. Talvez isto reflita o fato de que os EUA são uma potência em declínio relativo e a China, para o bem ou para o mal, seja uma potência em ascensão. (ecodebate)

Uso de fontes renováveis reduzem emissões de CO2

Aumento no uso das fontes renováveis de energia reduzem emissões de CO2.
De acordo com a AIE, o setor energético emitiu cerca de 32 bilhões de toneladas de CO2 em 2015, o mesmo valor de 2014, mesmo com um crescimento da economia global da ordem de 3%.
De acordo com a Agência Internacional de Energia (AIE) os investimentos mundiais em energias renováveis em 2015 chegaram ao recorde de US$ 328,9 bilhões.
Mais de 90% da nova eletricidade gerada em 2015 veio de fontes renováveis, maior percentual desde 1974, sendo que metade do crescimento veio de usinas eólicas, de acordo com a organização de monitoração com sede em Paris.

Dados da Agência mostram que as emissões de dióxido de carbono (CO2) para geração de energia ficaram estabilizados pelo segundo ano seguido em 2015, ainda que se observe que houve um pequeno crescimento na economia global.

Isso significa que a nível mundial as iniciativas para reduzir as emissões dos gases efeito estufa com a finalidade de combater as mudanças climáticas começam a apresentar resultados positivos, principalmente nos EUA e na China, maiores economias mundiais.

De acordo com a Agência, foi a primeira vez em 40 anos que isso ocorreu na ausência de uma recessão mundial, o que significa um alento de melhoria nas condições ambientais do planeta.

No passado, a redução das emissões estava associada apenas a períodos de estagnação econômica.

No entanto, as emissões globais precisam ainda ser significativamente reduzidas conforme definido na COP 21, no Acordo de Mudanças Climáticas Internacionais assinado por 200 países, em dezembro em Paris.

O Acordo tem o objetivo de impedir que a temperatura da terra suba mais de 2°C em relação ao período pré-industrial.

No entanto os dados disponíveis mostram que já houve um aquecimento de cerca de 1°C, sendo registrado que o ano passado foi

o ano mais quente da série histórica recente, o que mostra que a união dos países na busca de um entendimento, e da implementação de ações concretas de abrangência global é uma medida certa.

No mundo, o carvão continua a ser a fonte de energia predominante, respondendo por 39% da geração em 2015, contra cerca de 24% atribuídos a fontes renováveis, onde temos hidroeletricidade, eólicas, fotovoltaicas.

De acordo com a AIE, o setor energético emitiu cerca de 32 bilhões de toneladas de CO2 em 2015, o mesmo valor de 2014, mesmo com um crescimento da economia global da ordem de 3%.

No entanto, caso persista uma tendência de redução na atividade econômica mundial, teremos uma redução mais forte da emissão de gases efeito estufa no ano de 2016.
O Brasil, por sua vez, possui uma matriz energética predominantemente renovável, com participação expressivas da energia hidráulica, e com taxas crescentes de oferta de energia eólica, solar e biomassa, o que nos coloca numa posição de liderança mundial sob esse aspecto. Hoje existe um consenso entre especialistas que nossa matriz não pode prescindir de nenhuma fonte geradora, inclusive térmicas a óleo, gás e carvão mineral, além de nucleares, pois todas elas são necessárias para garantir um modelo adequado de desenvolvimento para o País.

Embora fosse uma premissa da COP 21 de que a redução absoluta das emissões seria exigida apenas das economias desenvolvidas, o Brasil definiu uma iniciativa voluntária nesse sentido, com impacto em todos os setores da economia como pecuária, agricultura e indústria, tendo como compromisso reduzir em 37%, até 2025, e em 43%, até 2030, as emissões de gases do efeito estufa. Para alcançar esse objetivo o País pretende também zerar o desmatamento na Amazônia Legal e restaurar 12 milhões de hectares de florestas até 2030.

Importante registrar que o atingimento dessas metas está diretamente vinculado ao desempenho das atividades econômicas, à existência de recursos destinados ao desenvolvimento e atualização do parque produtivo e tecnológico, ao investimento em tecnologias de baixo carbono e captura de CO2, à segurança jurídica que norteiam as relações comerciais, regulatórias e ambientais associadas.

Reduzir emissões pela diminuição da atividade econômica não é bom, e para obter esse mesmo resultado por melhoria tecnológica dos processos produtivos é preciso existir linhas de crédito adequadas. (fmase)


segunda-feira, 8 de maio de 2017

Revolução energética

O Brasil tem plenas condições de chegar a 2050 com uma matriz energética de energias 100% renováveis.
Nosso país pode chegar a 2050 com uma matriz energética 100% renovável, criando novos postos de trabalho, melhorando a qualidade do ar e a vida de milhões de pessoas e ajudando a combater as mudanças climáticas. O caminho para esse Brasil passa por fazer uma [R]evolução na nossa forma de gerar e consumir energia nos próximos anos.
E esse caminho é apresentado pelo relatório [R]evolução Energética de 2016. Elaborado pelo Greenpeace Brasil a cada três anos com a colaboração de um grupo de especialistas de renome, a edição mais recente é a primeira a propor um cenário com 100% de fontes renováveis até a metade deste século.
O Brasil da [R]evolução Energética tem uma matriz energética mais diversificada e dá mais autonomia para a população urbana, que gera sua própria energia e, ainda, tem cidades com melhor mobilidade. Para as comunidades tradicionais e populações indígenas, esse futuro garante o respeito a seus diretos e dá a segurança de que não serão impactados por grandes obras – como as hidrelétricas propostas atualmente para o abastecimento de eletricidade do país. 
Desde o Acordo de Paris, resultado da Conferência do Clima das Nações Unidas de 2015, o Brasil tem o compromisso de cortar suas emissões de gases de efeito estufa e descarbonizar sua economia durante a segunda metade deste século.
É por isso que o [R]evolução Energética se faz importante no cenário nacional.
Para mostrar como o Brasil pode alcançar 100% de energia renovável em 2050, o [R]evolução Energética considera algumas premissas e princípios em seu cenário:
- Eliminação do uso de todos os combustíveis fósseis na matriz energética, zerando as emissões do setor;
- Eliminação do uso da energia nuclear e de novos projetos hidrelétricos no bioma Amazônia;
- Implementação de soluções renováveis, com a priorização de novos projetos de energia solar e eólica, incluindo sistemas de geração de energia descentralizados;
- Respeito ao meio ambiente na construção de projetos energéticos;
- Consideração dos impactos sociais, causados por grandes obras, nas comunidades tradicionais e povos indígenas, causados por grandes obras. E respeito aos direitos constitucionais e humanos;
- Fim da dependência dos combustíveis fósseis para o crescimento econômico. (greenpeace)

Top 10 fontes alternativas de energia renováveis

A energia usada vem de fontes diversas. As fontes não renováveis, como combustíveis fósseis, são as mais comumente utilizadas, porém como o nome implica, não são fontes infinitas e eventualmente se esgotarão.
Com a taxa que as pessoas as estão usando, deixariam de existir em poucos anos. Esta é a razão de especialistas estarem à procura por fontes alternativas de energia que seja renovável. A natureza oferece diferentes recursos onde a energia poderia ser derivada. Nesta seleção estão em destaque as 10 fontes alternativas de energia renováveis.
10º Energia das Marés
A energia das marés é a obtida das marés oceânicas e é convertida em energia. É alcançada por meio da instalação de turbinas de maré subaquática que captura o movimento das marés.
Por esse motivo, ela tem que estar localizada em um lugar com alta atividade de maré. Apesar da boa mecânica, este tipo de energia sofre com seus custos elevados. Uma das bem mais sucedidas estações de energia das marés é encontrada na França, localizada na foz do rio La Rance.
9º Energia das Ondas
A energia das ondas é obtida pela determinação de geradores de energia na superfície do oceano. O vento na superfície do oceano gera as ondas. A energia do vento é então transferida para ondas, e os geradores capturam esta energia.
Outros fatores envolvidos na geração da energia incluem velocidade da onda e densidade da água. A tecnologia de energia das ondas está ainda em sua fase experimental.
Energia Solar
A energia solar é a derivada da captura da luz solar em painéis solares. A luz solar é então convertida em eletricidade. Uma vez que o sol se põe à noite, a energia gerada é então armazenada em um meio termo de armazenamento, ou transmitida para uso imediato.
O custo operacional de uma usina de energia solar tem caído e agora, mais e mais países estão empregando o uso da energia solar. O uso da energia solar está previsto a gerar uma porcentagem considerável de produção de eletricidade até 2050.
Energia Eólica
O vento é uma fonte de energia muito eficiente, já que é muito consistente pelo planeta. A energia eólica é obtida das turbinas eólicas que extraem energia do fluxo de ar.
Esta é uma fonte alternativa de energia muito boa, já que é renovável, de baixo custo, e não produz gases de efeito estufa. Mais países estão descobrindo o potencial da energia eólica e as saídas de produção de parques eólicos têm aumentado rapidamente.
Hidroeletricidade
A hidroeletricidade é criada por hidrelétrica. A água de fluxo veloz produz energia através de barragens ou usinas hidrelétricas e é então convertida em eletricidade. É o método de geração de energia que é amplamente usado no mundo.
Quase todos os países têm usinas hidrelétricas e está gerando uma grande parte do fornecimento de energia global. A energia hidrelétrica é também livre de gases de efeito estufa e é uma boa alternativa para combustíveis fósseis.
Energia Radiante
A energia gerada da radiação eletromagnética é chamada de energia radiante. As fontes de energia radiante podem incluir raios-x, raios gama e calor. Nikola Tesla desenvolveu um sistema para capturar energia radiante usando uma antena e condensador.
O calor do sol é transmitido através de ondas eletromagnéticas. Uma grande quantidade de pesquisa está sendo realizada para ver o potencial da energia radiante, como uma fonte de energia confiável e renovável.
Energia Geotérmica
A energia geotérmica é a energia gerada do calor interno do planeta. Este calor do núcleo da Terra então produz energia para girar as turbinas para produzir eletricidade.
O conteúdo de calor no interior do planeta é muito alto, capaz de derreter algumas rochas. A energia geotérmica é uma fonte alternativa sustentável boa e somente uma pequena parte do conteúdo do enorme calor da Terra é usada.
Biomassa
A biomassa é obtida da matéria orgânica que armazena energia. Neste caso, é de plantas que armazena energia do sol através da fotossíntese. Os animais e seus resíduos podem também ser usados se comerem estas plantas.
A biomassa é obtida através da combustão ou por converter em biocombustível. A biomassa é amplamente usada atualmente, por causa de sua natureza sustentável e relativamente baixo custo.
Gás Natural Comprimido
A maioria do gás natural é combustível fóssil e é, portanto, uma fonte de energia não renovável. Este gás natural, no entanto, pode ser comprimido e armazenado em alta pressão para formar gás natural comprimido.
E são essencialmente biogás e, portanto, podem ser derivados de aterros conforme os resíduos decompõem. A produção de metano poderia também adubar do setor animal, em operações de gado ou de tratamento de águas residuais. Um grande número de países agora usa gás natural comprimido para seus veículos.
Energia Nuclear
Ao dividir um átomo, um processo chamado fissão nuclear, a energia nuclear é formada. No momento, a energia nuclear se tornou uma das principais fontes de eletricidade em todo o mundo.
Um grande número de países agora tem vários reatores nucleares em operação, com vários outros buscando iniciar seu programa nuclear em um futuro próximo. Incidentes como o de Chernobyl levantam preocupações de segurança em relação às usinas nucleares. (top10mais)

sábado, 6 de maio de 2017

Petrolíferas admitem que os carros elétricos vêm para ficar

A hora dos elétricos: petrolíferas começam a admitir que os carros elétricos vêm para ficar.

Os carros elétricos estão com o pé na tábua – e isto já não é a opinião das montadoras apenas. A Total, uma das maiores companhias de petróleo do mundo, declarou que os elétricos devem corresponder a quase um terço das vendas de carros novos até o fim da próxima década.
Com a ascensão dos veículos a bateria, a demanda por combustíveis derivados de petróleo terá seu pico na década de 2030. Ao menos é nisto que acredita Joel Couse, economista-chefe da Total, que discursou numa conferência organizada pela Bloomberg New Energy Finance (BNEF), em Nova York. Os elétricos representarão entre 15% e 30% dos novos veículos até 2030, após o que “a demanda de combustíveis irá se estagnar”, afirmou Couse, ou “talvez até declinar”.
Trata-se da mais otimista projeção para os carros elétricos já feita por um representante de alguma gigante do setor de petróleo, superando as previsões da própria BNEF, segundo Colin McKerracher, analista-chefe de transportes avançados da entidade. “É muita coisa. É de longe a [previsão para os elétricos] mais agressiva que já se viu por parte de alguma das grandes”, diz.
Outras empresas do setor vêm ajustando suas previsões de longo prazo para a demanda de petróleo. Ben van Beurden, da Royal Dutch Shell, afirmou em março que essa demanda deve chegar ao ápice na reta final da década de 2020. A empresa criou uma nova divisão de negócios destinada a identificar setores onde as tecnologias limpas provavelmente serão mais lucrativas.
Os elétricos estão começando a competir com os modelos a gasolina, tanto em termos de preço como de performance. A bateria é o componente mais caro de um veículo elétrico, podendo representar metade do custo total, segundo a BNEF. Os primeiros elétricos que conseguiram competir de igual para igual em matéria de preço foram modelos de luxo, com destaque para o Model S, da Tesla, que é hoje o mais vendido da categoria nos Estados Unidos.
Mas o custo das baterias vem caindo numa base de 20% ao ano, e as montadoras estão investindo bilhões para eletrificar suas frotas. A Volkswagen projeta que 25% de suas vendas sejam de elétricos até 2025. Já a Toyota tem planos para encerrar as operações com combustíveis fósseis até 2050.


Atualmente, os carros elétricos representam em torno de 1% das vendas globais, mas as montadoras tradicionais estão se preparando para a revolução. A Volks pretende entrar forte na briga em 2018, com um Audi SUV elétrico e a primeira rede de recarga de alta velocidade dos Estados Unidos, para competir com as estações Supercharger da rival Tesla, capazes de recarregar um veículo em menos de uma hora. A Tata Motors, com o Jaguar, e a Volvo também estão preparando modelos promissores, e em algum momento até 2020 devemos testemunhar uma verdadeira avalanche, com Mercedes-Benz, Volks, GM e outras colocando dezenas de novos modelos no mercado.


(biodieselbr)