Seara
atingiu a marca de cerca de 70% a 75% de suas granjas integradas usando energia
solar e outras fontes limpas, um aumento expressivo de 5,6% para mais de 70% em
5 anos, com destaque para São Paulo e Santa Catarina, reduzindo custos e
impulsionando a sustentabilidade no campo.
Principais
Pontos:
Adesão
Massiva: Cerca de 70% a 75% dos produtores integrados de aves e suínos da Seara
utilizam energia solar ou biodigestores.
Crescimento
Exponencial: O número saltou de 5,6% em 2019 para mais de 70% em 2024/2025,
representando um aumento de mais de 1.100%.
Geração
de Energia: Em 2024, a produção de energia solar somou mais de 205 milhões de
kWh, suficiente para abastecer uma cidade de 90 mil habitantes por um ano.
Incentivo
e Apoio: A Seara incentiva os produtores com checklists de sustentabilidade,
bonificações e suporte técnico, transformando custos em vantagens competitivas.
Estados
Destaque: São Paulo (77%) e Santa Catarina (73%) lideram a adoção de painéis
solares.
Benefícios:
A energia limpa reduz custos operacionais, aumenta a automação e a margem de
lucro dos produtores, além de fortalecer a sustentabilidade da cadeia.
Essa
iniciativa consolida a Seara (JBS) como líder em transição energética no
agronegócio, tornando a energia renovável uma ferramenta estratégica para o
setor.
A
empresa avança na descarbonização com geração de mais de 205 milhões de kWh em
2024, amplia incentivos aos produtores integrados e reforça ganhos econômicos e
operacionais com a adoção de sistemas fotovoltaicos.

A
Seara, unidade de negócios da JBS, registrou 70% das granjas integradas de
frango já operando com energia solar. O avanço representa um crescimento
superior a 1.000% em 5 anos, considerando que em 2019 apenas 5,6% das unidades
usavam sistemas fotovoltaicos. Ao todo, a energia gerada pelas granjas somou
mais de 205 milhões de kWh no ano, quantidade suficiente para abastecer uma
cidade de cerca de 90 mil habitantes.
A
distribuição das unidades com energia solar abrange 8 estados e o Distrito
Federal, com destaque para São Paulo — onde mais de 77% das granjas já são
solares — e Santa Catarina, com mais de 73% de adoção. O avanço ocorre em um
ritmo acelerado e consolida a energia solar como eixo estratégico da operação,
reduzindo emissões de CO2 e fortalecendo a competitividade da cadeia
de produção.
Além
da expansão consistente da tecnologia, a Seara mantém um programa de incentivo
aos produtores integrados. A empresa utiliza um checklist de práticas
sustentáveis que inclui gestão responsável de resíduos, bem-estar animal e uso
de fontes limpas. Produtores que adotam sistemas fotovoltaicos e cumprem os
requisitos ESG recebem bonificações adicionais, estimulando a modernização das
granjas e a redução do impacto ambiental.
Os
produtores relatam melhora significativa na eficiência e na economia gerada
pela energia solar. Em muitas propriedades, os sistemas fotovoltaicos já
atendem 80% a 100% da demanda de eletricidade, reduzindo a dependência da rede
pública e proporcionando maior previsibilidade de custos — um fator decisivo em um setor sensível às variações
tarifárias. A diminuição das despesas operacionais também abre espaço para
investimentos em melhorias e expansão da produção.

Granjas
da Seara já utilizam energia solar
A
Seara afirma que continuará ampliando a adesão da energia solar entre os
integrados, reforçando seu compromisso com práticas sustentáveis e com o
fortalecimento de modelos produtivos de menor impacto ambiental, ao mesmo tempo
em que melhora a rentabilidade dos produtores e a eficiência da cadeia avícola.
(pv-magazine-brasil)
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